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Jan
09

The vehicle, the road or the voyage | O veículo, a estrada ou a viagem


Carro-carroça

Hybrid model | Modelo híbrido - by rodrigo silveira

I believe newspaper companies are making a huge mistake when defining their business. This is not a new idea, but it is still happening.They’re trying to save the vehicle when they haven’t still understood how the vehicle has evolved: it is no longer a horse cart, but a  well designed Formula 1, powered by a state of the art last generation environment friendly engine.You can tell i don’t know much about cars but you get the idea.

Ok, but they want to keep the horse (fondly named Paper – even though they’re wanting to keep him out of the name). No harm about that, but its place is not in front of the car, doing all the hard work, but in a horse box pulled by the brand new car, as the luxury item it has become, well fed and properly treated. And the new machine needs new professionals with new technological expertises to keep it running.

Other mistake newspaper companies make is they decide which way to go. Come on people, that’s why buses aren’t the only way to go from A to B! People got their own cars to go wherever they like, whenever they like, alone or with their friends. No timetables, no fixed route. If there’s a shortcut (link?) we can take it because we want to and not go all the way around. But they stick to that same old dusty road they know so well, losing passengers more interested in choosing their own ways and destinations.

I fear newspapers have forgot what the car and the road are all about: travelling. It’s the experience, not the vehicle or the destination. TV and Radio know they are more sensorial experiences than ink on paper – a more brainy thing – and they do not seem to be asking for help like newspaper companies are. It’s the path, the way we choose to go left or right, and how we share our views – because travelling alone is not as fun as with others.

And when we finish the route as it is now with the newspapers, we find ourselves in the same place, when what people want is to end up in a whole new surrounding, with more knowledge than they first started.  A horse and  buggy can do, but we also long for the thrill of speed.

So their definition must take into account this: it’s all about the ride. Give us the options to enjoy it.

Acho que os jornais e as companhias que os detém estão a cometer um erro crasso na definição do seu negócio. Esta ideia não é nova,mas ainda acontece. Eles ainda estão a tentar salvar o veículo quando ainda não perceberam como é que ele evoluiu: já não é uma carroça, mas um Fórmula 1 bem desenhado,com um motor amigo do ambiente de última geração. Dá para ver que não percebo muito de carros mas estão a ver a ideia.

Tudo bem, eles ainda querem manter o cavalo (carinhosamente chamado de Papel- se bem que o queiram tirar do nome). Não tem mal nenhum, mas o seu lugar já não é a puxar o carro mas numa box a reboque, tratado como o bem de luxo que se tornou, bem alimentado e mimado. E o bólide precisa de novos profissionais especializados na nova tecnologia para o manter a funcionar.

Outro erro que as empresas dos jornais fazem é decidirem o trajecto. Então pessoal, é por isso que os autocarros deixaram de ser o transporte eleito de ir de A a B! As pessoas têm os seus próprios carros para irem onde quiserem quando quiserem,sozinhos ou com os amigos. Sem horários ou rota definida. Se houver um atalho (link?)podemos tomá-lo porque não queremos ir à volta. Mas os jornais teimam em seguir naquela estrada velha que tão bem conhecem, e perdem passageiros mais interessados em escolher o seu próprio caminho e destino.

Temo que os jornais se tenham esquecido do que para que o carro e a estrada servem: viajar. É a experiência, não o meio ou a chegada. A Tv e a Rádio sabem que são experiências mais sensoriais do que tinta no papel – uma coisa mais cerebral – e não as ouço a pedir por ajuda. É o caminho, a possibilidade de podermos ir pela esquerda ou pela direita, e como partilhamos os nossos pontos de vista – porque viajar acompanhado é sempre mais divertido.

E quando acabamos o percurso assim como está feito pelos jornais, acabamos sempre no mesmo sítio, quando o que as pessoas querem é terminar num local completamente diferente, com mais conhecimento do que quando acabaram. Uma carroça também serve mas também queremos o gozo da velocidade.

A definição passa por isto: é a viagem que interessa. Dêem-nos as opções para a podermos apreciar.


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