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Maio
08

Be Original


redundant

Scott Karp pegou no exemplo da notícia da aquisição do Yahoo pela Microsoft para demonstrar a quantidade exagerada de conteúdos redundantes na net. Pelo meio deixa alguns conselhos muito interessantes e que revolucionam o papel dos meios de informação: deverão forçar o seu próprio conteúdo mesmo que não seja mais completo que o já existente, ou deverão referenciar o conteúdo externo se for de melhor qualidade?

A ideia que ele deixa é muito simples: sejam originais.

Scott Karp took as an example the news about the bid over Yahoo by Microsoft to demonstrate the exagerated amount of redundant content on the web. In between he leaves a few quite interesting advices, and that revolutionize the role of media outlets: should they impose their own content even if it’s not better than the already existing one, or should they reference outside content of higher quality?

The idea he leaves is very simple: be original.

Here’s another way to look at it. Imagine a Midwest city where a factory that is a major employer announces that it is shutting down. Now imagine that instead of one local newspaper and one local TV station covering this story instead there are 100 newspapers and 50 TV stations. Reporters from each of these outlets file their coverage of the story. Newsstands in the local Walmart display all 100 newspapers, each with the factory closing story on the cover. Anyone who turns on their TV station can flip channels at 6pm and find the same story being reported, over and over again.

Yes, that’s a silly example, but is it really all that different from what’s happening on the web?
Can you imagine a content economy five or ten years from now that supports 2,000 versions of the same story? Is it any surprise that the company that creates far and away the most economic value on the web produces NO ORIGINAL CONTENT? (Yes, that would be Google.)

Here’s the other takeaway: Don’t add to the noise, help reduce it.

An engineer who works on Google News said during a presentation at the NewsTools conference that Google is studing whether the amount of news on the web is actually decreasing.

So while there’s more content on the web, there may be less news.

Ler | Read The Declining Value Of Redundant News Content On The Web


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4 Responses to “Be Original”


  1. 6 de Maio de 2008 às 3:16 pm

    Interesting to read, Alex. Who knows what will happen to Online Journalism in two years, let alone five? It’s similar to Apple – they are creating i-everything. Pretty soon you’ll be going to sleep in your iBed, sleeping on your iPillow, dreaming an iDream, all powered by Apple of course! I’d love to know how the Google study goes.

  2. 6 de Maio de 2008 às 4:46 pm

    I fear that the main struggle will be between the content producers and the content collectors. There are more and different valid sources for the same type of information, so i guess even large news outlets will function as information aggregators based on independent sources: this allows to be on top of the action with smaller newsroom teams, giving space and sustainability to bloggers and smaller specialized outlets. Time will tell.

  3. 8 de Maio de 2008 às 10:16 pm

    Alexandre, escrevi sobre isso mesmo há dias, no Expresso e no meu blogue.

    Offline, o lucro está na replicação e a originalidade é afluente.
    Online, o ganho está na diferenciação e a réplica é uma perda de tempo.

    aqui.

  4. 9 de Maio de 2008 às 4:03 pm

    @Paulo Querido

    Ainda não o tinha lido todo, apesar de ter comentado na reacção no Comunicação Empresarial. e concordo plenamente consigo. Na minha última experiência profissional numa rádio local, recolhia a informação a partir de várias fontes, e invariavelmente via o mesmo texto em 7 sites noticiosos diferentes, todos (mal) adaptados da Lusa. O que acabava por fazer era refazer o texto com os factos para segmentos de 20/30 segundos, mas sempre a tentar fugir ao que já estava escrito, ou seja, factualmente era a mesma notícia,mas o texto era meu. Sendo a Lusa uma empresa a quem se paga pelos conteúdos que distribui, acaba por ser desnecessária porque os texto são logo papagueados em dúzias de orgãos de comunicação. O tweet que pôs no início do texto chamou-me a atenção logo na altura (também sigo o João Oliveira) e lembro-me de pensar que trabalho não falta, faltam é lugares nas empresas. Mas quando a Lusa trabalha com um rol de estagiários (acredito que muitos sejam mais do que competentes) creio que o a cadeia informativa começa logo fragilizada.

    Mas a questão aqui tem mais a ver com a redundância de conteúdos. Como já abordei várias vezes aqui no blog, a estrutura comunicacional portuguesa caminha para o atrofio. Depois ainda se hão-de admirar porque é que têm prejuízo e fecham as portas, por mais que teimem em poupar dinheiro com a força laboral. Quando tudo é massificado, só os originais se destacam. Mas se calhar sou eu que sou teimoso…

    Mas eu, como estou desempregado, nem sequer devia falar destas coisas (isso é que havia de ser bonito!).


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