Posts Tagged ‘online journalism

10
Ago
09

Changes part 1 | Mudanças parte 1

Some of you already knew about this, but i applied to the MA Online Journalism at Birmingham City University, a course created and headed by Paul Bradshaw.

I got a place there a few weeks ago, but i was depending on a bank loan that kept me from making any “official” statement about this sooner. It came through today, though there’s still some bureaucracy involved.

I asked for your support and you have been great joining the cause. Without you everything would be harder. So, thank you.

Anyway, i’m going. It’s going to be a huge change in my life and hopefully a stepping stone for my career. It’s going to be hard for different reasons, but it can’t be harder than what i’ve gone through in the last few years. And i expect it to be more fun.

But this is just part of it. There are more changes on the way. I’ll let you know soon.

Alguns de vocês já sabiam disto, mas candidatei-me ao Mestrado em Jornalismo Online da Birmingham City University,um curso criado e dirigido pelo Paul Bradshaw.

Consegui um lugar lá há já umas semanas, mas estava dependente de um empréstimo bancário que me impediu de fazer alguma declaração “oficial” mais cedo. Mas consegui-o hoje, apesar de haver ainda alguma papelada a tratar.

Eu pedi o vosso apoio e vocês foram impecáveis ao aderir à causa. Sem vocês seria tudo mais difícil, por isso, obrigado.

De qualquer forma, eu vou. Vai ser uma mudança enorme na minha vida e espero que seja um passo em frente na minha carreira. Vai ser difícil por várias razões, mas não será mais do que vivi nos últimos anos. E acredito que será mais divertido.

Mas isto é apenas parte, há mais mudanças a caminho. Em breve eu ponho-vos a par.

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21
Jul
08

Este post não é sobre videos de sexo grátis Perdidos do Cristiano Ronaldo no iPhone | This post is not about Cristiano Ronaldo Lost free sex videos in iPhone

SE(x)O

Escrever para a web implica usar algumas regras diferentes do que para o papel. Tanto a organização conceptual como gráfica da informação têm que ser feitas de forma diferente, recorrendo a links para dados externos complementares, abrindo espaços entre ideias para uma leitura mais fácil, simplificando a corrente de ideias mas mantendo todo o seu potencial informativo para o leitor.

Mas outros valores se impõem na captura de público para os sites informativos. O SEO tem influência para dar mais ou menos visitas a um dado artigo. Utilizando as palavras certas podemos exponenciar o número de leituras de um determinado artigo, e assim as empresas podem reclamar junto dos anunciantes uma audiência inflacionada, graças à utilização de termos de grande procura no Google mas que não estão relacionados com o conteúdo do artigo.

Charlie Brooker explica isto muito bem neste texto, e o assunto acaba por ter relevância já que a utilização de imagens e certas expressões nas capas dos jornais sempre condicionou a nossa atenção e interesse na hora da compra, mas na web os mecanismos de busca  tornam a notoriedade e a relevância de certos textos  num resultado artificial. A utilização do social bookmarking para a credibilização de conteúdos ajuda a separar o trigo do joio mas muitas vezes nem sempre os melhores conteúdos chegam à maioria dos utilizadores.

A questão ética que se levanta é se deverá um jornalista utilizar elementos com alto valor de SEO para compôr o título e as primeiras frases de um artigo. Eu acho que é tudo uma questão de bom senso, já que quando nos enganam na web, normalmente não voltamos aos sítios. Por isso, a todos que vieram cá parar por causa de videos de sexo grátis Perdidos do Cristiano Ronaldo no iPhone, as minhas desculpas. Mais uma vez, não tratem os vossos leitores como idiotas. As consequências são imediatas.

Writing for the web implies using a different set of rules than for print. Both the conceptual and graphic organization of the information has to be done in a rather different way, using links for external complementary data, making space between ideas for easier reading, simplifying the stream of ideas while keeping all of it’s informational potential for the reader.

But other values rise when it comes to capturing the audience for news websites. SEO has a great influence to bring more or less visits to a given article. Using the right words we can increase the number of readings of a certain article, and then the news companies can claim to the advertisers an inflated audience, thanks to the use of popular Google keywords, but that aren’t even closely related to the article’s content.

Charlie Brooker explains this situation quite well and this issue becomes of most relevance if we think that the presence of certain images and words in the frontpages has always conditioned our attention and interest in the moment of buying a newspaper, but on the web the search mechanisms made the relevance and visibility of some texts something totally artificial. The use of social bookmarking to credibilize content helps to separate the good from the bad, but often the best contents don’t reach the majority of the users.

The ethical question raised here is should a journalist use highly valued SEO contents to compose the title and the first paragraph of an article? I believe it’s all a matter of common sense, since when we get fooled by a website we never go back there again.

So, to all of you who ended up here because of Cristiano Ronaldo Lost free sex videos in iPhone, my sincere apologies. Once again, do not treat your readers like idiots. The backlash will be immediate.

And wait, it gets worse. These phrases don’t just get lobbed in willy-nilly. No. A lot of care and attention goes into their placement. Apparently the average reader quickly scans each page in an “F-pattern”: reading along the top first, then glancing halfway along the line below, before skimming their eye downward along the left-hand side. If there’s nothing of interest within that golden “F” zone, he or she will quickly clear off elsewhere.

Which means your modern journalist is expected not only to shoehorn all manner of hot phraseology into their copy, but to try and position it all in precisely the right place. That’s an alarming quantity of unnecessary shit to hold in your head while trying to write a piece about the unions. Sorry, SEXUAL unions. Mainly, though, it’s just plain undignified: turning the journalist into the equivalent of a reality TV wannabe who turns up to the auditions in a gaudy fluorescent thong in a desperate bid to be noticed.

Online POKER marketing could spell the NAKED end of VIAGRA journalism as we LOHAN know it

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11
Jul
08

Ética no Jornalismo Online | Online Journalism Ethics

O sempre atento Hélder Bastos refere no seu Travessias Digitais o livro Online Journalism Ethics: Traditions and Transitions de Cecilia Friend e Jane B. Singer. Esta obra aborda, entre outras,  uma questão fundamental que é a credibilidade de quem informa num mundo em que todos podemos produzir informação.

The always attentive Hélder Bastos made a reference in his blog to the book Online Journalism Ethics: Traditions and Transitions by Cecilia Friend and Jane B. Singer. This book talks about, among many other issues, the fundamental question about credibility of journalists in a world where anyone can generate information.

«A questão mais profunda, e uma que é central neste livro, é esta: Quem é verdadeiramente jornalista? Nós pensamos que a ética fornece o ponto crucial da resposta. Na nossa sociedade, um jornalista é alguém cujo primeiro objectivo é providenciar a informação de que cidadãos de uma democracia necessitam para serem livres e auto-governados: alguém que age de acordo com um firme compromisso com o equilíbrio, justeza, auto-domínio, e serviço; alguém em quem os membros do público possam confiar para os ajudar a entender o mundo e a tomar decisões razoáveis sobre as coisas que importam. No aberto, participativo, e gloriosamente estridente mundo online, são estes princípios abrangentes – e os modos concretos como são colocados em prática no dia-a-dia, por jornalistas individuais em todo o mundo – que estão a definir o jornalista e a determinar o futuro.» (Cecilia Friend e Jane B. Singer, Online Journalism Ethics: Traditions and Transitions).

Via Quem é verdadeiramente jornalista?, Travessias Digitais

A ler a review feita pelo Rogério Christofoletti sobre este livro (em PDF) . Obrigado pelo link Rogério.

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30
Jun
08

Aprendam e partilhem | Learn and share

adn.com video kit

Estamos numa época de pioneiros, não é a primeira vez que digo isto. E como em qualquer época destas, as descobertas vão sendo feitas ao longo do caminho que se vai desbravando, para que os outros que se seguirão tenham a cartografia feita, as dificuldades assinaladas, o benefício da experiência alheia. Para isso é preciso que haja gente que seja simultaneamente aluno e professor.

O Novo Jornalismo está a ser definido aos poucos por pessoas que arriscam, tentam e falham, até terem sucesso. O News Videographer tem um post dedicado a alguns destes heróis das redacções, que estão a tentar partilhar os seus conhecimentos que vão adquirindo no dia a dia com os seus colegas ou com quem quiser ouvir. Se conhecerem mais links ou recursos onde qualquer um pode aprender mais sobre jornalismo multimédia, façam o favor de partilhar. Todos nós que queremos saber mais e divulgar o que se sabe agradecemos.

This is a time for pioneers, it’s not the first time i say this. And as in any time like this, discoveries are being made along the trail, so that others that follow have the cartography made, hardships signalized, and the benefit of someone else’s experience. For that to happen, we need people that can be both the student and the teacher.

New Journalism is being defined bit by bit by people who take risks, try and fail, until they succeed. The News Videographer has a post dedicated to some of these “newsroom heros”, that are trying to share all of their acquired knowledge with their colleagues or whoever might be interested.

If you have any links or resources where anyone can learn a bit more about multimedia journalism, please, do share. All of us that want to know more and share the knowledge thank you in advance.

Another self-starter helping others

I’ve written before about newsroom heros that take it upon themselves to learn video, and then decide they’re going to help others in their newsroom get up to speed too. Lisa Fernandez organized a training brownbag. Ron Sylvester created “DIY training.”

Now, along those same lines, Stephen of the Anchorage Daily News has created a crash course video handout for the reporters and photographers in his newsroom who are starting to learn video.

Here’s a PDF of the handout from his site, Beyond Alaska Photo.

Does anyone else have stories to share about how you are helping others in your newsroom learn video?

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20
Jun
08

Summer Institute 08: Dia 5 | Day 5

A conference called “Will newspapers survive?” was held last week in Chicago, featuring prominent journalists who brought to surface the arguable future of the newspaper industry, the Chicago Reader‘s Michael Miner reported.(…)

Ler artigo | Read story

Ver video #2 | Watch video #2

O dia de hoje foi dedicado à (Re)Construção do Jornalismo na Era digital. Tema polémico quando se discutem os novos modelos de negócio e o papel e posição dos jornalistas digitais nas redacções. Como a “turma” do professor Rosental é composta por pessoas inteligentes e com percursos distintos (eu hoje nem estava muito, é o calor!), as ideias que se cruzaram enriqueceram ainda mais este workshop. Acredito que é assim que se podem encontrar as soluções, através do diálogo e sem posições irredutíveis. Confesso que tinha saudades disto.

E hoje descobri este post que vem de encontro ao que se falou na aula, e que se refere a uma conferência que decorreu a semana passada em Chicago. Leiam e vejam os vídeos.

Numa nota pessoal, este fim de semana quero ver se avanço com a minha parte do projecto de grupo que estamos a desenvolver no workshop e descansar no resto do tempo, por isso, façam praia e voltem na segunda, que o Lago vai estar parado.

Today was dedicated to the (Re)Construction of Journalism in the Digital Age. A controversial matter when we get to discuss the new business models and the role and position of digital journalists in the newsrooms. Since professor Rosental’s class is composed by intelligent people and with distinct ways (i wasn’t feeling particularly smart today, it’s the heat!), the thoughts that crossed the room made the workshop even richer. I believe that this is how we can find solutions, through dialogue and without irresolvable positions. I admit i missed this.

And today i found this post that meets what we discussed in class, and that talks about to a conference in Chicago last week. Read the post and do watch the videos.

On a personal note, this weekend i really have to work on the group project that we are developing at the workshop and get some rest in between, so, go to the beach and come back Monday, the Lake will be quiet.

US: “Will newspapers survive?” conference in Chicago

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17
Jun
08

Irreversível | Irreversible

If you think online news is difficult…

If using a Web-based content management system is difficult, try putting together a print edition in an old version of Quark and then come back and tell me how hard it is to push the Publish button.

If editing video takes too long, then go back to developing your own prints in the darkroom.

(…)

Se acham que antigamente é que era bom leiam este post do Ryan Sholin.Se…

If you still think about the “good ol’days” read this Ryan Sholin’s post.If…

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16
Jun
08

Summer Institute 08: Dia 1 | Day 1

http://blogs.zdnet.com/open-source/images/titanic-sinking-from-thinkquest.gifhttp://www.meridianmagazine.com/sci_rel/images/moses_red_sea.jpg

Jornalismo: desgraça ou esperança? | Journalism: dread or hope?

Pois é, já começou o workshop de Jornalismo Online, inserido no Summer Institute 08, e orientado pelo professor Rosental Alves. Tirando a minha desorientação na cidade de Lisboa, o primeiro dia foi muito bom. Primeiro porque encontrei algumas pessoas de quem já falei aqui no Lago – o Paulo Nuno Vicente e o António Granado – e porque as experiências profissionais e background dos participantes são muito variadas(jornalistas e não só), o que promete tornar a discussão muito abrangente. Depois, Rosental Alves tem um percurso muito rico e é tremendamente simpático, o que torna as aulas muito interessantes e muito agradáveis de seguir.

Hoje basicamente foi um dia para apresentações, tanto do programa como dos participantes, e introdução ao tema do Jornalismo Online. Passo a partilhar algumas das notas que tirei, embora ao vivo tenha sido muito dinâmico para um primeiro dia:

Começámos por falar dos novos paradigmas impostos pela Revolução Digital, que tem dois precedentes históricos, Guttenberg e a Revolução Industrial, pela forma como alteraram a produção e divulgação de conteúdos, e as suas consequências a nível social e político.

Referiu-se Jim Moroney, do Dallas Morning News, que num simpósio em Austin apontou o período de 2002 a 2012, como o de maiores transformações nos jornais americanos (entenda-se crise). Para tal temos duas imagens: o Titanic a afundar-se ou a divisão das águas do Mar Vermelho (leia-se desespero ou esperança, porque estes são os dois estados de espírito presentes na indústria).

Na transição da Sociedade Industrial para a Sociedade de Informação, rompeu-se com a comunicação de massa, vertical, unididreccional, fechada, para um outro modelo, mais personalizado, interactivo. Os mass media complementam-se com a massa dos “eu-media”, numa simbiose que ainda ainda está no início e com resultados ainda imprevisíveis. Muito ainda consideram a Internet como apenas mais um meio, mas é mais do que isso. De notar que os telemóveis vão ultrapassar os computadores como postos de acesso à web.

Processo de Mediamorfose

A seguir abordámos as ideias de Jeremy Tunstall, que diz que a cada 20 anos surge um novo meio de comunicação. Pegando neste conceito, Roger Fidler desenvolveu seis princípios, considerando que , de cada vez que surge um novo meio tão poderoso que parece que vai acabar com os restantes, os outros acabam por se adaptar. Os seis princípios são:

  1. Co-evolução e coexistência;
  2. Metamorfose;
  3. Propagação;
  4. Sobrevivência;
  5. Oportunidade e necessidade;
  6. Adopção atrasada;

Se quiserem saber mais pormenores, sigam este link (ficheiro PowerPoint). Rosental Alves discorda da ideia de metamorfose e apresenta a ideia de mediacídio. Basicamente, durante o processo de absorção de todos os meios existentes pela Internet, alguns sobrevivem, outros não. A opção ou é a hibridização dos meios digitais e tradicionais ou a sua morte (lá está o Titanic).

O Jornalismo Online é ponte entre a Era Industial e a Era Digital para a indústria, pois mudam os modelos de negócio graças esta ruptura tecnológica, embora não haja garantias que resulte. Para o fim, ficámos de ver o Huffington Post como um exemplo desta transição. E é isso que vou fazer. Assim que puder, escrevo mais sobre o que se vai passando no workshop.

Oh yeah, the Onlline Journalism Workshop inserted in the Summer Institute 08, and lectured by professor Rosental Alves has begun. Aside my disorientation in the city of Lisbon, first day was great. First of all because i got to meet some people that i had already talked about here at the Lake- Paulo Nuno Vicente and António Granado – and the participants professional experiences and background are quite different (journalists and others), which makes discussion really promising. Then, Rosental Alves has a very rich history and he is terribly nice, which makes the classes very interesting and pleasant to follow.

Today was basically dedicated to presentations, of the program and of the participants, and to an introduction to Online Journalism. I’m sharing now with you some notes i took, though things were quite dynamic live, even for a first day:

We started to talk about the new paradigms imposed by the Digital Revolution, that has two historical precedents, Guttenberg and the Industrial Revolution, by the way they changed production and dissemination of contents, and their consequences on social and political levels.

There was a reference to Jim Moroney, from the Dallas Morning News, that at a conference in Austin pointed out the period between 2002 to 2012 as the one with the biggest transformations for american newspapers (i.e. crisis). We have two good images for that: the sinking Titanic or the parting of the Red Sea (this means despair or hope, which are the two main mindsets that coexist presently in the news industry).

During the transition from the Industrial to the Digital Society, there was a break with mass communication, more vertical, one way, closed, to another model, more costumized, interactive. The mass media are now complemented by own media, in a symbiotic process that it is still at the very beggining, and with unpredictable results. Many still conder the Internet as just another medium, when it really goes beyond that. It was noted that cell phones will overcome computers asthe main devices to access the web.

MediaMorphosis

We then discussed the ideas of Jeremy Tunstall, that says that every 20 years a new medium appears. Taqking on this concept, Roger Fidler developed six principles, regarding that every time a new medium comes is so powerful that it seems that will finish all the others, yet they do seem to adapt. The six principles are:

  1. Co-evolution and coexistence;
  2. Metamorphosis;
  3. Propagation;
  4. Survival;
  5. Opportunity and need;
  6. Delayed adoption;

If you want more details on this follow this link (PowerPoint file). Rosental Alves disagrees with this idea of metamorphosis and presented the concept of mediacide. Basically, during Internet’s absorption process of the existing media, some survive, and some don’t. The alternatives are the hybridization of digital media with traditional media or their death (there’s the Titanic).

Online Journalism becomes the bridge between the Industrial Age and the Digital age, because business models have changed thanks to this technological shift, though there are no guarantees it might work. Finally, we set the Huffington Post as an example of this transition. And now i have to analyze it. As soon as i can i’ll write more about what is going on during the workshop.

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