Posts Tagged ‘web

23
Mar
09

‘How to Write for the Web’: in Portuguese | Em Português

clique na imagem para fazer o download


I had already talked about the spanish edition, now here’s the portuguese version.

Já aqui tinha falado da edição em espanhol, fica agora a tradução para o português.

The Knight Center for Journalism in the Americas at the University of Texas at Austin has just published a Portuguese-language edition of the e-book How to Write for the Web, written by Colombian journalist Guillermo Franco and translated by Brazilian journalist Marcelo Soares.

How to Write for the Web is the second skills guide for journalists that the Knight Center has published. In December 2007, the Knight Center launched electronic Spanish and Portuguese editions of the e-book Journalism 2.0: How to Survive and Thrive, A digital literacy guide for the information age, written by U.S. journalist Mark Briggs.

The Spanish, Portuguese, and English editions of that book can also be downloaded in PDF format for free from the Knight Center’s website. It has been downloaded close to 17,000 times since its publication.

Knight Center for Journalism in Americas

Continue a ler ‘‘How to Write for the Web’: in Portuguese | Em Português’

24
Out
08

WebVideo: Desmontando o mito | Myth Busting

Newspaper Video – 7 strategies for success(maybe)

7 web video myths

1. Shorter is better

2. Content is king

3.Connect emotionally

4. Avoid Talking Heads

5&6 The Tripod Rules

7. Lots of Closeups

O video há um ano atrás era considerado como a salvação dos jornais na web, mas o que se vê agora é o despedimento massivo de videastas web das redacções. Um ano não chega para testar tudo o que é possível para rentabilizar um meio tão poderoso como as imagens em movimento, nem para ensinar os profissionais e as estruturas em que se inserem a retirar o maior proveito deles.

Fazer video para a web não é o mesmo que fazer televisão nem curtas metragens em tom de documentário. Mas é um pouco dos dois e muito mais, e à medida que tecnicamente a visualização de vídeos na web é cada vez mais rápido e melhor, é um erro crasso não se continuar a investir nesta linguagem, e permitir que se desenvolva e ganhe características próprias.

A pergunta que muitos fazem é: como fazer vídeos para a web? Algumas das respostas vêm neste post do video 2 zero, que desmonta alguns mitos fundamentais. O mais importante continua a ser a história, e como no resto do trabalho jornalístico, ela tem que ser contada de forma a que a maioria das pessoas a perceba.

Nós temos uma bagagem de 100 anos de cinema e 50 de televisão, por isso existe já na maioria das pessoas uma capacidade inata para desenvolverem narrativas audiovisuais, se perceberem como capturar e  montar os elementos necessários. E também é necessário que as redacções percebam que nem todas as histórias precisam de vídeo.

Acima  de tudo, percebam o que querem contar, o que é importante visualmente para o contar, e contem-no de maneira simples. O video pode ser a peça inteira, mas também pode funcionar como complemento. Essa é a beleza da web.

E como todas as regras, aprendam-as, entendam-nas, e esqueçam-nas.

One year ago video was presented as the salvation for online newspapers, but what we are watching now is the massive lay offs of web videographers from the newsrooms. One year is not enough to test everything that is possible to take advantage of such a powerful medium like moving images, nor to teach professionals and the structures they’re part of to take the most out of it.

Creating web videos is not the same as doing television or documentary-like short films. But it’s a bit of both and a whole lot more, and as technically video vusualization on the web becomes faster and better, it is a huge mistake to stop investing in this language, and allow it to grow and develop features of it’s own.

The question that many ask is: how to create web videos? Some of the answers come in this post at video 2 zero, that debunks some fundamental myths. The most important is still the story, and just like in the rest of the journalistic work, it has to be told in a way most peoplecan relate to it and understand it.

We have 100 years of cinema an 50 years of television on our back, so there is in many of us a natura ability to develop audiovisual narratives, as long we understand how to capture and compile the necessary bits and pieces. And it is also fundamental that the newsrooms understand that not every story is a candidate for video.

Above all, understand the story you want to tell, what is important visually to illustrate it, and keep it simple. Video can work as stand alone, but also as a complement to other narratives. That is the beauty of the web.

And like all the rules, learn them, understand them, and forget them.

Number 3 in 7 things Videojournalists can learn from Musicians: never allow hesitation, indecision or lack of preparation to affect your performance.

Newspaper Video – 7 strategies for success(maybe)

Continue a ler ‘WebVideo: Desmontando o mito | Myth Busting’

28
Abr
08

Por uma Ecologia Informativa | For an Information Ecology

//www.internetactu.net/wp-content/uploads/2008/04/twhirl-mania.png" não pode ser mostrada, porque contém erros.

Quantas aplicações estão a usar neste exacto momento? Quantos serviços de comunicação online estão a dizer que têm uma mensagem nova no vosso ecrã? Quanto tempo perdem na net? Quanto desse tempo é realmente produtivo? Estes são alguns dos problemas levantados neste fantástico texto que alguém devia traduzir (não olhem para mim, o meu francês não é assim tão bom).

Como poderemos melhorar o nosso ambiente informático e a qualidade do tempo que passamos nele?

How many applications are you using right now? How many online communication services are notifying you on your screen about a new message? How much time do you spend on the web? How much of that time is really productive? These are some of the issues raised in this fantastic text that someone should translate (don’t look at me, my french is not that good).

How can we improve our digital environment and the time we spend in it?

Pour une écologie informationnelle

On pourrait faire le tour des technologies que nous utilisons chaque jour et voir, pour chacune, combien elles sont restées frustes. Combien les liens entre elles sont demeurés inexistants. Entraînés dans l’innovation constante, nous semblons oublier de rendre plus aisément exploitables les innovations passées, y compris les plus utilisées. Bien sûr, de nouveaux outils font leur apparition, ajoutent des couches supplémentaires d’utilisation, permettent des traitements inédits. Mais ils s’ajoutent à la surcharge informationnelle, ils croissent au-delà des capacités cognitives d’un internaute moyen, c’est-à-dire d’une personne qui ne passe pas toute la journée en ligne. Oui, les vrais gens n’ont pas le temps pour utiliser les médias sociaux, clame avec raison Sarah Perez du ReadWriteWeb. “Selon le temps qu’on est capable de passer, on joue un rôle différent sur le réseau”, explique Nina Simon, à l’origine de cette réflexion, distinguant les participants (qui passent 1 à 5 heures par semaine sur les sites sociaux), des fournisseurs de contenus (5 à 10 heures), aux animateurs de communautés (10 à 20 heures). A croire que nous sommes capables d’inventer des outils si consommateurs de temps, que seul le temps passé sera bientôt capable de distinguer les utilisateurs les uns des autres.

Pour une écologie informationnelle

Continue a ler ‘Por uma Ecologia Informativa | For an Information Ecology’

02
Fev
08

Webnoticia: Propuesta de Modelo Periodístico Para La WWW

João Canavilhas - Webnot�cia(Un regalo para todos mis amigos que hablan castellano)

João Canavilhas é docente e investigador na UBI, e publicou a sua tese de doutoramento defendida na Universidade de Salamanca. “Webnoticia: Propuesta de Modelo Periodístico Para La WWW” é um trabalho que aborda as mudanças trazidas pela comunicação na web ao modelo de comunicação jornalístico. Está em castelhano, mas vale mesmo a pena. Leiam também o seu trabalho sobre a pirâmide deitada (este em português).

 

O jornalismo na web continua sem encontrar um modelo que lhe permita demarcar-se claramente dos jornalismos escrito, televisivo e radiofónico.
Embora os investigadores tenham identificado várias características próprias deste jornalismo – hipertextualidade, multimedialidade, interactividade, instantaneidade, personalização, memória e ubiquidade – apenas as quatro últimas são visíveis na esmagadora maioria das publicações online.
As três características relacionadas com linguagem – hipertextualidade, multimedialidade, interactividade – continuam ausentes das publicações e por isso está ainda por definir uma linguagem específica para o webjornalismo.
Este livro é parte da tese de doutoramento “Webnoticia: propuesta de modelo periodístico para la WWW” e pretende ser um pequeno contributo para a identificação de uma linguagem convergente para o webjornalismo.

En la actualidad la reciente evolución técnica de hardware y software, la reducción de precios de los equipos informáticos y el crecimiento de la banda ancha, permiten unos planteamientos más experimentales en los que se desarrollan y ponen a prueba modelos informativos que exploran las características de Internet o, más particularmente, las características de la Word Wide Web.

Home

Ver livro no LabCom

14
Dez
07

Right here, right now

Don’t let the graybeards and naysayers sway you, the Web is the greatest thing to ever happen to journalism.

 

This is the turning of the tide. It’s when journalism begins meaning so much more in people’s lives. It finally gives people a voice.

 

It’s 24/7 news that you want. It’s deeper background. It’s more interactivity.

 

It’s a conversation. It’s what the news always should have been.

 

The newspaper never has, never could and never will hold a candle to the power and depth of online journalism. It’s the past, and this is the future:

  1. News that you want, when you want — on any subject.
  2. News in the formats that you want that best tell each individual story.
  3. News that you can get from anywhere in the world on myriad of devices.
  4. News with deeper background and content.

The Web is not killing journalism. Journalism is more alive than ever, but the Web will kill many journalists and journalism organizations unwilling to change, unwilling to deliver news that matters to people and unwilling to deliver news to people in the formats that matter to them.”

 

“The Web is the greatest thing to ever happen to journalism”

Journalism Iconoclast




I moved | Mudei-me

140char

Sharks patrol these waters

  • 131.618 nadadores|swimmers
who's online

Add to Technorati Favorites

View my FriendFeed



Twitter

Add to Technorati Favorites Creative Commons License

Naymz | LinkedIn

View Alex Gamela's profile on LinkedIn

View Alex Gamela's page at wiredjournalists.com


Videocast

Entradas Mais Populares

Top Clicks

  • Nenhum

a

Ouçam o meu podcast AQUI | Listen to my podcast HERE |


My del.icio.us

Use Open Source

LastFM

 

Janeiro 2020
S T Q Q S S D
« Out    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031