|
While browsing the latest addition to my Google Reader list, i found a very concise and elucidative lecture about online media. Kurt Lancaster does a good job explaining the different formats that make a multimedia story and explains what is the difference between scattered multimedia (which is what has been being sold to us as multimedia storytelling) and the paradigm of a true Multimedia story. An interesting example of integrated multimedia publishing is Flyp magazine. At a first glance it looks like another Flash flipping page magazines, but it has embedded video, interactive graphics, the works. It is not a perfect example, but it is a cool concept. To take that leap means a few things: more technically skilled reporters (in audio, video, programming) and more reporters per story. If you want a unique perspective you’ll need good reporters, and they’ll just need time. Believe me, breaking news is the cheapest news commodity out there right now, and 99 % of the news companies won’t stand out trying to go after them. The money is in creating the long feature.
|
Enquanto esta a explorar a minha última aquisição para a lista do GoogleReader, encontrei uma palestra concisa e esclarecedora sobre que é media online. Kurt Lancaster faz um excelente trabalho a explicar os diferentes formatos que tornam uma história multimédia, e a diferença entre multimedia acessório (que é o que nos tem sido vendido como multimédia) e o paradigma de uma história em Multimédia integrado. Um exemplo interessante de uma edição em multimedia integrado é a Flyp magazine. À primeira vista parece mais uma revista para folhear em flash, mas tem vídeo incorporado, gráficos interactivos e outras coisas catitas. Não é um exemplo acabado, mas é um conceito original. Dar o salto do acessório para o integrado siginifica algumas coisas: repórteres com mais competências técnicas (em video, áudio, programação) e mais repórteres por história. Se querem uma perspectiva única vão precisar de bons repórteres, e dar-lhes tempo. Acreditem, as notícias de última hora são o produto com menos valor aí fora, e 99% das redacções não ganham nada aí. O dinheiro está em contar histórias de fundo.
|












Comentários recentes