Posts Tagged ‘cyberjournalism

27
Nov
08

OBCIBER: Votem nos Prémios de Ciberjornalismo | Votes are Open for the Cyberjournalism Awards

O I Congresso Internacional de Ciberjornalismo vai atribuir prémios aos melhores trabalhos e websites de jornalismo digital. Abaixo têm os links para os candidatos às várias categorias, e poderão votar nos vossos favoritos aqui.

The 1st International Cyberjournalism Congress will award the best digital journalism works and websites. Below are the links for the nominated in several categories,so you can see how multimedia is in Portugal.You can vote here.

General Excellence in Cyberjournalism

Excelência Geral em Ciberjornalismo

1. Público.pt

2. Portugal Diário

3. Jornal de Notícias

“Breaking News”

1. Assalto aos BES – Público.pt

2. Desastre em Madrid – Jornal de Notícias

3. Assalto ao Balcão do BES – Portugal Diário

4. Presidenciais EUA: 1, 2, 3 partida – Portugal Diário

Multimedia Story

Reportagem Multimédia

1. A morte lenta do gelo eterno – Jornal de Notícias

2. Novas oportunidades – Sapo

3. Em busca de medalhas no Oriente – Rádio Renascença

4. Regicídio: o crime quase perfeito – Portugal Diário

VideoJournalism

Vídeojornalismo

1. Profissões cada vez mais raras – Rádio Renascença

2. Caminho onde o morto matou o vivo – Portugal Diário

3. Amor Cão – Jornal de Notícias

4. Chiado ardeu há vinte anos – Público.pt

Digital Infographics

Infografia Digital

1. Acesso ao BES – Sol

2. Conheça São Bento – Rádio Renascença

3. Tudo sobre F1 – Jornal de Notícias

4. Passeio no Eléctrico – Jornal de Notícias

College Cyberjournalism

Ciberjornalismo Académico

1. Prostituição no Porto – JPN

2. Pescadores de Vila do Conde – JPN

3. Porto encheu Rua Cândido dos Reis – JPN

4. Restauro dos órgão dos Carmelitas – JPN

5. Porto feliz, um ano depois – JPN

Votem aqui | Vote here

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17
Abr
08

Serão os jornalistas despedidos a nova concorrência dos jornais? | Are fired journalists newspapers’ latest competition?

Como os papões da indústria mudaram em 5 anos | How the industry’s ghosts changed in 5 years

Doug Marlette for MEDIANATION © 2004

Há relativamente pouco tempo, os maiores inimigos dos jornalistas eram os bloggers, porque eram amadores a fazer o mesmo que o Deus da Comunicação lhes tinha dado como vocação terrena. Os sacerdotes do jornalismo apressaram-se a excomungar os hereges que lhes pisavam o solo sagrado, e fecharam os olhos aos novos símbolos que eles traziam: computadores portáteis, câmaras digitais, telemóveis, uma verdadeira ubiquidade cibernética.

A desconfiança foi-se desvanecendo e os jornalistas passaram a usar as ferramentas dos bloggers como símbolos da sua religião. E um por um, assim se foi desmontando a autoridade da Igreja de Todos os Jornais, que ia perdendo crentes para a nova fé nos conteúdos online.

O desespero atacou os donos do templo que o viam ficar cada vez mais vazio, e aos poucos foram dispensando os seus subordinados, encerrando portas, lamentando-se aos seus muros que tanto tempo levaram a erigir. Era o fim de uma era, e as páginas que veneravam serviam apenas agora para lhes forrar a memória.

Mas alguns dos seus seguidores pegaram nos seus ensinamentos mais importantes, e espalharam as suas próprias palavras, não para converter ninguém, mas apenas para quem os quisesse ouvir. Esses jornalistas-novos agarraram a oportunidade e levaram a mensagem para a rede, e perceberam que o poder que tinham era igual ao da sua antiga religião: todo e nenhum. E aí transformaram-se no que lhes ensinaram a odiar.

Lisa Williams escreveu dois artigos por estes dias, que me levaram a pensar que despedir jornalistas não aumenta a competitividade dos jornais, apenas aumenta o número de concorrentes, já que um só jornalista pode criar o seu own media, e fazer sombra à empresa que o despediu. Para isso precisa-se apenas de fé, e fé implica humildade e vontade de fazer melhor, de nos ultrapassarmos. De uma coisa discordo da Lisa Williams: o jornalismo não é uma indústria de alta tecnologia, pelo contrário, o problema do jornalismo hoje em dia é que usa uma tecnologia que está acessível a todos. De resto a sua lista de “Dez coisas que um jornalista deve saber…” é genial.

Eu não sou religioso, mas sei que hoje em dia, não é preciso atravessar um deserto para isso.

Not that long ago, the biggest enemies for journalists were bloggers, because they were amateurs doing the same thing the God of Communication had told them to do as their earthly task. The priests of journalism rushed to excommunicate the heretic that were stepping on their sacred grounds, and closed their eyes to the new symbols they beared: laptops, digital cameras, cell phones, a true cybernetic ubiquity.

Suspicion faded away in time and journalists began to use bloggers’ tools as the symbols of their own religion. And one by one, it was how the authority of the Church of All Newspapers was dismantled, losing believers to the new faith of online content.

Despair struck the guardians of the temple, that saw it grow emptier, and slowly began to dismiss their subordinates, closing down the doors, lamenting to the walls they took so long to erect. It was the end of an era, and the pages they worshipped served only to paper their memories.

But some of it’s former followers took their most important teachings and spread their own words, not to convert but to whoever wanted to listen. These new-journalists seized the opportunity and brought their message to the net, and realized that all the power they had was the same as their former religion: all and none. And that was the moment they became what they were taught to hate.

Lisa Williams wrote two articles in these last few days that got me thinking that firing journalists doesn’t lead to an increase in newspaper competitivity, it just increases the number of competitors, since a single journalist can create it’s own media, and shadow the company who fired him. To do that, all it takes is some faith, and faith means humbleness and the will to do better, to surpass ourselves. In one thing I disagree with Lisa Williams: journalism is not a high tech industry, the problem with journalism nowadays is that uses a technology that is accessible to the rest of the people. Otherwise her list of “Ten Things Journalists Should Know…” is genius.

I’m not a religious man, but i know that nowadays, it doesn’t take crossing a desert to make it.

Ten Things Journalists Should Know About Surviving In a High-Tech Industry

Journalism Will Survive the Death of Its Institutions

Why are we still asking if blogs are journalism?

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11
Out
07

Base de Dados de Jornalistas| Journalists’ Database

Neste artigo do Guardian, mostram-nos uma ferramenta interessante: uma base de dados que permite ver os assuntos mais cobertos por um jornalista, quantos textos fez, se fez algum hoje. Podem também escolher um orgão de comunicação da lista e ver quem fez o quê. O site não está perfeito, mas como ideia é excelente, e só possível num mercado que aposta no digital, e em profissionais que lá trabalhem, fixos. Será que alguém fará o Jorna-Lista.pt?

__________________________________________________________________

In this Guardian’s story, we can see an interesting tool: a journalists’ database, that show us the subjects they covered, how often, if any today. We can also choose a news outlet and check who did what. It isn’t perfect, but it’s only in the reach of a market that bets in the digital platforms and in digital professionals with a steady job.

http://www.journa-list.com/




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