Arquivo de 9 de Abril, 2008

09
Abr
08

Estudo sobre Redes Sociais | Social Network Research Report

Quem, como e porquê se usam (ou não) os sites sociais, são as questões que o relatório da Ofcom procura responder, numa tentativa de se compreender as atitudes e comportamentos dos utilizadores (ou não) perante as redes sociais na Internet.

Who, how and why are social websites used (or not), these are the questions that the Ofcom report tries to answer, in an attempt to understand the attitudes and behaviors of users (or not) towards internet social networks.

The rapid growth of social networking that has been observed over the last two to three years is indicative of its entry into mainstream culture and its integration into the daily lives of many people. In parallel with this, there has also been considerable media coverage of the growth of social networking, its potential positive outcomes and concerns about the way that some people are engaging with it.

Social Networking [pdf]
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Via Ponto Media

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09
Abr
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YouTube killed the video…

…star. Comments came and broke your heart

A humorous yet somewhat depressing look at how youtube takes over people. I used some stop motion and various clips from youtube and tv. I remade the original version of the buggles song using reason 3 and a free text to speech editor. Also DONT GET PISSED!!!! the sexy thumbnail is the irony of the whole thing. Also the song is dull and lifeless for a reason. Please rate and comment and tell me what you think….

http://www.myspace.com/mikejoy5

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09
Abr
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Na Íntima Fracção da Noite

Francisco Amaral Quando, ainda no liceu, eu ouvia a TSF à noite na procura da música e da poesia que vinham numa Íntima Fracção, nunca imaginei como a vida haveria de me cruzar com a personalidade e a voz de um dos poucos heróis que tive na vida.

O Francisco tem uma personalidade especial, é inteligente e nunca tive uma conversa com ele que não durasse pelo menos umas duas horas,e que não fosse interessante. Foi complicado associar a pessoa ao mito que criei durante as horas que o ouvi, num programa de rádio que acho paradigmático numa certa forma romântica e poética de fazer as coisas. Quando comecei a trabalhar com ele num defunto canal de televisão por cabo, achei extraordinária a sua acessibilidade, o seu raciocínio, a sua generosidade. Como trabalhava directamente com ele num dos programas, pude observá-lo na prática de uma das minhas modalidades favoritas no jornalismo, a entrevista. Com ele tudo parecia fácil, pois o Francisco gosta muito de conversar e trocar ideias, de conhecer as pessoas e tirar delas o melhor que elas têm. Por isso achei natural que ele fosse dar aulas para a minha antiga escola, pessoas como ele são uma mais valia em qualquer instituição.

Infelizmente, e porque a vida dá muitas voltas, e o tempo que temos é sempre para quem está mais perto, acabei por perder o contacto com o Francisco Amaral, apesar de me sempre ter dito para recorrer a ele quando fosse preciso. Mas como o mundo é mesmo pequeno, foi a filha dele, a Inês, que acabou por ter uma influência decisiva para o que ando a fazer, quando numa formação de Ciberjornalismo, onde ela era responsável, me obrigou a questionar o que queria fazer da minha vida. Acho que foi a melhor pergunta que me poderiam ter feito na altura, pois a partir daí decidi recuperar o tempo perdido, e desbravar caminho. Recentemente recorri à Inês para me apoiar num dos meus objectivos correntes, e a generosidade que conheço naquela família mostrou-se bem presente.

E quando no blog da Inês soube que a Íntima fracção tinha ganho um espaço no site do Expresso, só pensei em duas coisas: que os jornais deviam ter mesmo programas de rádio; e que se devia haver um era a Íntima Fracção.

O Francisco já não é meu herói, porque os heróis precisam de alguma inacessibilidade, mas é uma pessoa que admiro e respeito muito, independentemente de todas as pedras que surgem pelo caminho. Hoje em dia não tenho hábito de o ouvir, mas se calhar é algo que devo reconsiderar. De qualquer forma, os meus parabéns, e um enorme obrigado ao Francisco e à Inês, apenas por terem partilhado uma fracção do meu caminho.


A Íntima Fracção completa hoje vinte e quatro anos.
Nesta data, novo rumo.

A partir de hoje o blogue e a distribuição ( gratuita) do programa passam para a versão online do semanário EXPRESSO.

Agradeço a todos os que me acompanharam até aqui e espero por vós (e mesmo por todos os que ainda não conhecem a Íntima Fracção …) no EXPRESSO online (link directo ao blogue da IF).

ATÉ LÁ (já …) !

Íntima Fracção – O regresso

Podcasting EXPRESSO – Íntima Fracção

Para quem nunca ouviu, aqui fica um programa:

http://aeiou.expresso.pt/users/0/14/IF8Abr08_717aa82c080b8dbbb33a15e4ab70dc8e.mpga

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09
Abr
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Filme | Movie – Stop the Presses: The American Newspaper in Peril

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Manny Mendoza e Mark Birnbaum realizaram um filme intitulado “Stop the presses: The American Newspaper in Peril”, que viaja entre os princípios do jornalismo na América e o seu futuro, debruçando-se sobre os desafios que a indústria enfrenta.

Manny Mendoza and Mark Birnbaum directed a movie called “Stop the presses: The American Newspaper in Peril”, that goes from the very beginnings of journalism in America to it’s future, taking a close look at the challenges the industry is facing today.

Stop the Presses is laid out like a newspaper feature story, with timely excursions into the past to provide historical context for a developing story. The film may have begun as an examination of what happened to the Dallas Morning News, which was once upon a time widely-respected but is now a hollow shell of its former self, yet it quickly broadens its view to show what is happening nationwide, with special emphasis given to newspapers in New Orleans, Philadelphia, and Florida.

AFI Dallas Review

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About The Film : What will become of the American newspaper? The ready availability of news around the clock, particularly on the Internet, is combining with Wall Street’s demand for growing profits to threaten this important American institution. What’s at stake is the role of the journalism in a free society. Many American newspapers have seen advertising revenues plummet, printing costs rise, readership decline and shareholders increasingly unsatisfied with their financial returns. Newspaper management reacted with cuts: involuntary layoffs and voluntary buyouts. Papers are not only deciding how large a staff they can now afford but also how to deploy it in a shifting world of 24-hour cable news, Web sites aimed at every niche and tv-enabled telephones.

Official Website

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