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02
Set
09

Poll: Generations and online media | Sondagem: Gerações e media online

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http://mediageneration.files.wordpress.com/2009/05/logo-media-gen.jpg?w=614&h=113

How different is the relationship with online media for each generation? Are really younger people more active consumers of digital news or are they being surpassed by their parents?

Paula Cordeiro, author of the NetFM blog, is doing a poll on how different generations engage with online media. The results will be presented at the “Media+Generations” conference in Milan, this September 11th and 12th.

I asked Paula what was her percepetion of this reality, even before having the poll results: “Quite clear, and corresponding to the majority of the current news: young people using more than older people, though its growing. Teenagers in social networks, young adults in social networks with professional objectives or match making, on Twitter for the updating and the hype. The teenagers don’t consume news traditionally, but young adults use online media more. Older people use essentially email and the Internet for researches.

But this trend is not, in Paula’s words “an absolute reality“. In her experience as a teacher there are students with various degrees of contact with online tools, “if there are those who present a simple oral presentation of an assignment using a web hosted presentation, most of them still use a A4 printed sheet, sometimes even, handwritten…

Their limitations don’t stop here: “Regarding (online media) consumption, they as matter of fact, consume few news under any format or platform, and they  aren’t that savvy about the tools that the web has to offer to create and disseminate contents (many don’t know how to create a blog, don’t know about newsreaders or how to make a podcast), going against the general expectations for this generation.

The poll questions are in portuguese only and you can participate until the September 6th. As soon as Paula Cordeiro has the results, she will publish them on her blog. And we will be looking forward to see them.

Até que ponto varia a relação de cada geração com os media online? Serão os mais jovens maiores consumidores de notícias digitais,ou estão a ser ultrapassados pelos seus pais?

Paula Cordeiro, autora do blog NetFM, está a fazer uma sondagem sobre como cada geração interage com os media online. Os resultados serão apresentados na conferência “Media+Generations”, a decorrer nos próximos dias 11 e 12 de Setembro, em Milão.

Perguntei à Paula qual era percepção que tinha desta realidade, mesmo ainda antes de ter os resultados da sondagem: “Muito clara e corresponde à maior parte das notícias que circulam: jovens com grande consumo, mais velhos com menor consumo, embora a crescer. Adolescentes nas redes sociais, jovens adultos nas redes sociais com intuitos profissionais ou match making, no twitter pela actualização e porque é hype. Adolescentes não consomem notícias na forma tradicional, jovens adultos consomem mais notícias através dos media online. Mais velhos usam essencialmente e-mail e Internet para pesquisas.

Mas esta tendência não é, nas palavras de Paula, “uma realidade absoluta. Na sua experiência como professora, há estudantes com diferentes graus de contacto com as ferramentas online, “Se há os que preparam uma mera apresentação oral de um projecto de trabalho usando uma apresentação alojada na web, a maioria continua a apresentar uma folha A4 impressa, algumas vezes mesmo, escrita à mão…

Mas as suas limitações não se ficam por aqui: “Relativamente ao consumo, de facto consomem poucas notícias sob que forma ou plataforma for e não assim tão conhecedores das ferramentas que a rede coloca ao nosso dispor para criação e divulgação de conteúdos (muitos não sabem criar um blog, não conhecem newsreaders ou sabem fazer um podcast), contrariamente aquilo que são as pexpectativas gerais para esta geração.”

Podem responder a esta sondagem até dia 6 de Setembro. Assim que a Paula Cordeiro tiver resultados, eles serão publicados no seu blog. E nós estaremos atentos.

Answer Poll | Participem na Sondagem


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24
Out
08

WebVideo: Desmontando o mito | Myth Busting

Newspaper Video – 7 strategies for success(maybe)

7 web video myths

1. Shorter is better

2. Content is king

3.Connect emotionally

4. Avoid Talking Heads

5&6 The Tripod Rules

7. Lots of Closeups

O video há um ano atrás era considerado como a salvação dos jornais na web, mas o que se vê agora é o despedimento massivo de videastas web das redacções. Um ano não chega para testar tudo o que é possível para rentabilizar um meio tão poderoso como as imagens em movimento, nem para ensinar os profissionais e as estruturas em que se inserem a retirar o maior proveito deles.

Fazer video para a web não é o mesmo que fazer televisão nem curtas metragens em tom de documentário. Mas é um pouco dos dois e muito mais, e à medida que tecnicamente a visualização de vídeos na web é cada vez mais rápido e melhor, é um erro crasso não se continuar a investir nesta linguagem, e permitir que se desenvolva e ganhe características próprias.

A pergunta que muitos fazem é: como fazer vídeos para a web? Algumas das respostas vêm neste post do video 2 zero, que desmonta alguns mitos fundamentais. O mais importante continua a ser a história, e como no resto do trabalho jornalístico, ela tem que ser contada de forma a que a maioria das pessoas a perceba.

Nós temos uma bagagem de 100 anos de cinema e 50 de televisão, por isso existe já na maioria das pessoas uma capacidade inata para desenvolverem narrativas audiovisuais, se perceberem como capturar e  montar os elementos necessários. E também é necessário que as redacções percebam que nem todas as histórias precisam de vídeo.

Acima  de tudo, percebam o que querem contar, o que é importante visualmente para o contar, e contem-no de maneira simples. O video pode ser a peça inteira, mas também pode funcionar como complemento. Essa é a beleza da web.

E como todas as regras, aprendam-as, entendam-nas, e esqueçam-nas.

One year ago video was presented as the salvation for online newspapers, but what we are watching now is the massive lay offs of web videographers from the newsrooms. One year is not enough to test everything that is possible to take advantage of such a powerful medium like moving images, nor to teach professionals and the structures they’re part of to take the most out of it.

Creating web videos is not the same as doing television or documentary-like short films. But it’s a bit of both and a whole lot more, and as technically video vusualization on the web becomes faster and better, it is a huge mistake to stop investing in this language, and allow it to grow and develop features of it’s own.

The question that many ask is: how to create web videos? Some of the answers come in this post at video 2 zero, that debunks some fundamental myths. The most important is still the story, and just like in the rest of the journalistic work, it has to be told in a way most peoplecan relate to it and understand it.

We have 100 years of cinema an 50 years of television on our back, so there is in many of us a natura ability to develop audiovisual narratives, as long we understand how to capture and compile the necessary bits and pieces. And it is also fundamental that the newsrooms understand that not every story is a candidate for video.

Above all, understand the story you want to tell, what is important visually to illustrate it, and keep it simple. Video can work as stand alone, but also as a complement to other narratives. That is the beauty of the web.

And like all the rules, learn them, understand them, and forget them.

Number 3 in 7 things Videojournalists can learn from Musicians: never allow hesitation, indecision or lack of preparation to affect your performance.

Newspaper Video – 7 strategies for success(maybe)

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11
Jun
08

BBC: 81 anos online | 81 years online

A BBC vai disponibilizar online 81 anos de programação de rádio e televisão. Cada episódio terá uma página própria com dados informativos, e será uma verdadeira rentabilização de um dos arquivos mais ricos do mundo.

BBC announced that is going to make available online 81 years of radio and television shows. Each episode will have it’s own page with information regarding the show, and this project will take advantage of one of the richest archives in the world.

Spanning 81 years of radio and television, the project will create a web page for every episode of every single programme ever broadcast on the BBC, and be the basis of a future plan to introduce a searchable vault of archived shows.

It will bring information on every BBC programme ever shown, with clips, links and, eventually, whole programmes available either via the seven-day catch up service iPlayer, or commercial online video featuring Kangaroo, an on-demand service being developed with ITV and Channel 4, or a new online archive.

Playback plan for 81 years of BBC favourites, The Guardian

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03
Jun
08

Menos tempo em sites de noticias | Less time in news websites

The average time spent on newspapers websites in April stood at 11 minutes 22 seconds (data from the top 30). No change from last year, when it stood at 11’33”.

2 lessons to be drawn from this:

1. Web-users look at many different brands online. In 2004 they spent an average of 7 minutes a day looking at news content. This means that even Nytimes.com, which tops the list, only represents 17% of its readers’ total online consumption.

The brands they are fragmenting, indeed.

2. Offline, US readers spend 17 minutes a day reading their paper. The figure jumps to 40 minutes for readers of UK national dailies. Spending so much time with a brand allows for creating deep bonds.

Building lifestyle brands online: not there yet, Nicolas Kayser-Bril

Estes dados vieram do estudo da Nielsen Online, que mostra que apenas um terço dos sites noticiosos principais ganharam tempo nas suas visitas. A análise é do Nicolas Kayser-Bril.

This data comes out of the research by Nielsen Online, that shows that only one third of the main news websites have conquered more time in viewing. The analysis is by Nicolas Kayser-Bril.

Building lifestyle brands online: not there yet

Exclusive: One-Third of Top 30 Sites Gain in ‘Time Spent’, Editor&Publisher

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21
Mai
08

Things to do online when print is dead

A ideia é: “Pois, está difícil, nós sabemos.Mas parem de se queixar e trabalhem.”

The main idea is : “Yeah, we know it’s hard. But stop whining and get your hands to work.”

Thrive

As Digital Age Advances, Newspapers Are Faced With Big Choices

12
Mai
08

Um jornal já não é um jornal | A newspaper is no longer a newspaper

Um jornal passou a ser tudo inclusivé um jornal: hoje em dia é um canal para video, uma rádio online. Por aqui acreditamos que o futuro passa por criar sinergias com outros meios de comunicação e incorporá-los na vida de uma publicação.

Foi o que se fez no The Spokesman Review, que contratou dois profissionais de rádio (não foram dois estagiários tenrinhos, acabadinhos de sair da faculdade a ganhar o subsídio de alimentação,para trabalhar com um microfone de 5 euros e uma versão pirata do Soundforge), para fazer noticiários em áudio de dois minutos.

A newspaper can now be anything including a newspaper: nowadays it’s a video channel, an online radio. Around here we believe that the future goes through by creating synergies with other media and embedd them in the newspaper life.

That’s what happened at The Spokesman Review, that hired two radio pros (not two tender-fresh-out-of college trainees, making almost no money at all to work with a cheap plastic mic and a pirate version of Soundforge) to publish audio newscasts in two minute long editions.

Two veteran news radio broadcasters were hired and a state of the art radio news production studio was built in the newsroom. Our “radio guys” as they are affectingly called, have settled in without too many cultural adjustments. The workflow changes for people in the newsroom have been pretty minimal. Reporters are being asked to record audio sound bites from some of their stories. Occasionally they are interviewed for broadcast about stories they’ve reported on.

Radio from the newsroom

Palavras chave: veteranos, state of the art, construído. E contratados. O investimento parece compensar, infelizmente a maioria dos directores de jornais em Portugal parece pensar de outra forma, mas eles é que sabem, levam mais anos disto do que eu, e eu respeito a experiência dos mais velhos. É pena é que a teimosia e a surdez estejam associados à velhice.

O video também parece estar a tomar as redacções de assalto, pelo menos é o que diz este trabalho da Newspaper Association of America, que dá indicações sobre como se pode incorporar este formato numa redacção tradicional. A ler e a recomendar a quem não sabe destas coisas.

Keywords: veterans, state of the art, built. And hired. The investment seems to be paying off, but unfortunately most newspaper directors here in Portugal seem to think differently, but it’s their prerrogative, they have more years of this than i do, and i was taught to respect the experience of the elderly. It’s a shame that pigheadedness and being deaf are associated to old age.

Video seems to be taking the newsrooms by assault, at least that’s what is written in this work of the Newspaper Association of America, that is also a great guide on how to insert this format in a traditional newsroom.To read and recommend to those who still don’t know about it.

“Zooming In on Online Video: A Development & Growth Guide for Newspaper Web Sites” is intended to help newspapers of any size develop profitable video applications. The cost of entry to create quality video continues to decline while the success of online video continues to grow. As competition heats up for online video mindshare, newspapers have an excellent opportunity to leverage their skills and content and capture an even large share of online advertising spending.

Zooming in Online Video

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06
Mai
08

Jornalismo do cidadão nos media online – Como os sites noticiosos portugueses (não) usam o Jornalismo do Cidadão (Parte II)

Segunda parte (Ler a primeira)

Existe realmente um jornalismo do cidadão em Portugal inserido nos media online portugueses? Serão os sites verdadeiramente interactivos e abertos à participação do utilizador? Convidei cerca de 50 jornais, canais de televisão e rádios com sites informativos, abrangendo desde grandes grupos nacionais a pequenas empresas locais. Os resultados foram desconcertantes.

Um quarto das moradas de e-mail que recolhi para contacto com os gestores do site ou da redacção eram inúteis (não funcionavam), e mesmo tendo repetido algumas vezes o convite aos restantes para responder ao inquérito, apenas quatro órgão de comunicação responderam e preencheram o formulário. Os resultados são, portanto, inconclusivos. Mas este é um bom exemplo para mostrar o grau de receptividade que a maioria das empresas e redacções possuem a estimulação externa, nem que seja pelo facto de que as que responderam fazem parte do grupo que está a trabalhar para desenvolver a sua presença online, de uma forma pensada e sustentada, abraçando os novos desafios colocados pela hiper-comunicação, enquanto a maioria ainda vende gato por lebre.

De qualquer forma, estes foram os resultados: dois jornais – um nacional, outro local – um site noticioso exclusivamente online e um canal de televisão responderam ao inquérito. O jornal local era o que possuía menos recursos, sem jornalistas exclusivamente para edição online, contra o site de informação online que tem mais de 30 trabalhadores. O jornal local tinha cerca de 30 a 50 mil visitas diárias, contra as mais de 330 mil declaradas pela readcção online do canal de televisão. Todos davam prioridade ao texto sobre o vídeo, áudio e fotografia, sendo o vídeo o formato menos utilizado, excepto no website do canal de televisão, por razões óbvias. Nenhum destes órgãos usavam os cidadãos ou utilizadores dos seus sites como fonte, ficando-se pela investigação desenvolvida pelos membros da redacção, e pelos takes das agências noticiosas, embora agradecessem imagens e vídeos por parte dos utilizadores. Todos estão a planear abrir os seus sites a uma maior participação dos utilizadores, e quando questionados sobre o futuro do jornalismo do cidadão, a melhor resposta foi que a “interactividade é um dos factores que aumenta o número de visitas (…) e a visibilidade e reconhecimento da marca”. Esta forma de pensar é uma agulha no palheiro que é a indústria de comunicação em Portugal.

Os mais recentes relatórios sobre o jornalismo do cidadão nos EUA (State of the News Media 2008), mostram uma diminuição na participação dos utilizadores, apesar de haver novos websites e aplicações a surgir todos os dias, apelando aos leitores de notícias para desenvolverem conteúdos e criarem uma relação mais estreita com as edições online. Em Portugal, todas as notícias relacionadas com o desenvolvimento dos sites de media indicam mais elementos multimédia e interactividade, para uma utilização em banda larga: mais vídeo, comentários, mais espaço para as opiniões e contribuições dos utilizadores.
Salvo algumas excepções notáveis, nada está a mudar realmente; a grande diferença é que agora as contribuições aceites pelas companhias de comunicação estão a ser enviadas pela Internet em vez do correio normal, como aconteceu durante décadas.

Os utilizadores portugueses estão activamente a criar média pessoal, como blogs e podcasts, e comentar nos sites de notícias ou enviar fotos ou pequenos vídeos ainda é suficiente para a grande maioria. E no dia em que escrevo isto, o site do Público apresenta uma aplicação que liga um artigo aos blogs que o referem, o que pode significar que o futuro pode não passar pela inclusão de conteúdos gerados pelos utilizadores, mas pela promoção da troca de cobnteúdos entre os cidadãos e as empresas de comunicação. Mas para além desses pequenos avanços para integrar os utilizadores na construção da paisagem noticiosa, não há nada a que possamos chamar de jornalismo do cidadão em Portugal, integrado nos média.

As razões para anunciar o jornalismo do cidadão como parte do futuro da comunicação podem ser honestos ou puro marketing, mas o facto é que esta responsabilidade não assenta penas sobre os ombros das empresas. Os maiores promotores deste movimento devem ser os próprios cidadãos, e eles é que devem ser a força motivadora na alteração da face das notícias corporativas, recriando o agenda setting, humanizando e dando profundidade aos conteúdos noticiosos. Os órgãos de comunicação só terão é que estar preparados para aceitar isso.

Depois de ter escrito este artigo, ainda questionei mais a forma como a imprensa local se está a suicidar lentamente ao querer cobrar por conteúdos insuficientes e ineficazes no ambiente online. A assimetria é a grande característica nos nossos orgão de comunicação, um reflexo da restante conjuntura empresarial nacional. O desafio é grande e não vejo muitos a encararem-no de frente, ou sequer a levá-lo a sério. Assim, os resultados são previsíveis.

Para acompanhar estes pensamentos vale a pena ler o texto de Fernando Zamith, no âmbito da sua Licenciatura em Jonalismo e Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, intitulado “O subaproveitamento das potencialidades da Internet pelos ciberjornais portugueses“. Para ler.

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