Arquivo de 6 de Fevereiro, 2009

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Top5 : Most annoying discussions | Discussões mais irritantes

Is Twitter Journalism? | O Twitter é Jornalismo?

BreakingNewsOn Twitter

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To put an end to all this annoyance (i’m getting sick of this too) i’ll finish this series with the latest most buzzing debate about new media.

Is Twitter Journalism?

The real issue: never got it right (me and those who argue about Twitter and journalism). Twitter is for mainstream media what blogs were some years ago: something they don’t understand but had to get on board. And this time they’re doing it quickly. But once again some people are asking the wrong question.

Twitter is a channel. Hundreds, thousands of channels. If someone shares information with his followers, thousands of users can access to it in a matter of minutes if it’s retweeted. It’s viral, word of mouth to the highest power. And since it’s mobile the source can be at the scene of the event. Examples: Hudson River Crash, Mumbai, China earthquakes. In a matter of minutes thousands knew about it first than news agencies or local media knew or could react, even half world away. So this is the nature of Twitter: a powerful broadcasting and crowdsourcing tool. Well played it can be used to get and deliver  information. Of course, just like in the offline world, there are hoaxes, but as far as i remember it’s part of the journalists’ job to verify information.Twitter gives the first info, to be developed by other channels later.

Fortunately, as it becomes more mainstream, there is more advice on how to use it for journalism. It’s easy, addictive and powerful. It is people driven, and fast. It also has the feature of being eclectic: on my few hundreds of followers i have people from 3 continents and with different ages, backgrounds and interests. One thing most have in common, they’re Twitter addicts.

Twitter is not journalism, but it is a hell of a tool to help in the process.

Para terminar toda esta irritação (eu também já estou a ficar farto disto) vou acabar esta série com  o mais recente debate aceso sobre os novos media.

Será o Twitter Jornalismo?

A verdadeira questão: nunca percebi (eu e os outros que questionam o Twitter e o Jornalismo). O Twitter é para os media tradicionais o que os blogs foram há uns anos: algo que não percebem mas com que vão ter que alinhar. E desta vez estão a fazê-lo rápido. Mas mais uma vez vez estão a fazer a pergunta errada.

O Twitter é um canal. Centenas, milhares de canais. Se alguém partilhar uma informação com os seus seguidores, outros tantos milhares podem ter acesso a ela no espaço de minutos se for reenviada. É viral, boca a boca à máxima potência. E como é móvel a  fonte pode estar no local do acontecimento. Exemplos: amaragem no rio Hudson, Bombaim, terremotos na China. No espaço de minutos milhares de pessoas souberam o que tinha acontecido, antes das agências ou media locais saberem ou poderem reagir, mesmo a meio mundo de distância. Essa é a natureza do Twitter: uma  poderosa ferramenta de divulgação e pesquisa dentro de uma comunidade. Bem usada pode servir para distribuir e recolher informação. Claro que existem embustes, como no mundo offline, mas segundo me lembro, faz parte do trabalho dos jornalistas verificar informação.

Felizmente, à medida que se torna cada vez mais de uso comum, há mais conselhos sobre como usá-lo em prol do jornalismo. É fácil. viciante e poderoso. É movido pelas pessoas, e rápido. Também é ecléctico: tenho algumas centenas de pessoas a seguir-me em 3 continentes, com idades, origens e interesses diversos. Uma coisa a maioria tem em comum: são viciados no Twitter.

O Twitter não é jornalismo, mas é uma excelente ferramenta para o processo.

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Rocket Man

Click image to watch slideshow | Cliquem na imagem para ver slideshow

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I has been a while since i last saw a AudioSlides presentation in a portuguese newspaper. Fortunately, Público used it to tell the story of a human cannonball on tour with a circus. The pictures are by Adriano Miranda – i had a workshop with him a few years ago so i can say that besides a great photographer he is a great guy- and the journalist was Susana Almeida Ribeiro.

A slideshow is the perfect format for this type of story: text only wouldn’t give the color and ambiance of the setting and the character no matter how many pics you could attach; audio only would provide a rich background (the crowd, circus music, the cannon bang) but hey, i want to see the guy flying; video would be an option, but it’s hard with a single camera team to  deliver multi angle footage of a one time event, and time is of the essence.

There are two things i don’t like about this work: no ambient audio- where’s the ooohs and aaahs and clapping of the crowd, the bang of the cannon, the cheesy circus music – and it is a tad too long, but it’s something like 20 seconds. Anyway, i did my own AudioSlides experiments and i know it’s hard. Just keep them coming, i’d really like to see more of those.

Já há muito tempo que não via uma apresentação em AudioSlides num jornal português. Felizmente o Público usou esta ferramenta para contar a história de um homem-bala. As fotos são do Adriano Miranda – fiz um workshop com ele há uns anos e posso dizer que para além de um grande fotógrafo é um porreiraço- e a jornalista foi a Susana Almeida Ribeiro.

Um slideshow era o formato perfeito para este tipo de história: só texto não daria a côr e o ambiente do local e do personagem por mais fotos que se colocassem; apenas áudio forneceria um fundo sonoro rico (a multidão, a música de circo, o estouro do canhão) mas o que quero ver é o homem a voar; video podia ser uma opção, mas é complicado ter vários ângulos de um evento que apenas acontece uma vez com uma equipa pequena, e o tempo é essencial.

Há duas coisas que não gosto neste trabalho: não há som ambiente – onde estão as reacções da multidão, as palmas, o boom do canhão, a música de circo foleira- e é um nada comprido, mas é qualquer coisa como 20 segundos. De qualquer forma, eu já fiz AudioSlides e sei como pode ser complicado. Façam mais, eu gostava de os ver.

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