Posts Tagged ‘twitter



01
Abr
09

Jay Rosen: Social Media

When i started thinking about my presentation for last weekend’s Convention, i wondered how i could explain the shift from mass to social media. And where Twitter fits in the picture.

Ok. Rosen did it before and i didn’t knew. As i was watching this video i felt really uncomfortable, all the items i wanted to adress are there. But Jay does it better. I’ll take this as a sign i’m going in the right direction, or, at least, that i am aware of what is going on.

Quando comecei a pensar na minha apresentação para a Convenção do fim de semana passado, tentei imaginar como é que podia explicar a mudança de mass para social media. E onde o Twitter se encaixava.

Ok. O Rosen fez o mesmo antes e eu não sabia. À medida que ia vendo este video senti-me desconfortável, tudo  que queria dizer está ali. Mas o Jay fá-lo melhor. Vou tomar isto como um sinal de que estou a ir na direcção certa, ou, pelo menos, de que estou consciente do que se está a passar.

via @raul_pereira

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26
Fev
09

Entrevista completa ao Semanário Económico

Sorry all you english speaking people, but i don’t have time today to translate this. Maybe next week.

Estas são as perguntas da Ângela Marques para a sua reportagem sobre o Twitter que saiu no fim de semana passado no Semanário Económico. Como acho que ela levantou questões interessantes e eu dei algumas respostas com piada, vou publicar aqui o integral da entrevista.

1. Como conheceu o Twitter?  Usa outras redes sociais como o Twitter (Facebook, Hi5, Myspace)?

Comecei a ouvir falar do Twitter na parte final de 2007, associado a outros serviços semelhantes como o Jaiku e o Plurk. Confesso que a início não fiquei fascinado com o microblogging, mas à medida que ia lendo alguns bloggers , como o Paul Bradshaw do OnlineJournalismBlog.com sobre esta ferramenta, fui ficando cada vez mais interessado. Além disso, era novo e gratuito,e achei que não custava nada experimentar. Acho que é assim que funcionam os early adopters.

Tive algumas dificuldades a princípio para entender o potencial do Twitter, mas à medida que ia entrando em contacto com outros utilizadores e a aumentar a rede de contactos esse potencial foi-se revelando. Acho que o ponto de viragem foi durante o incêndio de Camden Market há cerca de um ano, em que pelo Twitter estava a recolher mais informações e mais depressa do que pelos canais tradicionais, enquanto as partilhava com amigos meus em Londres, que nada sabiam do acontecimento. Depois com as aplicações que fui descobrindo, consegui ter uma utilização mais efectiva da aplicação. Na altura ainda dava para receber gratuitamente mensagens do Twitter no telemóvel, o que era o verdadeiro intuito do Twitter. A partir daí tornou-se realmente num vício.

Estou inscrito nessas três redes sociais, com uma presença mais efectiva no Facebook, mas a partir do Twitter achei-as limitadas, são na prática plataformas expositórias, enquanto que o Twitter na sua essência é uma ferramenta de partilha e diálogo.

2. O que lhe interessa no Twitter?

A interacção com as pessoas. Desenvolvem-se conversas, debates, partilham-se links, em 140 caracteres. Por muito pouco que tenhamos para dizer esse pouco pode ser valioso, tenho descoberto e aprendido muito com o que os elementos da minha rede de contactos partilham. Depois é a ubiquidade, demonstrada nos em alguns acontecimentos como a amaragem no Rio Hudson, onde a informação estava a ser divulgada por pessoas no local. Soma-se a isto a possibilidade de toda a gente ter telemóvel com câmara fotográfica, e haver uma evolução nos dispositivos móveis que permitem retirar o máximo do canal. Alguém partilha um dado com o seu grupo que é repetido exponencialmente pelos elementos desse grupo com os seus próprios seguidores e por aí fora. É o boca a boca à velocidade da luz, e é por isso que os media tradicionais têm ficado para trás em algumas situações porque precisam de enviar meios e pessoas para o local do acontecimento. Se alguém com Twitter estiver lá, o mundo também está.

Outro factor que me interessa imenso é o facto de as pessoas continuarem a agir como numa rede social tradicional: partilham as pequenas coisas do dia a dia, músicas, fotos, damos os bons dias, o que humaniza o relacionamento virtual. E depois, se alguém precisa de ajuda basta só pedir, alguém pode , ou tem alguém na sua rede que pode, ajudar. Existe um espírito muito solidário.

3. Por quantas pessoas é seguido no Twittter?

Graças à recente divulgação do Twitter houve um crescimento notório no meu número de followers, com 7 a 10 novos utilizadores a adicionarem-me por dia. Neste momento exacto tenho 716 mas espero chegar aos mil em menos de um mês. E são pessoas do mundo inteiro, mais ou menos ligados às minhas áreas de interesse, e muitos são amigos de amigos. Existe o FollowFriday que basicamente são tweets a recomendar algumas pessoas, todas as sextas. Já fui recomendado várias vezes, especialmente por utilizadores norte americanos. Há uma coisa que gosto de fazer cada vez que chega um novo follower que é dizer olá, tratá-lo pelo nome próprio, dar as boas vindas, e se através das bios ou dos links para os seus blogs eu vir que existe alguma coisa que interessa deixo sempre um comentário extra. Tenho a noção que são pessoas reais do outro lado e dizer olá é o mínimo que posso fazer já que se interessaram por aquilo que eu digo em 140 caracteres.

4. (Vamos tentar fazer uma pergunta sem a palavra Twitter?) Continua a
alimentar o seu blogue com a mesma frequência?

Mais ainda. Tenho mais público no Twitter do que um dia normal de visitas no blog, e muitos chegam aos meus posts lá, porque são notificados através do Twitter que escrevi mais alguma coisa. Depois quem achar o texto suficientemente interessante para ser partilhado, reenvia o meu link para a sua rede. É um processo viral, que me tem dado mais visibilidade ao meu trabalho como blogger. O que acabo por fazer de diferente é partilhar mais links via Twitter do que recomendá-los no blog.

5. Quantos Twitters segue?

Essa é a parte curiosa na minha construção da rede de contactos no Twitter. São cerca de menos 30, em média do que o meu número total de seguidores. Neste momento são 691. Isto acontece porque há utilizadores que ou não disponibilizam dados suficientes ou não vejo interesse em segui-los, tenho algum cuidado em filtrar os meus contactos. Mas procuro sempre que seja um número equilibrado e normalmente sigo de volta todos os novos followers. Há utilizadores, especialmente aqueles com um perfil público notório – actores, comediantes, músicos etc- que não seguem quase ninguém de volta. Eu por um lado percebo, mas por outro o Twitter não é um palco, é uma plataforma de intercâmbio. Eu não quero falar com ninguém que não queira saber do que eu digo. O mais interessante é que nessas quase 700 pessoas que eu sigo, eu adicionei por iniciativa própria menos de 50, não porque não tenha interesse em fazer mais contactos, mas porque as pessoas têm vindo naturalmente a adicionar-me. Ainda não atingi um número crítico de pessoas que seja difícil de seguir e filtrar a informação, mas às vezes há muita coisa a acontecer ao mesmo tempo. Mas há quem lide bem com mais de vinte mil fontes de informação no Twitter, por isso acho que não me posso queixar.

6. Como analisa o aumento do número de utilizadores do Twitter no último mês?

É o reflexo natural da divulgação da plataforma entre os utilizadores comuns e claro, entre os jornalistas, que começam a usar e a falar cada vez mais do Twitter. É uma ferramenta que é fácil de usar e devido às ligações que se estabelecem dentro da rede de contactos torna-se viciante. Há encontros de utilizadores do Twitter, como disse , há um lado humano muito forte dentro desta rede social. E espero que os operadores móveis reparem nisso e comecem a apostar no Twitter, eu apostei há uns meses com o Paulo Querido que no espaço de um ano iria aparecer um telemóvel com uma tecla específica para usar o Twitter. E eu não quero perder.

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25
Fev
09

Interviewed about twitter again | Entrevistado sobre o twitter de novo

capatwit

Download .pdf

The Semanário Económico did a story about  Twitter’s popularity growth in Portugal. They talked with me in the quality of Twitter expert, which sounds kinda cool.  This is my second interview in two months for a story about Twitter, and both for national editions. I don’t write for any, but i show up in them. In Portuguese only, sorry.

O Semanário Económico fez uma reportagem sobre o aumento da popularidade do Twitter em Portugal, e vieram falar comigo na qualidade de estudioso do Twitter, o que até soa  porreiro. Esta é a segunda entrevista que dou em dois meses para uma publicação nacional, não escrevo para nenhuma mas saio nelas. Cliquem na imagem para ler em .pdf.

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17
Fev
09

Debate: Crowdfunding – This Thursday | Esta Quinta-feira

Great! | Porreiro!

Phase I completed! | Fase I terminada!

With the generous contributions of some of my readers i managed to complete the first stage of my crowdfunding endeavour in just a couple of days. I’ve already thank them, but i have to say thank you again,  because they were timely with their help. Now my debts are solved, and like i said, it wasn’t that much money.

Now Phase II needs some discussion, but we’ll talk about it later in detail. This is also an experiment in crowdfunding, and i have to make an assessment of the current situation.

Though i managed to reach my first goal quite easily, i was surprised about two things: there were less donors than i expected, but they contributed in average with more money than i first predicted. Few, but generous.

But if i want to reach a sum for buying some video gear for example, i need more people to contribute and i don’t think that will happen. First of all because i’m not giving anything back, nothing tangible except my previous work. My inicial goal was to finance a story, a la Spot.us and then sell it or give it away. As i said, it was not possible now to do it without solving my current situation, but that is not enough. People need something back. Mark Luckie is selling t-shirts in his website (cool tees i have to say) and though i don’t know how is it going for him it’s a pretty simple and appealing concept. Buy from me, instead of pay me to keep me going.

Of course the buzz now is all about business models for newspapers, journalists and blogs, and my iniciative raised a few questions about how media online can survive, from private to corporate level. So this Thursday me and João Simão are organizing a Twitter debate about crowdfunding, new business models, and how is the common user be affected by all these new options recently layed on the table: paywalls, contributions, crowdfunding, bailouts, itunes like payments, etc. What do we as journalists think it must happen, and how far are we willing to go as users?

To participate just tweet your thoughts this Thursday Feb.19th, with the hashtag #cfund. You can follow the conversation at João Simão’s website via CoverItLive, and you can be part of the discussion forum here. Join us and tell where do you think the money must come from.

And if you think i deserve a small contribution for acquiring some gear, please, you’re really welcome to do it here. I’d appreciate it.

Com as generosas contribuições de alguns dos meus leitores consegui completar a primeira fase da minha recolha em crowdfunding, em poucos dias. Eu já lhes agradeci, mas vou ter que o fazer novamente, porque foram rápidos na resposta. Agora posso dizer que as minhas dívidas estão saldadas, e como tinha dito, não eram tantas como isso.

Agora a Fase II precisa de ser discutida, mas falaremos disso em detalhe mais tarde. Esta é também uma experiência em crowdfunding, e tenho que avaliar o estado das coisas.

Apesar de ter atingido o meu primeiro objectivo facilmente, fiquei surpreendido com duas coisas: houve menos doadores do que esperava, mas em média deram mais do que tinha previsto. Poucos, mas generosos.

Mas se eu quiser atingir uma quantia que dê para comprar algum equipamento video por exemplo, preciso de mais contribuidores, e não creio que eles apareçam. Primeiro porque não estou a dar nada em volta, nada palpável excepto o meu trabalho até agora. A minha ideia inicial era financiar uma reportagem, à Spot.us e depois vendê-la ou distribui-la de graça. Como disse, era-me impossivel fazê-lo sem resolver a minha situação, mas não chega. As pessoas precisam de algo de volta. O Mark Luckie está a vender t-shirts no seu site (catitas,tenho que dizer) e apesar de não saber como está a resultar, é uma ideia simples e apelativa. Comprem o que tenho, em vez de me darem para me aguentar.

Claro que as discussões agora andam todas à volta de modelos de negócio para jornais, jornalistas e blogs, e a minha iniciativa levantou algumas questões sobre como se sobrevive no online, desde um nível privado a corporativo. Por isso esta quinta-feira eu e o João Simão vamos organizar um debate no Twitter sobre crowdfunding, novos modelos de negócio, e como será o utilizador comum afectado pelas propostas na mesa: paywalls, donativos, crowdfunding, bailouts, pagamentos tipo itunes, etc. O que achamos que deve acontecer como jornalistas, e até onde queremos ir como utilizadores?

Para participar insiram nos vossos tweets sobre o assunto esta quinta, 19 de Fevereiro a tag #cfund. Podem seguir a conversa no site do João Simão  via CoverItLive, e usar o forum aqui. Juntem-se a nós e digam de onde deve vir o dinheiro.

E se acharem que mereço um pequeno contributo para adquirir algum equipamento, estão à vontade para fazê-lo aqui. Eu ficaria tremendamente agradecido.

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06
Fev
09

Top5 : Most annoying discussions | Discussões mais irritantes

Is Twitter Journalism? | O Twitter é Jornalismo?

BreakingNewsOn Twitter

BreakingNewsOn Twitter

To put an end to all this annoyance (i’m getting sick of this too) i’ll finish this series with the latest most buzzing debate about new media.

Is Twitter Journalism?

The real issue: never got it right (me and those who argue about Twitter and journalism). Twitter is for mainstream media what blogs were some years ago: something they don’t understand but had to get on board. And this time they’re doing it quickly. But once again some people are asking the wrong question.

Twitter is a channel. Hundreds, thousands of channels. If someone shares information with his followers, thousands of users can access to it in a matter of minutes if it’s retweeted. It’s viral, word of mouth to the highest power. And since it’s mobile the source can be at the scene of the event. Examples: Hudson River Crash, Mumbai, China earthquakes. In a matter of minutes thousands knew about it first than news agencies or local media knew or could react, even half world away. So this is the nature of Twitter: a powerful broadcasting and crowdsourcing tool. Well played it can be used to get and deliver  information. Of course, just like in the offline world, there are hoaxes, but as far as i remember it’s part of the journalists’ job to verify information.Twitter gives the first info, to be developed by other channels later.

Fortunately, as it becomes more mainstream, there is more advice on how to use it for journalism. It’s easy, addictive and powerful. It is people driven, and fast. It also has the feature of being eclectic: on my few hundreds of followers i have people from 3 continents and with different ages, backgrounds and interests. One thing most have in common, they’re Twitter addicts.

Twitter is not journalism, but it is a hell of a tool to help in the process.

Para terminar toda esta irritação (eu também já estou a ficar farto disto) vou acabar esta série com  o mais recente debate aceso sobre os novos media.

Será o Twitter Jornalismo?

A verdadeira questão: nunca percebi (eu e os outros que questionam o Twitter e o Jornalismo). O Twitter é para os media tradicionais o que os blogs foram há uns anos: algo que não percebem mas com que vão ter que alinhar. E desta vez estão a fazê-lo rápido. Mas mais uma vez vez estão a fazer a pergunta errada.

O Twitter é um canal. Centenas, milhares de canais. Se alguém partilhar uma informação com os seus seguidores, outros tantos milhares podem ter acesso a ela no espaço de minutos se for reenviada. É viral, boca a boca à máxima potência. E como é móvel a  fonte pode estar no local do acontecimento. Exemplos: amaragem no rio Hudson, Bombaim, terremotos na China. No espaço de minutos milhares de pessoas souberam o que tinha acontecido, antes das agências ou media locais saberem ou poderem reagir, mesmo a meio mundo de distância. Essa é a natureza do Twitter: uma  poderosa ferramenta de divulgação e pesquisa dentro de uma comunidade. Bem usada pode servir para distribuir e recolher informação. Claro que existem embustes, como no mundo offline, mas segundo me lembro, faz parte do trabalho dos jornalistas verificar informação.

Felizmente, à medida que se torna cada vez mais de uso comum, há mais conselhos sobre como usá-lo em prol do jornalismo. É fácil. viciante e poderoso. É movido pelas pessoas, e rápido. Também é ecléctico: tenho algumas centenas de pessoas a seguir-me em 3 continentes, com idades, origens e interesses diversos. Uma coisa a maioria tem em comum: são viciados no Twitter.

O Twitter não é jornalismo, mas é uma excelente ferramenta para o processo.

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26
Jan
09

Links for today | Links para hoje

Monniter

Twitter is increasingly being used by journalists to make contacts and track news events, but the Twitter user-interface (UI) itself is pretty limited making it difficult to track conversations. Fortunately its open API structure and the ability to subscribe to various types of RSS feeds from Twitter means there are a number of ways to track a ‘buzz’ around an event or specific conversations.

Okay first read this article on CNN about the new whitehouse.gov website, okay you can actually just skim the article and skip to the last three paragraphs. Yes, that’s me being quoted in that article, and yes you are correct that quote makes no sense. What the bleep was I talking about? Perhaps like many stories in the world of journalsim this is partly a story of being misquoted, but there is actually more to it than this. The way the reporter found me, and the context surrounding said quote, while perhaps not a unique story, is certainly illustrative of several trends and problems with old journalism, and perhaps more germanae to this audience, it is a telling story about the future of media and the importance of social networks.

It’s easy to take good video for granted until you’ve seen bad video: the poorly shot, poorly lit, shaky kind that makes any viewer cringe. Here are some of the worst offenses in videography:

1. Everything looks blue or orange

Video shot outdoors looks blue, while video shot indoors is a puke-colored orange.

Solution: Off-color video is often a result of unbalanced color temperature (see an example here). Use the camera’s white balance feature — usually a single button or found in the features menu — to counteract the offending color.

Video is one of those new practices we have to get used to as newspaper journalists now working in a Web 2.0 world. One of the key issues is the quality of the video. Do we always need slick, television-style video, which require more specialized skills, or will our community accept “rougher” video, made by amateurs using less sophisticated cameras?

At the Belgian business newspapers De Tijd and L’Echo we use five main video techniques now: prosumer cameras, consumer-type camcorders, Seesmic (webcams) and Flip cameras, and two Sony cameras on a fixed installation for interviews in the center of the newsroom.

I will briefly discuss who is doing what with which cameras, concluding with some issues we are debating these days.

I came across a tweet by Chicago Tribune columnist Eric Zorn in which he mentioned revising the commenting guidelines for his blog. So I wanted to find how what he changed, how, and why.

“Back in October, I quit comments altogether (the guidelines were short: “Comments are not posted immediately. We review them first in an effort to remove foul language, commercial messages, irrelevancies and unfair attacks. Thank you for your patience.” (That is) still found on many other Trib Blogs).

I reinstated with the New Year an open comments policy, no pre-review, but here are my rules.”

The New York Times Company (NYT) needs a long-term plan.  Current management doesn’t seem to have one, so it’s up to us.

Here’s what we would do if Arthur Sulzberger called and invited us to succeed Janet Robinson as CEO.  (Bear in mind that we’re not privvy to the detailed numbers Janet has, so we reserve the right to change our minds).

Our Plan To Fix The New York Times

  1. Cut costs 40% by 2010.
  2. Continue to raise print subscription prices
  3. Explore charging an online subscription fee

Journalism is our core business.

Period.

Journalists and the newsroom are at the heart of our company.

But, yes, they can and must be more efficient.

New working flows are needed, like new open space and multimedia integrated newsroom facilities.

Train them to serve not just readers but new audiences and communities.

More editing is mpre important than more pages.

This is time for Journalism Caviar.

We need selective and relevant newspapers.

Paté newspapers, not pottage newspapers.

Around the multimedia blogosphere, the January doldrums seem to have kicked in. My usual inspirational haunts like Newsvideographer.com, Teaching Online Journalism, Multimediashooter.com have all slowed their publishing cycles. Even my own blog is in need of a New Year’s kick-start. With all the newspaper layoffs last year, over 28,000 from one count, I’m sensing a definite decrease in the multimedia mojo I felt just a year ago. Even the NPPA Monthly Multimedia Contest I run had the lowest amount of entries ever this month.

This is a quote taken from a conversation I had with a lawyer about her consumption of news:

“The problem is you people in the media are stuck in your own little world and forget that we’re also quite busy in our own little world and we don’t have time to keep up with what you’re doing.”

17
Jan
09

Links for the weekend | Links para o fim de semana

A very interesting way to present information by Kevin Sablan. Uma forma muito interessante de apresentar informação por Kevin Sablan.
Hudson crash, lifestreamedUS Airways flight 1549

Hudson crash, lifestreamed US Airways flight 1549

I used storytlr to gather feeds from Twitter, Flickr, YouTube and Vimeo to create this aggregated “story” about yesterday’s crash of US Airways Flight 1549 into the Hudson river. The links are “hot”, so click when you see blue.

Storytlr calls itself  a “platform to build the centralized you.” Although intended to tell one person’s story, it does a fine job of pulling together bits of information from various “citizens” to create one story.

But this morning I got a missive from an employee at one of the cable news networks, who tells me I’ve got it all wrong. Speed is nice, but these days, there are other considerations that are much more important for media companies:

It’s not the speed of Twitter photo that’s remarkable. It’s that it’s FREE. In the past, we would have got that pic from one of the agencies. We didn’t need anything from the agencies yesterday. Anything we couldn’t get from our own crews, people sent us FOR FREE.”

See? Who says old media has been slow to adapt to the Web?

The way we read the news is changing, so it only makes sense that the way we follow the news should change as well. Even relatively new news aggregators like Google News seem antiquated compared to these game-changing tools.

Twitter…what is it good for? It turns out this little service is good for a whole lot of things, despite the loud objections of people who’ve never really tried it. Even among true believers, though, it’s been hard to figure out how this much loved company is going to afford to stay alive. How will Twitter make money?
A number of people noticed a new change made to Twitter today that could show just how it’s going to happen. Of course this is just speculation, but we believe it’s a pretty good guess that this could be what goes down.Journalism ethics 2.0: As the Internet changes the market, some conventions must change as well

The practice of journalism is an act of service. But if we are going to be able to continue to serve our audience, we will need to change some of the conventions and assumptions we’ve brought to our practice if they now stand in the way of our ability to serve. What good are conventions designed a generation ago to protected our public image if following them today leaves us with a shrinking audience and no advertisers to support us?

Here are three widely quoted tenets of traditional journalism ethics that I believe journalists must change in order to remain relevant in a more competitive online information market.

The old rule: You can’t cover something in which you are personally involved.

The new rule: Tell your readers how you are involved and how that’s shaped your reporting.

Have you seen these New York Times slideshows? They’re silky smooth, technical wonders of multimedia interactivity and journalism. We’re moving way beyond the basics of text and pictures and really starting to take advantage of the capabilities of the internet as an entirely new news medium.

And you know what?

I shouldn’t be able to experience that for free. New, amazing technologies and presentation and graphics and whizzits and whatsits and mobile audio this and that—they should all be provided as services to a paying audience.

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