Posts Tagged ‘futuro



16
Dez
08

O Futuro dos jornais do futuro e de agora | The future of of today’s and tomorrow’s newspapers

A Seismonaut é uma empresa de inovação e consultadoria, especialmente aos novos media e negócios digitais. Dois dos seus colaboradores fizeram uma apresentação no Danish International Media Festival sobre o futuro dos jornais. Muito do que aqui está foi também falado no Congresso de Ciberjornalismo no Porto, mas é um excelente resumo. De todos estes slides chamo a atenção para o 40 e 42.

Seismonaut is a innovation and consultancy company, especially directed towards new media and digital business. Two of its collaborators made a presentation at the Danish International Media Festival about the future of newspapers. Much of what is showed here was also discussed at the Cyberjournalism Congress in Porto, but it is an excellent unrelated  summary. From all of the slides i highlight number 40 and 42.

It’s a pretty thankless job to come up with fluffy predictions, which is why we chose to lean on William Gibson’s classic quote about how the “future is already here, it’s just unevenly distributed.” That means we wanted to give the audience some sign posts of a near-future media scenario, when it comes to technology, content, journalistic roles and the editorial process. I won’t get into much detail here, but take a look at our slides and feel free to comment if you want more perspective.

What does the future of the newspaper hold?

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18
Nov
08

10 mudanças no papel dos jornalistas (e 5 coisas que se mantém)

(English version here)

um-jornalista-e-um-dj

O jornalismo está em mudança: na tecnologia, no mercado, nos meios , nos formatos, nos modelos de negócio. Por isso é natural que o próprio papel dos jornalistas se tenha que renovar e adaptar a esta inevitável realidade.

Mas antes temos que perceber o que é e o que faz um jornalista:

Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também define-se o Jornalismo como a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação.

Ao profissional desta área dá-se o nome de jornalista.(…)

Trabalho do jornalista

A atividade primária do Jornalismo é a observação e descrição de eventos, conhecida como reportagem

  • “O quê” – o fato ocorrido
  • “Quem” – o personagem envolvido
  • “Onde” – o local do fato
  • “Quando” – o momento do fato
  • “Por quê” – a causa do fato
  • “Como” – o modo como o fato ocorreu

A essência do Jornalismo, entretanto, é a seleção e organização das informações no produto final (jornal, revista, programa de TV etc.), chamada de edição.

O trabalho jornalístico consiste em captação e tratamento escrito, oral, visual ou gráfico, da informação em qualquer uma de suas formas e variedades.

Wikipedia (versão portuguesa)

Agora que estamos esclarecidos podemos passar às novas exigências impostas pela profissão.

1- Um jornalista tem que saber trabalhar para mais do que um meio. Tem que ser polivalente e conhecer diferentes linguagens.

Trata-se de uma questão de sobrevivência profissional. Se é fundamental ser especialista num meio, é essencial que se saiba adaptar a outros, caso sejamos apanhados por uma restruturação empresarial. Além disso, essa polivalência é muito útil neste período de convergência de meios: um jornalista com boa capacidade para fazer rádio poderá assumir a produção de um podcast num jornal, ou usar as suas qualidades como fotógrafo para ilustrar as notícias no site da estação.

2-Um jornalista é o seu próprio editor.

Calma, não estou a promover a anarquia nas redacções. Mas a independência editorial é necessária nesta altura em que se publica a notícia no imediato, através de breaking news no site ou através do Twitter, precisa-se de uma maior velocidade de reacção. Os cortes no pessoal e as novas estruturas de trabalho – à distância, por exemplo- promovem essa autonomia. Mas é um acréscimo de responsabilidade.

3-Um jornalista é uma marca.

E o seu próprio produto. Se o mercado de trabalho é volátil o freelancing é um modo de vida (como sempre foi na profissão). Para se valorizar é preciso que o jornalista se saiba vender: criar conteúdos fora do trabalho – blogs, galerias de fotos, slideshows, vídeos, experiências em flash,podcasts, etc. É fundamental ter uma atitude empreendedora, e saber destacar a sua individualidade. Aqui entra o marketing pessoal e a forma como apresenta o seu CV ou o seu portfolio, o seu perfil em redes sociais. Além disso, torna-se mais fácil para o público reconhecer o seu trabalho, o que humaniza o profissional, e a própria empresa para que trabalha.  A proactividade é uma característica de todos os bons jornalistas, mas é essencial num mundo que permite a criação de projectos próprios com baixos custos.

4-Um jornalista tem que estar em rede.

Já antes estava, mas era uma rede social limitada por factores geográficos, círculos sociais e económicos, todas os constrangimentos do mundo real. Online, a limitação está no número de contactos que se tem. Uma rede profissional bem montada aumenta o reconhecimento do trabalho e facilita a obtenção de fontes e ajuda.

5-Um jornalista é um produtor.

O tempo das máquinas de escrever já lá vai, por isso é necessário saber um pouco mais do que escrever. Agora é preciso saber um pouco de programação, ter conhecimentos técnicos em vídeo, áudio, fotografia, design, quer seja para desenvolver trabalhos multimédia sozinho ou para saber comunicar num trabalho de equipa. E podemos aprender como fazer isso tudo online. O resultado final já não é necessariamente um texto, mas um pacote multimédia que é preciso saber como fazer, ou explicar.

6-Um jornalista é um arqueólogo de informação.

Pensem em vocês como exploradores, Indiana Jones digitais. Há espaço para novos tipos de jornalismo, baseados na utilização de base de dados e notícias antigas relacionadas com um determinado assunto. Faz parte do novo papel dos jornalistas seleccionar,cruzar  e  usar outras fontes- mesmo da concorrência – de épocas diferentes, em simultâneo e no imediato para explicar  a evolução ou o enquadramento de uma história. E a web está carregada de informação valiosa para quem a souber procurar e usar.

7-Um jornalista é um moderador.

Um jornalista é a ponte entre os utilizadores, a redacção e os sujeitos da notícia. Através da gestão dos comentários à notícia, recorrendo ao crowdsourcing, colaborando com os leitores, o jornalista valoriza a informação que publica. É preciso compreender que uma história não está terminada depois de publicada, há sempre mais dados que surgem que podem ajudar a melhorar a compreensão dos factos. Por isso faz parte das novas funções do jornalista alimentar, recolher e filtrar o diálogo que agora existe com os utilizadores, e incorporá-lo no resultado final.

8-Um jornalista é um autenticador.

No meio de toda a contribuição dada pelos utilizadores cabe ao jornalista validar o que tem valor informativo ou não. Verificar factos continua a ser parte do trabalho, mas assume agora uma importância maior devido ao impacto imediato que uma informação errada pode ter, pois espalha-se mais rápido e para mais longe. Este é um bom exemplo.

9-Um jornalista é mais polícia de trânsito do que investigador privado.

Ou melhor: vão haver cada vez mais polícias de trânsito do que investigadores privados. Desculpem destruir uma imagem romântica do jornalismo, mas os Humphrey Bogarts serão cada vez mais raros, pelo volume de informação serão precisos mais polícias de trânsito. O seu papel é fundamental na orientação das massas na busca de informação. Sites como o NewsTrust.net são bom exemplo disso. A criação jornalística continuará a existir, mas grande parte do trabalho será redirigir utilizadores e conteúdos para os sítios certos.

10-Um jornalista é um DJ.

Remistura e torna coerente o fluxo informativo.

…e 5 coisas que não mudaram:

1-O jornalista é um profissional especializado na recolha, tratamento,  criação e gestão de informação;

2-O jornalista trabalha para a sociedade;

3-O jornalista é curioso por natureza, e procura saber mais do que mostram;

4-O jornalista é o primeiro garante da liberdade de expressão e informação;

5-O jornalista é um alvo;

Que outros pontos se podem adicionar a estas listas?

Outros links vistos para este artigo:

The Changing Context of News Work:Liquid Journalism and Monitorial Citizenship, Mark Deuze (.pdf)

Is Web 2.0 killing journalism?

The changing role of journalists in a world where everyone can publish

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07
Out
08

Crónica de uma morte anunciada | Chronicle of a Death Foretold

“As newspapers shuffle toward the twilight, I’m increasingly convinced that the news has been the least of the newspaper industry’s problems. Newspapers are in trouble for reasons that have almost nothing to do with newspaper journalism, and everything to do with the newspaper business. Even a paper stocked with the world’s finest editorial minds wouldn’t have a fighting chance against the economic and technological forces arrayed against the business. The critics have it exactly backward: Journalists and journalism are the victims, not the cause, of the industry’s shaken state.”

Paul Farhi, Don’t Blame the Journalism  –

The economic and technological forces behind the collapse of newspapers

Quais são as razões da crise dos jornais? Paul Fahri, do Washington Post, escreve na edição de Outubro/Novembro da American Journalism Review que são muitas, mas muitas vezes são apontadas as erradas.

Uma das coisas que reparo na blogosfera dedicada ao jornalismo é que muitas vezes fechamo-nos no mesmo círculo de conceitos e simplificamos uma realidade que, para além de diversa é extremamente complexa. E como ainda está tudo ainda em processo é natural que hajam muitas ideias pouco exactas. Mas isso faz parte do diálogo, e analisando as ideias dos outros e confrontando-as com as nossas, o nosso pensamento colectivo avança para níveis mais elaborados mais depressa. Essa é grande a maravilha dos nossos dias.

Esta pequena divagação serve para vos aconselhar a ler o texto de Fahri com atenção e comparar com tudo o que se tem dito nos últimos dois anos sobre o estado do jornalismo, com maior ou menor grau de violência. Os factores que estão a levar ao fecho dos jornais não são só internos- apesar das administrações muitas vezes estarem longe da realidade – mas exteriores às  redacções, e prendem-se talvez mais com uma conjugação particular de factores económicos e tecnológicos.

Não foi a tecnologia que matou os jornais, nem vai ser a tecnologia que vai salvar os jornais. O que estamos a assistir agora, muito provavelmente iríamos assistir  na mesma em diferente grau, sem o factor tecnológico. As razões são eminentemente económicas e estratégicas. O que choca é o grau de surpresa que muitos têm perante esta situação, como se não fosse algo de previsível. Desde a saturação de mercados a quebras na publicidade, são muitas as pontas por onde se podem pegar.

Mas não se esqueçam: nunca se leram tantas notícias como hoje, nunca a informação chegou a tantos, nem tão depressa, nem neste volume. O jornalismo é uma actividade que está em florescimento, o negócio é que está a correr mal.

What are the reasons for the newspaper crisis? Paul Fahri, a Washington Post reporter, writes in the October/November issue of the  American Journalism Review that there are lots of them, but many times the wrong ones are pointed out.

One thing i notice in the journalism dedicated blogosphere is that many times we limit ourselves in our circle of concepts and over simplify a reality that beside being diversified, is extremely complex. And since everything is still part of an ongoing process, it is natural that many ideas aren’t quite right. But that is part of the dialogue, and analyzing other people’s ideas and confronting them with our own, our collective thinking advances faster to more ellborate levels. This is  the true wonder of our days.

This short rant is meant to advise you to read Fahri’s text with attention, and compare it with all that has been said in the last couple of years about the state of journalism, in a more or less violent fashion.  The factors that are leading to the shutting down of  newspapers are not exclusively internal- although many times the administrations are completely out of touch with the reality- but external to the newsrooms, and relate maybe more with a  particular conjugation  of economical and technological factors.

It wasn’t technology that killed the newspapers, and for sure it won’t be technology that will save them. What we are watching now, we would anyway, in  a different degree without the technology factor. The reasons are eminently economical and strategic. What is schocking is to see how surprised some are before the current situation, like if it was never going to happen. From market saturation to drops in advertising revenues, there are lots of threads to pull.

But don’t forget: we never read as much news as we do now, never the information reached so many, nor so fast or in such great volume. Journalism is a flourishing activity, it’s the business that is going down the drain.

“…I fear we’re deep into the self-fulfilling prophecy stage now. In many ways, newspapers are dying…because they’re dying. As their cash flow shrivels, owners aren’t willing, or able, to invest in their papers to arrest the rate of decline, if not reverse it. Each cut in editorial staffing and newshole makes the newspaper less useful and attractive, which makes the next round of cuts inevitable, and so on. Some newspapers entered their death spiral months ago.”

Paul Farhi, Don’t Blame the Journalism

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27
Ago
08

Uma perspectiva diferente | A different perspective

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Perspctv.com widget

Nas várias formas de se apresentarem dados sobre   determinados dados, o Perspctv.com traz-nos um formato interessante para seguir as tendências das eleições presidenciais americanas.

In the several ways to present data, the Perspctv.com website shows us an interesting format to follow the trends and stats of the american presidential elections.

Gráficos | Charts

Gráficos | Charts

Não só podemos seguir a evolução de algumas sondagens, como também assistir ao número de referências a John McCain e a Barack Obama nas notícias online, na blogosfera e ainda no Twitter. Tudo isto quase em tempo real.

Not only can we follow the evolution of some polls, but also watch the number of times John McCain and Barack Obama are referred in online news, in the blogosphere and also in Twitter. All of this almost in real time.

Mapa | Map

Mapa | Map

A importância dos dados geográficos está expressa também num mapa que engloba diferentes fontes. No Twitter o mapa é todo azul, o que indica que se calhar a Twitteresfera é predominantemente democrata.

O Perspctv.com é um bom exemplo como se podem reunir informação a partir de feeds e apresentá-la de uma forma interessante e actualizada. Para mais, é possível incorporá-la no nosso próprio website através de um widget.

Este tipo de mashups é algo que se torna cada vez mais comum e necessário, abrindo portas aos programadores-jornalistas para a criação de novas aplicações para vários temas que possam ser tratados quantitativamente.

Outro factor importante é a utilização de informação gerada por utilizadores, que dá uma visão mais abrangente e multipessoal sobre o assunto em causa.

The importance of geographical data is shown also in a map that incorporates different sources. On Twitter the map is all blue, which indicates that probably the Twittersphere is mainly democrat.

Perspctv.com is a great example how information can be gathered from feeds and present it in a very interesting and up to date way. Furthermore, you can embbed it in your own website through the widget made available.

This kind of mashups is something that is getting more and more common, opening doors to the programmers-journalists to create new tools for differente subjects that can be covered in a quantitative fashion.

Another important factor is the application  of user generated content, which provides a more broad and multipersonal view over the subject.

About

The idea of the site came from the interest and the observation of how the “internet” as it stands today can play a role in and shape an election. The internet is a dynamic conduit of information. It is the active voice of its constituents, which is ever-evolving. This constant flux of information is spectacular, but can also be quite daunting, so what I’ve done is try to simplify all this activity down to rudimentary charts and graphs. This simplification inherently may be erroneous in nature, though I believe the broad numbers tend to balance the errors out as there maybe negative pull in both directions. At the very least, the analysis of the data is compelling, particularly when visualized graphically.

An exploration of internet activity in reference to mainstream media. Gain a unique Perspctv on the US Presidential Elections.

This project presents different perspectives in our world, including that of Mainstream media and user-generated content on the Internet. Explore the similarities and the disparities, hear the many voices that have emerged and choose which view, if any, makes the most sense to you. What we think vs. what they say we think — All the chatter on the Internet, all the traditional news media coverage, and all the pollsters — Perspctv brings it all together in a simple and elegant manner — and gives a unique “dashboard” picture of the elections at any one given moment in time, totally un-biased.

descoberto | found via @PauloQuerido

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25
Ago
08

A reinvenção dos diários | Dailies re-invention

Los periódicos luchan por evitar la caida de ventas

FOTOGRAFIA | PICTURE - ÁLVARO GARCÍA - 23/08/2008 - El País

Juan Varela escreveu um post importante sobre o futuro e a renovação dos jornais diários a partir de um artigo de Ana Carbajosa para o El País ,sobre a  crise epidémica que afecta  os jornais  por todo o mundo.

De destacar nesse artigo a frase de Rosental Alves – professor na Universidade de Austin ,Texas, e orientador do workshop de Jornalismo Online a que assisti em Junho: “Sim, o jornal da era industrial está a morrer. Mas o que morre é apenas o de papel, como hoje o conhecemos. Dará lugar a um novo modelo.”

Juan Varela tenta responder em vários pontos à  seguinte questão: o que devem fazer os diários para sobreviver? Uma leitura obrigatória.

Em espanhol.Via @lolacomomola

Juan Varela wrote an important post about the future and renovation of daily newspapers, starting from an article by Ana Carbajosa for El País . about the epidemic crisis that is affecting newspapers all over the world.

I highlight in that article the quote by Rosental Alves – a University of Austin, Texas professor, and also the teacher at the Online Journalism workshop i attended last June: “Yes, the Industrial age newspaper is dying. But what dies is the one made out of paper as we know it today. It will give place to a new model.”

Juan Varela tries to answer in several points to the following question: What should dailies do to survive?

A must read post, in spanish only.Via @lolacomomola

¿Qué deben hacer los diarios para sobrevivir?
Es la pregunta que cada día nos hacemos periodistas, editores y muchas personas relacionadas o interesadas en el periodismo y el negocio de la información. El negocio de la información en internet crece demasiado despacio y se reparte entre más medios. Pero además se invierte muy poco dinero del nuevo negocio digital en información de calidad.
La pregunta no es si la prensa puede sobrevivir, sino cuál es el nuevo modelo de negocio necesario para la producción de información de calidad. Que viva o no el papel es irrelevante. Lo importante es que acaba una era en la que los diarios han liderado la producción de información de calidad. Las televisiones sólo lo han hecho muy parcialmente y la mayoría nunca han conseguido la potencia informativa de los grandes diarios. Y en un negocio donde la verdadera libertad de información ha pertenecido sólo a quienes tenían los recursos financieros para pagarla.
Unos lo han hecho con mayor independencia y responsabilidad social que otros, pero los últimos años, con la explosión de la convergencia multimedia, sus necesidades financieras, la concentración de medios y el hambre insaciable de los inversores por las rentabilidades desmesuradas han erosionado la credibilidad de los medios y su capacidad para invertir en innovación, tanto económicamente como en predisposición profesional.
Pero esa era acaba. Bienvenidos a otra de nuevas oportunidades y, como siempre, grandes desafíos y unas cuantas víctimas.
Más allá de los diagnósticos explicados en el artículo citado y en tantos otros, algunas ideas clave que guían mi trabajo sobre el futuro de la información y los medios.

La reinvención de los diarios

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21
Ago
08

Vera Alves – “A new definition of media”

The young generations grew up in a world where media is totally different to what it was for our parents and the generations before them. Like any social change, it takes some time to adjust to a new reality and there is always a culture and generational clash. It’s going to take some years (decades, I’d say) until everything is going full-speed.

Computers, cell phones, internet… they’ve all been present for the vast majority of my twenty-something years. I grew up with them and, in doing so, adapting myself to their presence was a natural and unconscious process. Not so for our parents.

Many older journalists seem to be refusing to adjust to this shift in the cultural paradigm. It’s not our job to tell them they’re wrong – they’ll figure it out by themselves. In many cases, they adjust ever so slightly, by using the web as an archive for material published in the past. The web is still the print’s poor cousin for these journalists and they can’t quite see its potential.

A new definition of media

(Vera Alves works as a journalist in New Zealand and has been blogging for quite some time. She recently started a new “journalism only” blog at http://verahasawebsite.com/blog.)

A minha querida e muito portuguesa Vera Alves, que recentemente se mudou para a Nova Zelândia, escreveu este interessantíssimo artigo para o Journalism.co.uk,  inserido no August Debate . Mais uma mente portuguesa a brilhar por aí, sem esperar por medalhas. Parabéns Vera, e boa sorte na terra dos kiwis.

My dear and very portuguese Vera Alves that recently moved to New Zealand, wrote this most interesting article for Journalism.co.uk, within the August Debate. Another portuguese mind shining out there, without expecting any medals. Congratulations Vera, and good luck in kiwi land.

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21
Ago
08

Update – Greg Linch – Artigo completo | Full article

The biggest challenge facing a young journalist in today’s media is…

Uncertainty.

This is a very simple answer to a very complex question. But it’s fitting because uncertainty is a common theme in many other challenges young journalists face.

Uncertainty is the greatest challenge facing young journalists

Referi neste post um artigo do Greg Linch, mas ele avisou-me que aquilo era apenas um esboço que acabou por ser publicado acidentalmente, por isso aqui fica o link para o texto completo. Obrigado Greg e desculpem-me os leitores.

I referred in this post a Greg Linch’s article, but he let me know that it was a only a draft that happened to be published accidentally, so here’s the link for the finished text. Thank you Greg and my apologies to the readers.

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