Arquivo de 17 de Novembro, 2008

17
Nov
08

Links para hoje | Links for today

17 Killer Mashups for Taking Control of Your Government

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Type “newspaper industry” into Google News and there’s nothing but bad news. Everything from falling profits and job losses to trying to figure out their footing in the new media world.

It has become an interesting industry to follow in terms of Marketing, Communication, Advertising and Media. In late October I published this Blog posting: New Media Might Not Be Able To Save The Newspaper Industry after the Newspaper Association of America issued a press release that newspaper Websites attracted over 41% of all Internet users and served over 3.5 billion pageviews per month, but were still struggling with how to monetize their properties.

10 Things Every Newspaper And Magazine Website Must Do

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It’s all the rage these days. Story comments. Aren’t they neat? Joeblow2938 said the story is great! JaneinOmaha said the story sucks. BlueFriend found a way to tie the story to George W. Bush and the downfall of society. Righwnger2323 things BlueFriend is an idiot and that Obama is going to ruin the world.

Just like embedded home page video players and Flash content flippers, comments are the latest rage. Just about every news site has added this functionality. In my little micro-bubble of Boise, no news site had story comments a year ago – but now all but one (the site I oversee – KTVB.COM, natch) have them. The two other TV-news sites get very few comments, while the newspaper gets tons.

But in so many cases, the comments devolve into nastiness or worse. I honestly cant figure out what they add. I run a blog and think comments have a place – mostly because the content is a niche and you an build a community. But on sites that have huge legions of users and a broad scope, they add almost nothing.

Why story comments are destructive

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Pat Thornton x3

The real challenge that journalism needs

We were never in the newspaper business

Interview with Sennott about upcoming GlobalPost.com

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7 Deadly Sins of Social Media

Lust, Gluttony, Greed, Sloth, Wrath, Envy and Pride. Yuck – the power of the word is evident in just looking at this infamous list.

The forces of good and evil are universal principles both online and offline. We all come into the real world (and the virtual one) as innocent babes. But once we arrive, our actions can bring us glory or shame.

In the world of social media, are you going to be a force for good? Or are you going to turn to the dark side – ruining your chances and infuriating those who cross your path?

The 7 Deadly Sins of Social Media

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Our journalism is now fully embracing the experiences of our audiences, sharing their stories, using their knowledge and hosting their opinions; we’re acting as a conduit between different parts of our audience; and we’re being more open and transparent than we have ever been.

And these things are not on the fringes of what we do: they are fundamental.

If you’re in any doubt, let me take you on a tour of some recent stories.

I’ll start with the London bombings. It was of course a terrible tragedy and a profoundly shocking event. But for Newsgathering, what happened on 7 July three years ago marked a watershed: the point at which the BBC knew that newsgathering had changed forever. In one sense it was just an example of what might be called “accidental journalism”.

No one who set off for work that fateful morning had any idea that their mobile phones would capture such dramatic images.

The role of citizen journalism in modern democracy




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17
Nov
08

Paulo Querido: “O fim da blogosfera”

slidepqb

O Paulo Querido fez a tão discutida apresentação no IV Encontro de Blogues intitulada “O Fim da Blogosfera”, e partilhou o seu slideshow que lhe serviu de apoio num artigo do Expresso. De acordo com o Paulo, “ já não há (energia na) blogosfera. Um título destes em 2006 teria pegado fogo à blogosfera, que então existia, em todo a energia das suas juvenis borbulhas.”

O ponto será esse mesmo, as borbulhas. A denominada blogosfera corporativizou-se, institucionalizou-se, atravessou um processo de selecção natural entre os seus pares, comercializou-se e aumentou o seu valor competitivo no mercado de conteúdos. Ou seja, passou das demonstrações juvenis e arranjou um emprego a sério. Pelo menos alguns arranjaram. Mas isso, no meu ponto de vista, só significa que a blogosfera, como em qualquer outra actividade – desde o póquer ao golfe, desde a pintura à música – vive muito de uma massa anónima que faz o que faz por gosto, mas poucos conseguem ser estrelas ou viver disso. E muitos desistem logo ao início ou a meio, ou mantém uma actividade regular com resultados modestos mas pessoalmente satisfatórios.

Mas um blogue é apenas uma plataforma e não uma forma de expressão. Essa expressão é hoje traduzida em posts e recados em redes sociais, no Twitter, ou transformaram-se em elementos eminentemente visuais, deixando a palavra para trás. Por isso não podemos falar no blog como um estilo, mas apenas como o primeiro grande passo na democratização da expressão individual na web. Como disse Nicholas Carr ainda a semana passada:

“Blogging” has always had two very different definitions, of course. One is technical: a simple system for managing and publishing content online, as offered through services such as WordPress, Movable Type, and Blogger. The other involves a distinctive style of writing: a personal diary, or “log,” of observations and links, unspooling in a near-real-time chronology. When we used to talk about blogging, the stress was on the style. Today, what blogs have in common is mainly just the underlying technology – the “publishing platform” – and that makes it difficult to talk meaningfully about a “blogosphere.”

O conceito de blogosfera nunca foi realmente muito forte, e designava na realidade a criação de conteúdos fora de uma estrutura comercial, por amadores, curiosos, pessoas com demasiado tempo livre e/ou demasiadas coisas para dizer, mesmo que na maioria das vezes não fossem nada de jeito.  Foi o nome que se deu à vaga de assalto gigantesca levada a cabo pelas pessoas “normais” na web – que aconteceu ao mesmo tempo de uma melhoria tecnológica e uma época perturbadora que incitava a essa expressão pessoal.

Será que podemos falar de um fim? Talvez, mas no fim de uma fase. Especialmente porque a plataforma é tecnologicamente válida, e será a mais indicada para uma série de projectos, desde relatos sobre a vida em países em desenvolvimento feitos por cidadãos independentes – ou sob uma ditadura – à criação de own media, como blogues informativos dedicados a nichos de mercado a que mais ninguém liga, ou a comunidades específicas. Por isso não é o fim, é uma mudança. Sobre a sua apresentação, o Paulo Querido diverge um pouco essa ideia:

Apresentei 2 sinais – entre outros que nos rodeiam – para reforçar a tese do fim de algo mais que um ciclo. Sinais que, no caso da blogosfera portuguesa, vêm sido detectados desde 2006. Mas aflorei ainda aspectos que contribuem para tirar impacto aos blogues (e energia aos autores e leitores). O surto das redes sociais e da participação dos indivíduos nelas, bem como as alternativas editoriais como o microblogging, que é onde agora está a acção.

Fim, transformação ou renascimento, numa mega esfera virtual a várias velocidades, os blogs ainda se mantém válidos numa realidade que já procura o que vem a seguir. De notar que todos os links que estão relacionados com este assunto – aqui e noutros lados – são blogs ou variantes.

A ver também:

José Luis Orihuela no IV Encontro de Blogues

APONTAMENTO SOBRE O ENCONTRO DE BLOGUES

Participação no IV Encontro de Blogues da UCP


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