Posts Tagged ‘Mindy MacAdams

22
Ago
08

Barajas- Cobertura Online | Online coverage

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MindyMacadams no seu blog mostrou como o EL País fez a cobertura do acidente de Barajas desde o início, num excelente exemplo das possibilidades da cobertura online.

Em Portugal também se foi acompanhando as incidências do caso, mas o mais rápido (e provavelmente o único) a apresentar uma infografia do acidente foi o Jornal de Notícias, que parece querer agarrar o online de uma forma séria.

UPDATE- Não foi o JN o primeiro nem o único a apresentar uma infografia, pelos vistos a Renascença antecipou-se numa apresentação simples criada na tarde do acidente (obrigado Joana).

Um pormenor nas apresentações gráficas sobre o acidente que me chamou a atenção foi a utilização de imagens do Google Earth como fundo, quer nos jornais, quer nas televisões dos diferentes países.

Mindy MacAdams showed in her blog how El País covered the Barajas airplane crash  from the start, as a good example of the possibilities that the online brings.

In Portugal we too followed the situation closely, but the fastest (and probably the only one) presenting a infographic of the accident was Jornal de Notícias, that seems to be commited to develop seriously its online presence.

UPDATE- JN wasn’t the first nor the only to present a infographic, it seems Radio Renascença beat them with a simple presentation created in those first moments (thank you Joana).

A detail that caught my attention in all of the infographics of the accident was the general use of Google Earth images as a background, in newspapers and on TV news worldwide.

Infografia da Renascença | Renascença infographics

Infografia da Renascença | Renascença infographics

45 p.m. EDT on Aug. 20

"Capa" do ElPaís.com | ElPaís.com "frontpage"

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11
Jul
08

A febre do iPhone 3G | The iPhone 3G fever

Foi o grande lançamento deste ano: o iPhone da Apple gerou grandes filas à porta das lojas, para se ser o primeiro a possuir o último grito em telemóveis. Não que o iPhone seja só um telemóvel, mas também é um telemóvel.

Mas os primeiros contemplados com a engenhoca foram os neozelandeses. Na terra dos kiwis houve quem esperasse dois dias e meio à porta da loja e aparecer nas notícias – a menina na foto é Lucinda McCullough e foi a compradora número 1,do mundo. Para saberem como foi leiam estes dois artigos escritos pela muito portuguesa Vera Alves (um beijinho V.), que está ainda no início da sua aventura nos antípodas:

-Who bought the world’s first iPhone 3G?

-Long wait pays off for first 3G iPhones

Em que é que o iPhone é diferente dos outros telemóveis? Para já saiu da cabeça de Steve Jobs, o que para muita gente chega. Depois tem uma série de funcionalidades que vão permitir a experiência multimédia interactiva portátil muito mais interessante: mais velocidade de navegação, mais facilidade de conexão, GPS, e também serve de iPod. Como extra, podemos ainda fazer chamadas de voz. E tem muita pinta, como qualquer produto Apple.

Mas se calhar o que o iPhone vem fomentar é a navegação móvel na web. Basta ler este post da Mindy MacAdams para se perceber que a tendência já se está a tornar num facto, e com um valor extremamente importante. Agora a pergunta é: será que as empresas (especialmente as de comunicação) estão a acompanhar esta evolução?

Daqui a uns anos os estudantes de jornalismo terão entre as suas opções de carreira televisão, rádio, imprensa, online e dispositivos móveis. Ou talvez não.

This was the major release of 2008: Apple’s iPhone created huge queues in front of the stores, of people wanting to be the first one to own the latest in cell phones. Not that the iPhone is just a phone, but it is also a phone.

But the first contemplated with the gadget were the neo-zealanders. In kiwi land there were who waited for two days and a half in front of the store, and get their faces on the news – the lady in the picture is Lucinda McCullough and she was buyer number 1, of the world. To learn more read these two articles written by our very own Vera Alves (kisses V.) that is still at the beginning of her adventure on the other side of the planet:

-Who bought the world’s first iPhone 3G?

-Long wait pays off for first 3G iPhones

In what exactly does the iPhone differ from all the other cellphones? For starters, it was born out of Steve Jobs’ head, which for maby is enough. Then it has a whole lot of features that will turn the portable multimedia interactive experience much more interesting: more websurfing speed, connection is easier, GPS, and it can also work as an iPod. Extra featuring, we can also make phone calls. And it’s posh, like any other Apple product.

But, maybe, what the iPhone comes to support is mobile web navigation. Just read this post by Mindy MacAdams to understand that what was a trend has become a fact, and one with extreme importance and value. Now the question is: are companies (especially the ones dealing with communication) are following this evolution?

In a few years from now journalism students will have among their career options TV, radio, press, online, and mobile devices. And then again, maybe not.

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08
Jul
08

Profissão: Jornalista; Salário: …pois… | Profession: Journalist; Salary: …er…

Journalism salaries, from payscale.com

Querem ser ricos? Ter carros, casas e férias no estrangeiro? Querem uma profissão que lhes dê tempo livre? Então esqueçam o jornalismo. Já falei que não aconselho ninguém a seguir esta carreira (eu desisti do jornalismo mais do que uma vez, prefiro o termo comunicador) mas se querem ter noção das condições financeiras que esta vida vos traz, leiam este post da Mindy MacAdams.

Em Portugal a situação também não é muito famosa: oferecem-se estágios a 150 euros por mês, as empresas não estão a contratar e andamos a maior parte das vezes a dançar a valsa da precariedade. Eu estou no mercado, e garanto-vos, não está mesmo nada fácil.

Para não ser negativo, e se estão em estágio, leiam este post. O futuro não é para todos.

Do you want to be rich? Own cars, houses and make holidays abroad? Do you want a job that will give lots of free time? Then, forget journalism. I said before i don’t advise anyone to pursue this career (i gave up journalism more than once, i rather prefer the term communicator) but if you want to have an insight about the financial conditions this job might bring you, read this post by Mindy MacAdams.

In Portugal the setting isn’t also very pretty: there internships paying 150 euros per month, companies aren’t hiring and we’re dancing most of the time the waltz of uncertainty. I’m available in the market, and i can assure you all, it doesn’t look good.

So I won’t leave you with a negative perspective, and if you’re during your internship or training, read this post. The future is not for everyone.

Unemployed Graduates in Portugal (highlighted) – Information/Journalism- 1045

Most longtime journalists will tell you: they don’t do it for the money. If you love going to work every day, that’s worth a lot more than having a bunch of knickknacks in your house. (On the other hand, you’ve got to pay the bills, so do your own math.)

So forget about that graduate degree — just go out and start working.

Journalism salaries and careers, Mindy MacAdams

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06
Mar
08

“Is this why newspapers are dying? Because there are no communities?”

 

The Power of Organizing Without Organizations



Mindy MacAdams comenta no seu blog uma passagem do livro de Clay Shirky Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations, onde se faz uma diferenciação das relações entre o público e os media, e entre os próprios utilizadores e criadores de conteúdos. E a meio faz esta questão avassaladora: “Is this why newspapers are dying? Because there are no communities?” .

Se antes, e por motivos estruturais, um jornal estava mais próximo de um grupo ou de uma comunidade, com os novos media a transversalidade nas audiências aumentou, assim como os conceitos de especialização e hiperlocalidade se tornaram preponderantes para a definição e sobrevivência de alguns meios de comunicação.

Citando Shirky, “audiências não são o mesmo que comunidades, e as comunidades são feitas de pessoas em diálogo”, Mindy MacAdams deixa talvez a questão mais fundamental para a identidade dos media em transição: o que é que as comunidades precisam e como é que os jornalistas o podem fornecer?

O jogo já não é feito apenas com a premissa de responder às perguntas básicas do jornalismo, mas com a problematização e participação por parte de todos que queiram participar na construção do hiper-senso-comum, da hiper consciência colectiva sobre a realidade. O público não é mais um ponto de destino, mas um princípio activo, e é aqui que a mudança está realmente a ocorrer.

Mindy MacAdams comments on her blog a passage from the book by Clay Shirky Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations, where is established a differenciation in the relations between public and media, and among the users themselves and content generators. And then she makes this overwhelming question: “Is this why newspapers are dying? Because there are no communities?“.

If before, and due to structural reasons, a newspaper was closer to a group or a community, with the new media the transversality in the audiences increased, just like the concepts of of specialization and hyperlocality became prevailing to the definition and survival of some media.

 

Quoting Shirky, “Audiences are not the same as communities, and communities are made up of people talking to one another”, Mindy MacAdams leaves perhaps the most fundamental question for the identity of the media in transition: what do communities need and how can journalists provide it?

 

The game is longer played under the premiss of answering to the basic questions of journalism, but with the problematic rendering and participation of all who want to participate in the construction of a hyper-common-sense, of a hyper collective conscience upon reality. The audience is no longer the destination but an active principle, and this is where the change is really happening.

An audience is not a community, Mindy MacAdams




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