Arquivo de 1 de Julho, 2008

01
Jul
08

Contadores de histórias ou fornecedores de informação? | Storytellers or information providers?

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Pat Thornton, o Iconoclasta, questiona se os jornalistas são contadores de histórias ou fornecedores de informação. Ele assume-se claramente como o segundo: “De facto, eu não sou muito bom a contar histórias. Mas posso vos dar muitos factos, números e informação”.

Eu concordo com a ideia de que nem todos os jornalistas sabem contar histórias, e muitas vezes deviam ser impedidos de o fazer. Mas quando se passa tanto tempo a trabalhar com palavras e pessoas, é inevitável que os factos ganhem vida e se transformem numa narrativa não ficcional, ou seja, numa estória. E se adicionarmos imagem e som, tudo isto ganha novas dimensões.

Facto ou fábula? Tudo o que sirva melhor o utilizador, o jornalista e a nossa consciência colectiva. Dar um número em vez de um nome, mostrar uma bandeira em vez de uma cara, uma estatística em vez de uma declaração, é a diferença entre a frieza factual e a humanização das notícias. Eu sei que o Pat Thornton não está a usar uma posição extremista, pelo contrário, ele apela a uma moderação no que se vai fazendo com os novos meios, ainda cheios de armadilhas.

Mas não deixo de sorrir quando ele se refere ao amigo que diz “que não é um jornalista mas um contador de histórias”. Será esse o caminho? E vocês, o que são?

Pat Thornton, the Iconoclast, wonders if journalists are storytellers or information providers. He clearly comes out as the latter: “I’m not very good at telling oral stories. But I can tell you a lot of facts, figures and information.”

I agree with the thought that not even all journalists know how to tell stories, and often they should be stopped from doing it. But when you spend so much time juggling with people and words, it’s inevitable that facts come to life and become a non-fivtional narrative, in other words, a news story.And if we add image and sound this whole concept grows into a whole new level.

Fact or fable? All that serves better the user, the journalist and our collective conscience. To give a number instead of a name, to show a flag instead of a face, a stat instead of a quote, that is the difference between cold fact and new humanization. I know that Pat Thornton isn’t taking an extreme stand on this, quite the opposite, he appeals for a moderation in current practice, especially when we remember the new media, still filled with traps.

But i can’t help to smile when he refers to his buddy that said “I’m not a journalist. I’m a storyteller.” Is that the way? And what about you? Are you tellers or providers?

I’m not a storyteller — I’m an information provider

A lot of journalists got into this business because they like to tell stories.

I think that’s one fundamental reason why so many journalists have a hard time adapting to the changing news landscape. For me, it was never about the story — it was always about the information and news.

So, if the format changes, it doesn’t really bother me. I’m not married to the format or the medium. I’m not here to weave intricate narratives and tell stories.

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01
Jul
08

Planear o vosso projecto Web | Planning your web project

Neste momento devo ter uns três ou quatro projectos para websites para desenvolver. Por isso percebo bem o post do Ryan Sholin que fala na colaboração entre criadores, programadores e designers. Cada pessoa tem as suas próprias ideias e linguagem, por isso o criador tem que saber explicar o que pretende com o website,que funcionalidades necessita, e qual o aspecto geral que se procura. Eu, nos meus tempos negros em que fazia de conta que era webdesigner (mais trolha que arquitecto ou engenheiro) bem via as dificuldades que tinha com os clientes quando me tentavam – sem sucesso- explicar o que queriam.

Sholin deixa-nos cinco sugestões simples que servem para qualquer projecto colaborativo deste género, às quais acrescento ainda mais algumas :

-usem exemplos que já conheçam ou plataformas já existentes;

-respeitem a criatividade dos outros, se lhes foram pedir ajuda foi porque acharam que eles tinham capacidade de fazer o site melhor do que vocês alguma vez pensaram. Além disso, se são especialistas a opinião deles em certos aspectos é mais avalizada do que a vossa;

– estejam preparados para perder tempo, nada se faz bem e depressa, e é preciso tentar e errar, para depois refazer e melhorar;

– sejam também simpáticos, e realistas.Muitas vezes serão obrigados a lidar com essas pessoas muito tempo depois do site estar acabado, por isso, não se comportem como idiotas , nem deixem que os outros o façam. Boa sorte para os vossos projectos.

Update- O Dave Cohn, criador do projecto laureado pela Knight News, Spot.us, também percebe bem o que é isto, e deixou mais uma sugestão:

So You Want to Build a Startup? – Step One: Get Your Story Straight

Right now i must have about three or four website projects to develop.So i understand perfectly this post by Ryan Sholin that taks about the collaboration between creators, developers and designers. Each one has it’s own language, so the creator must know how to explain what he wants with the website, which applications he needs, and the general look and feel he is looking for. Me, in my dark days as a wannabe webdesigner (more like a mason than architect or engineer) had my own troubles with most clients when they tried – unsuccessfully- to explain what they wanted.

Sholin gives five suggestions that will work for any collaborative work of this sort, to which I add a few more:

-use other projects or platforms that already exist asan example for what you’re looking for;

-respect other people’s creativity, if you asked them for help it was probably because you thought they are more skilled than you to do your website, and do it better than you ever imagined. Besides, if they’re experts, their opinion about some issues will always be better than yours;

-be prepared to waste time, nothing can be done fast and well, and you have to try and fail, to rebuild it and make it better;

-also, be nice, and keep it real. Often you will have to deal with those people long after the website is done, so don’t act like idiots nor should you let others do it.

Good luck with your projects.

Update-Dave Cohn creator of the Knight News awarded Spot.us, knows a lot about this and leaves his own suggestion:

So You Want to Build a Startup? – Step One: Get Your Story Straight

Start with a pencil: That’s right, it’s time to whip out ye olde dead tree times two — paper and pencil. Personally, I prefer swiping a sheet of 11×17 from the nearest printer. Lots of room for notes at that scale, plus, you’re going to want to draw all sorts of crazy arrows and add captions and numbers and diagrams and… maybe that’s just me. But either way, this is your first prototype: Paper and pencil. Pen if you prefer to live dangerously.

Working with developers and designers

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