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Fev
08

Hélder Bastos em entrevista | Interview with Helder Bastos


Entrevistei Hélder Bastos no âmbito de um projecto que estou a fazer sobre as mudanças no jornalismo com as novas tecnologias. Hélder Bastos é professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, para a licenciatura em Ciências da Comunicação, e é dos primeiros em Portugal a ter abordado as questões do jornalismo digital, o que continua a fazer no seu blog Travessias Digitais. Aqui ficam algumas ideias.

I’ve interviewed Hélder Bastos for a project i’m preparing about the changes that are happening in journalism with the new technologies. Hélder Bastos is a teacher at Porto University for the Communication Sciences course, and it was one of the first in Portugal to raise questions about online journalism, which he keeps doing with his blog Travessias Digitais.Here are some of his thoughts.(read in english)

Em breve, a entrevista completa.| Soon, the full interview.

(…)O papel das escolas, e sobretudo da universidade, é o de preparar os futuros jornalistas para o trabalho num ambiente profissional cada vez mais exigente, competitivo, flexível e carregado de desafios constantes, nomeadamente no que às novas tecnologias concerne. Compete à escola fornecer as ferramentas técnicas, práticas e teóricas essenciais a uma boa preparação para o cabal exercício do jornalismo. (…)

 

(…)Definitivamente, já não basta a um jornalista saber escrever e ter boas fontes de informação para sobreviver nos ambientes embrionários da convergência e da multitextualidade. (…)

(…)A chamada «mass self communication» ganha terreno e força, mas ainda está muito longe de constituir uma alternativa realista aos «mass media»: apesar de estarem a procurar adaptar-se ao avanço da Internet e das suas modalidades comunicacionais, estes mantém o seu poder e hegemonia nas sociedades contemporâneas, quanto mais não seja porque ainda detém o monopólio da comunicação de massa. A «mass self communication» pode influenciar, ou mesmo contagiar, a «mass communication», mas não é, por enquanto, mais poderosa.(…)

(…)A política reage à tecnologia, não a antecipa e, muito menos, a controla.(…)

[Em Portugal] A área dos novos media evolui, claro, mas muito lentamente em comparação com países tecnologicamente mais avançados. Há pouca capacidade de empreendimento e de risco (um problema que se estende a múltiplas áreas da economia nacional), e muito menos se aposta na investigação e desenvolvimento. No campo mais específico dos media noticiosos, a evolução foi ainda mais lenta. Continuamos a chegar pontualmente atrasados ao futuro que outros já conquistaram.

Em breve, a entrevista completa.

 

(…)The schools role, and foremost university’s, is to prepare future journalists to work in a professional environment more and more demanding, competitive, flexible, and full of constant challenges, on what concerns new technologies. It’s up to the schools to provide the technical, practical and theoretical tools essential to a good preparation for the whole exercise of journalism. (…)

(…)Definitively, is no longer enough for a journalist to know how to write and have good information sources to survive in the embryonic environmentsof convergence and multitextuality. (…)

(…)The intitled «mass self communication» is gaining terrain and strength, but it is still very far away from becoming a realistic alternative to «mass media»: though they are looking to adapt to the Internet’s advance and it’s communicational modalities, they still keep their power and hegemony in contemporary societies, even if it’s just because they hold the mass communication monopoly. «Mass self communication» can influence, or even contaminate, «mass communication», but it is not, yet, more powerful.(…)

(…)Politics react to technology, doesn’t antecipate it and, let alone, control it.(…)

[In Portugal] The new media field is evolving, of course, but very slowly compared to more technologically advanced countries. There isn’t much capacity of enterprising and risk (a problem that extends to several other areas of national economy) , and much less is invested in investigation and development. On the more specific field of news media, the evolution was even slower. We’re punctually getting late to the future that others already conquered.

Soon, the full interview.


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