09
Mai

Anúncio de emprego (??!?!) | WTF job ad

Num site que gosto muito dedicado a empregos ligados à comunicação:

Revista regional online, precisa de colaboradores jornalistas.

Condições: Não remunerado

Exige-se: Conhecimento em jornalismo regional

Não pagam, exigem. Como estes vejo muitos. Vão gozar com outro.

In a website that i really like dedicated to communication job ads:

Online regional magazine, needs journalists

Conditions: not remunerated

Demanded: knowledge in regional journalism

So, they don’t pay,yet demand. I see plenty of this. Don’t mess with us.

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09
Mai

Não é o lucro | It´s not about the profit

BBC citJ

O site holandês Skoeps.nl dedicado baseado em jornalismo do cidadão fechou a semana passada por não se ter tornado lucrativo. Nicolas Kayser-Bril explica as razões num post para o OJB.

O que levanta a questão: o jornalismo do cidadão envolve lucro?

—————————-

The citizen journalism based dutch website Skoeps.nl closed down last week because it didn’t turn out profitable.Nicolas Kayser-Bril tells us why in this OJB post.

Which raises the question: is citizen journalism about the profit?

Skoeps closure: CitJ is not about money

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09
Mai

Pagar mais pelos melhores | Pay more for the best

Eu não acredito que muita gente em Portugal (e no resto do mundo) pense assim…

I don’t believe that there’s many people in Portugal (or anywhere else) thinking like this…

Hartigan said that for much of his 43-year career most journalists were generalists, “sweeping over any subject with a light dusting of curiosity and a nice turn of phrase.” But he warned that those days were numbered. Journalism needed more specialists, he argued – “more people who can provide compelling insights to what’s going on” because quality was “taking on greater meaning, not less.”

Competition for talent also was intensifying, Hartingan said. As a result, he said, “We will need to pay more and offer better opportunities to attract – and retain – the best people.” In other words, quality content was the key. In a world of information overload, audiences return to brands they can trust that synthesize information and make it easy to absorb. That deep skill requires highly skilled and educated journalists. The obvious place to find specialists is at universities and think tanks.

da | from Convergence Newsletter

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08
Mai

Video: Distributed acts of journalism and journalistic acts of distribution

Paul Bradshaw fala da importância e da alteração do papel da distribuição dos conteúdos noticiosos pela internet. Um vídeo pequeno mas muito interessante. Tem ainda a curiosidade de ter sido publicado através do Seesmic.

Paul Bradshaw talks about the importance and the changes in the role of distribution of news content through the internet. A small but very interesting video. Note the fact it was published with Seesmic.

Ver | Watch

Distributed acts of journalism and journalistic acts of distribution

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08
Mai

Jogos noticiosos | News games

Tem-se pensado muito como aumentar a interactividade e o interesse dos leitores de notícias online, que de tanto pensar passou-se por cima do óbvio. Como é que nós todos nos interessámos por computadores? Através dos jogos (principalmente…). Por isso é de estranhar que só agora se pense mais a sério na utilização de jogos para formar e informar. Aqui ficam alguns exemplos:

There has been a lot of thinking about how to increase the interactivity and the interest of online news readers, so much we may have past through the obvious. How did we all got into computers? through games (mostly..). So it’s strange that only now people are seriously thinking about using games to inform and teach. Here are some examples:

There are the usual suspects when it comes to multimedia news pieces: slideshows of the wonders of nature, interactive diagrams of new buildings, video interviews with the downtrodden… all of which likely teach the viewer something new. But sometimes the news needs a little dose of fun factor.

Considering many people under 30 aren’t picking up newspapers or listen to non-music radio programming, making a fun online game is a great way to hook them in. As long as the games remain diverting without being overbearing, they will continue to succeed.

Ler post original para ver jogos | Read original post for game links

News games are fun (and informative!), 10.000words

Breakthrough, an organization that does human rights work in both the United States and India, has released a game, ICED (I Can End Deportation) to help players learn the ins and outs of immigration policy and rights. The game, which targets youth, is intended to teach players how unfair U.S. immigration policy is.

The game is available as a free download, and includes educational materials for teachers who might want to use the game in the classroom. It’s an interesting intersection of web activism and educational gaming, to say the least.

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08
Mai

Cartoon: Geek and Poke

Tweetme

“Thank god the early adopter phase on Twitter is over (see Scobleizer and TechCrunch).”

As novas tecnologias pelo melhor ponto de vista: o cómico. Geek and Poke é o trabalho de Oliver Widder, um ” IT-guy in Hamburg, Germany”. Se não tiverem nada que fazer ou não quiserem fazer nada, divirtam-se. Ah, recomendado para geeks.

New technologies seen on the best side: the funny one. Geek and Poke comes from Oliver Widder, a “IT-guy in Hamburg, Germany”. If you have nothing to do or you don’t want to do anything, have fun. Ah, recommended for geeks.

Geek and Poke

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07
Mai

How Portuguese News Websites (don’t) use Citizen Journalism

Versão blog para o artigo que escrevi para Oliver Carter, da Universidade de Birmingham. A adaptação em portugês foi publicada em duas partes: ler Parte 1 | ler Parte 2

This post is a version of an article i wrote for Oliver Carter, teacher at the Birmingham University. Since lately i’ve been working on the Interactivity Index for OJB, I thought now was appropriate to post it.

Citizen journalism embedded on online media 
 
 How Portuguese News Websites (don’t) use Citizen Journalism

We’ve been watching a significant change in the Portuguese news media, for the last few years. From national to local newspapers, radios and TV channels, everyone is building their presence online, with more or less aptitude or quality. Still, the effort is noticeable.

Video thumbnail. Click to play Portugal Diário is a exclusively online outlet that has recently gone through a deep redesign.

But this investment in new platforms of communication doesn’t mean the companies are following the latest trends, or leaving their somewhat conservative approach to the full possibilities of the web. The news websites in Portugal are mostly a repository for print content, since many don’t have exclusively online journalists, and the resources for online content are rather limited, especially as multimedia content is concerned, though slowly the tide is turning, mainly due to the efforts of major newspapers, that are trying to improve and take the step forward in online content.

keep reading

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07
Mai

3 novos sites

Neste post vou dar destaque a 3 novos ciberespaços: um blog, um podcast e uma comunidade.

http://obciber.files.wordpress.com/2008/05/obciber_cabecalho.jpg?w=558&h=104

O Observatório do Jornalismo surge da actividade do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto, e promete “observar e analisar, regularmente, a evolução do Ciberjornalismo em Portugal e no Mundo.” Logo no primeiro dia de posts ficámos a saber da organização do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, a decorrer em Dezembro deste ano, com uma Comissão Científica de peso. Uma das pessoas que faz parte deste projecto é o Hélder Bastos, o que para mim é uma óptima referência. A ler com atenção o trabalho de Fernando Zamith sobre o Ranking ObCiber de aproveitamento das potencialidades da Internet , pelos media portugueses em Novembro 2007. Desejo a todos envolvidos no projecto um excelente trabalho e que o ObCiber se torne numa referência para o Jornalismo em Portugal.

http://triploexpresso.files.wordpress.com/2008/03/triploexpressoheader2.jpg?w=587&h=145

O TriploExpresso é um podcast criado por três pessoas bem maduras nas andanças da net :o David Rodrigues,a Maria João Valente e o Phil, que logo no seu episódio piloto mostram que a conversa se serve informal, forte e sem açúcar. Três personalidades em discussão sobre “computadores, internet e cybercultura.” O Episódio 0 pode ser ouvido aqui.

Cá ficamos a aguardar o número 1.

 

 

Comunic’Arte

 

 

Last, but not least, o Comunic’Arte é uma ideia do Carlos José Teixeira, autor do Comunicação Empresarial, que “pretende ser nada mais que um ponto de encontro. O fórum existe para que possam ser colocadas dúvidas e questões relacionadas com a Comunicação e é de livre acesso.” Por isso apareçam e juntem-se, para não terem que continuar a falar sozinhos. Eu sou o segundo inscrito e o Carlos adicionou-me como administrador, para além de me ter classificado como “aquisição de peso”. Não sei como é que ele adivinhou que estou com uns quilitos a mais hehe.

Aproveitem a oportunidade e ajudem a criar um espaço de diálogo em português para todos os que se interessam pela Comunicação nas suas diferentes formas.

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06
Mai

Jornalismo do cidadão nos media online - Como os sites noticiosos portugueses (não) usam o Jornalismo do Cidadão (Parte II)

Segunda parte (Ler a primeira)

Existe realmente um jornalismo do cidadão em Portugal inserido nos media online portugueses? Serão os sites verdadeiramente interactivos e abertos à participação do utilizador? Convidei cerca de 50 jornais, canais de televisão e rádios com sites informativos, abrangendo desde grandes grupos nacionais a pequenas empresas locais. Os resultados foram desconcertantes.

Um quarto das moradas de e-mail que recolhi para contacto com os gestores do site ou da redacção eram inúteis (não funcionavam), e mesmo tendo repetido algumas vezes o convite aos restantes para responder ao inquérito, apenas quatro órgão de comunicação responderam e preencheram o formulário. Os resultados são, portanto, inconclusivos. Mas este é um bom exemplo para mostrar o grau de receptividade que a maioria das empresas e redacções possuem a estimulação externa, nem que seja pelo facto de que as que responderam fazem parte do grupo que está a trabalhar para desenvolver a sua presença online, de uma forma pensada e sustentada, abraçando os novos desafios colocados pela hiper-comunicação, enquanto a maioria ainda vende gato por lebre.

De qualquer forma, estes foram os resultados: dois jornais – um nacional, outro local – um site noticioso exclusivamente online e um canal de televisão responderam ao inquérito. O jornal local era o que possuía menos recursos, sem jornalistas exclusivamente para edição online, contra o site de informação online que tem mais de 30 trabalhadores. O jornal local tinha cerca de 30 a 50 mil visitas diárias, contra as mais de 330 mil declaradas pela readcção online do canal de televisão. Todos davam prioridade ao texto sobre o vídeo, áudio e fotografia, sendo o vídeo o formato menos utilizado, excepto no website do canal de televisão, por razões óbvias. Nenhum destes órgãos usavam os cidadãos ou utilizadores dos seus sites como fonte, ficando-se pela investigação desenvolvida pelos membros da redacção, e pelos takes das agências noticiosas, embora agradecessem imagens e vídeos por parte dos utilizadores. Todos estão a planear abrir os seus sites a uma maior participação dos utilizadores, e quando questionados sobre o futuro do jornalismo do cidadão, a melhor resposta foi que a “interactividade é um dos factores que aumenta o número de visitas (…) e a visibilidade e reconhecimento da marca”. Esta forma de pensar é uma agulha no palheiro que é a indústria de comunicação em Portugal.

Os mais recentes relatórios sobre o jornalismo do cidadão nos EUA (State of the News Media 2008), mostram uma diminuição na participação dos utilizadores, apesar de haver novos websites e aplicações a surgir todos os dias, apelando aos leitores de notícias para desenvolverem conteúdos e criarem uma relação mais estreita com as edições online. Em Portugal, todas as notícias relacionadas com o desenvolvimento dos sites de media indicam mais elementos multimédia e interactividade, para uma utilização em banda larga: mais vídeo, comentários, mais espaço para as opiniões e contribuições dos utilizadores.
Salvo algumas excepções notáveis, nada está a mudar realmente; a grande diferença é que agora as contribuições aceites pelas companhias de comunicação estão a ser enviadas pela Internet em vez do correio normal, como aconteceu durante décadas.

Os utilizadores portugueses estão activamente a criar média pessoal, como blogs e podcasts, e comentar nos sites de notícias ou enviar fotos ou pequenos vídeos ainda é suficiente para a grande maioria. E no dia em que escrevo isto, o site do Público apresenta uma aplicação que liga um artigo aos blogs que o referem, o que pode significar que o futuro pode não passar pela inclusão de conteúdos gerados pelos utilizadores, mas pela promoção da troca de cobnteúdos entre os cidadãos e as empresas de comunicação. Mas para além desses pequenos avanços para integrar os utilizadores na construção da paisagem noticiosa, não há nada a que possamos chamar de jornalismo do cidadão em Portugal, integrado nos média.

As razões para anunciar o jornalismo do cidadão como parte do futuro da comunicação podem ser honestos ou puro marketing, mas o facto é que esta responsabilidade não assenta penas sobre os ombros das empresas. Os maiores promotores deste movimento devem ser os próprios cidadãos, e eles é que devem ser a força motivadora na alteração da face das notícias corporativas, recriando o agenda setting, humanizando e dando profundidade aos conteúdos noticiosos. Os órgãos de comunicação só terão é que estar preparados para aceitar isso.

Depois de ter escrito este artigo, ainda questionei mais a forma como a imprensa local se está a suicidar lentamente ao querer cobrar por conteúdos insuficientes e ineficazes no ambiente online. A assimetria é a grande característica nos nossos orgão de comunicação, um reflexo da restante conjuntura empresarial nacional. O desafio é grande e não vejo muitos a encararem-no de frente, ou sequer a levá-lo a sério. Assim, os resultados são previsíveis.

Para acompanhar estes pensamentos vale a pena ler o texto de Fernando Zamith, no âmbito da sua Licenciatura em Jonalismo e Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, intitulado “O subaproveitamento das potencialidades da Internet pelos ciberjornais portugueses“. Para ler.

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06
Mai

Be Original

redundant

Scott Karp pegou no exemplo da notícia da aquisição do Yahoo pela Microsoft para demonstrar a quantidade exagerada de conteúdos redundantes na net. Pelo meio deixa alguns conselhos muito interessantes e que revolucionam o papel dos meios de informação: deverão forçar o seu próprio conteúdo mesmo que não seja mais completo que o já existente, ou deverão referenciar o conteúdo externo se for de melhor qualidade?

A ideia que ele deixa é muito simples: sejam originais.

Scott Karp took as an example the news about the bid over Yahoo by Microsoft to demonstrate the exagerated amount of redundant content on the web. In between he leaves a few quite interesting advices, and that revolutionize the role of media outlets: should they impose their own content even if it’s not better than the already existing one, or should they reference outside content of higher quality?

The idea he leaves is very simple: be original.

Here’s another way to look at it. Imagine a Midwest city where a factory that is a major employer announces that it is shutting down. Now imagine that instead of one local newspaper and one local TV station covering this story instead there are 100 newspapers and 50 TV stations. Reporters from each of these outlets file their coverage of the story. Newsstands in the local Walmart display all 100 newspapers, each with the factory closing story on the cover. Anyone who turns on their TV station can flip channels at 6pm and find the same story being reported, over and over again.

Yes, that’s a silly example, but is it really all that different from what’s happening on the web?
Can you imagine a content economy five or ten years from now that supports 2,000 versions of the same story? Is it any surprise that the company that creates far and away the most economic value on the web produces NO ORIGINAL CONTENT? (Yes, that would be Google.)

Here’s the other takeaway: Don’t add to the noise, help reduce it.

An engineer who works on Google News said during a presentation at the NewsTools conference that Google is studing whether the amount of news on the web is actually decreasing.

So while there’s more content on the web, there may be less news.

Ler | Read The Declining Value Of Redundant News Content On The Web

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