Posts Tagged ‘journalism

11
Set
09

(The Future of) Journalism in Portugal conference | (O Futuro do) Jornalismo em Portugal

logoRascunhos

A couple of weeks ago i was invited to participate in a conference about Journalism in Portugal, organized by a teenager. Unfortunately i had to decline, but looking at the program i’m sorry i won’t be attending.

Find out why here.

Há umas semanas atrás fui convidado para participar numa conferência dedicada ao Jornalismo em Portugal, organizada por um adolescente. Infelizmente tive que declinar o convite mas olhando para o programa tenho mesmo pena de não ir.

Descubram porquê aqui.

550x80

Continue a ler ‘(The Future of) Journalism in Portugal conference | (O Futuro do) Jornalismo em Portugal’

10
Set
09

Internet Manifesto | Manifesto Internet

dd

Hey Media, what’s that sound? Every knows what’s going down…but you.

This is the feeling i get reading this Internet Manifesto, created by 15 journalists and bloggers as a reaction to the Hamburg Declaration, in which major publishers “advocate strongly urgent improvements in the protection of intellectual property on the Internet”, and “disagree with those who maintain that freedom of information is only established when everything is available at no cost”. Yes, if you want it to be free you can’t have it for free. And public domain facts go under a copyright license (i just delight on wondering the variety of consequences this might bring about). Besides, they would never take profit from free content, created by others, and never without compensating them (or giving them credit).

Though this might seem a specific discussion it is an important one, and this Manifesto comes not only as an answer to a different view on the Internet, but also as a guide to understand the basic principles of it, that media moguls have been failing to grasp for so long. And like playground bullies, they’re trying to change the rules of the game, just because they’re losing.

Mr.Media Mogul, read below the first point of the Manifesto and then go here to read  the rest. And the rest of you, what do you make of it?

(Referrals stolen mercilessly from the great Remixtures blog)

Ei Media, o que se passa? Toda a gente sabe…menos vocês.

Esta é a sensação que tenho ao ler este Manifesto Internet (trazido para o Português pelo Pedro Teichgräber e Paulo Querido) criado por 15 jornalistas e bloggers como reacção à Declaração de Hamburgo, na qual os grades editores defendem “vigorosamente melhorias urgentes na protecção da propriedade intelectual na Internet”, e discordam “com aqueles que defendem que a liberdade de informaçãosó é conseguida quando tudo está disponível gratuitamente”. Sim,se querem que seja livre não pode ser grátis. E factos de domínio público ficam debaixo de direitos de autor (delicio-me a imaginar a variedade de consequências que isto podia trazer). Além disso, eles nunca lucraram com conteúdo livre criado por outros e sem lhes pagar (ou lhes dar o devido crédito).

Apesar desta discussão parecer um pouco específica, é muito importante, e este Manifesto vem não só como resposta a uma perspectiva diferente sobre a Internet, mas também coo um guia para compreender os seus princípios básicos, que os barões dos média não têm conseguido compreender. E como rufias de recreio, querem mudar as regras do jogo  apenas porque estão a perder.

Sr.Barão dos Media, leia o primeiro ponto abaixo deste Manifesto e veja o resto aqui. E vocês, o que pensam disto?

(Referências roubadas sem dó ao grande blog Remixtures)

Internet Manifesto (ler versão portuguesa)

1. The Internet is different.

It produces different public spheres, different terms of trade and different cultural skills. The media must adapt their work methods to today’s technological reality instead of ignoring or challenging it.  It is their duty to develop the best possible form of journalism based on the available technology. This includes new journalistic products and methods.

Continue a ler ‘Internet Manifesto | Manifesto Internet’

03
Set
09

Keep up | Mantenham-se a par

The third part of the Case for Innovation as defended by CoPress is available. Here’s the explanation for this video, as also Part 1 and Part 2.

A terceira parte do Case for Innovation advogado pelo CoPress está disponível. Aqui fica a explicação para este vídeo, assim como  a Parte 1 e a Parte 2.

550x80

Continue a ler ‘Keep up | Mantenham-se a par’

19
Mai
09

“Us Now”: as a presentation model | um modelo de apresentação

Yesterday i recommended “Us Now”, a documentary film project about the power of mass collaboration, government and the Internet, which boomed across the web. It is a must see, but this post is not about the film. It’s about how they present it online, and how i feel it is a good model to be applied to major news reports and investigations. A transparency model.

Imagine you’re a reporter after a major story, it involves loads of data, there are many different sides to the issue, and people to interview that have specific knowledge about it, be it technical, scientific, or just exclusive. Good journalists always delivered good stories on their own, and covered all the necessary angles to the subject. Working alone means full control of the process, from start to end, and a fair amount of discretion, secrecy, that often resulted in exclusives, the former bread and butter of good newspapers. But what if the process was public, and open to everyone?

I’m not saying all of the process, but some parts of it. If a journalist is snooping around, asking questions about something, doors will close anyway, that will open with new information and the need to answer, retaliate, whatever –  sometimes a statement comes out of conflicting views. But the saying goes  “two heads are better than one”, and if we ask for users to help, many minds will work for the same purpose.

The crowd could gather data, process it, provide input, suggest questions, and the journalist – besides having to do all the things he’s supposed to – would coordinate all of these contributions. This would improve the relationship between the users/readers and the journalist/story/brand. But if you are not a fan of full disclosure before publishing, why not do it afterwards? Release the videos rushes, the full audio, share the documentation and data you gathered in an open database. The advantages? Trust.

Transparency goes a long way, and it prevents journalists from backing off from the story too early or to make mistakes. The liability risk is smaller, and if it is a controversial subject, it’s not the singled out figure of the journalist that is at stake, but a whole community behind the story. Of course, this does not minimize the journalists importance or responsibility, quite the opposite.

“Us Now” producers made the footage available,  transcriptions, download links for the full film, and i think this brings extra value to the work, instead of being commercially harmful. I like to see the bits and pieces that make things work, but if you don’t, just watch the finished version.

There’s a good example of this in Wired’s piece about Charlie Kauffman, and i tried something similar for the pre-production phase of my interview with Dave Cohn.

As a journalist, would you be looking forward this kind of openness? As a reader, would you participate?


Ontem recomendei “Us Now”, um documentário sobre o poder da colaboração em massa, governo e Internet, que se espalhou rapidamente pela web. É imprescindível, mas este post não é sobre o filme. É sobre a forma como o apresentam online, e como acho que é um bom modelo a aplicar para grandes investigações jornalísticas. Um modelo de transparência.

Imaginem que são um jornalista atrás de uma grande história, que envolve imensa informação, tem diferentes lados, e as pessoas a entrevistar têm conhecimentos específicos sobre o assunto, sejam eles técnicos, científicos ou exclusivos. Os bons jornalistas sempre fizeram boas reportagens sozinhos, e cobriram todos os ângulos que eram precisos cobrir. Trabalhar sozinho significa ter controlo total sobre o processo, do princípio ao fim, e uma certa dose de discrição, secretismo, que muitas vezes davam em exclusivos, o anterior ganha pão dos bons jornais. Mas e se o processo fosse público e aberto a todos?

Eu não digo que seja todo o processo, mas algumas partes. Se um jornalista estiver a investigar, a fazer perguntas, algumas portas se hão-de fechar, e só se abrirão com nova informação e a necessidade de resposta, retaliação – por vezes uma declaração surge pela discórdia. Mas como o ditado diz que duas cabeças pensam melhor que uma, se pedirmos  ajuda aos utilizadores, muitas irão trabalhar para o mesmo objectivo.

O grupo podia recolher dados, processá-los, dar o seu input, sugerir questões, e o jornalista – para além de ter que fazer todas as coisas que tem que fazer – coordenaria todas estas contribuições. Isto melhoraria a relação entre os utilizadores/leitores e o jornalista /reportagem /marca. Mas se não são fãs deste tipo  de abertura antes da publicação, porque não fazê-lo depois? Disponibilizem os brutos de vídeo, áudio, partilhem a documentação e os dados que recolheram numa base de dados aberta. As vantagens? Confiança.

O peso da transparência é grande, e evita que os jornalistas se afastem da história cedo demais ou que façam erros. O risco é menor, e se for um assunto controverso não é a figura isolada do jornalista que está em causa, mas toda uma comunidade que está por trás. É claro que isto não minimiza a importância ou as  suas responsabilidades, pelo contrário.

Os produtores do “Us Now” disponibilizaram vídeos, transcrições, links para descarregar o filme inteiro, e acredito que isto traz um valor acrescentado ao trabalho, em vez de o prejudicar comercialmente. Eu gosto de ver as partes do conjunto, mas podem sempre ficar pela versão final.

Há um bom exemplo disto com a peça sobre o Charlie Kauffman na Wired, e tentei fazer algo semelhante na pré-produção da minha entrevista ao Dave Cohn.

Como jornalistas, estariam abertos a este modelo? E como leitores, participariam?

Us Now website

Continue a ler ‘“Us Now”: as a presentation model | um modelo de apresentação’

08
Mai
09

#jeecamp: it’s today | é hoje

follow here | sigam aqui

click image to follow|cliquem na imagem para seguir

Today is #jeecamp day, the unconference promoted by Paul Bradshaw about the enterprises of journalism. If you’re not able to attend, you can follow the event via CoverItLive.

Hoje é dia de #jeecamp, a não-conferência promovida pelo Paul Bradshaw, sobre os empreendimentos no jornalismo. Se não podem estar lá, podem seguir o evento em directo via CoverItLive.

JEEcamp09 – live coverage and aggregation from 9am tomorrow

(…)the hashtag to follow on Twitter is #jeecamp, while jeecamp.com will be aggregating any mentions of jeecamp from various social media platforms. A team of livebloggers will be covering the event here on the Online Journalism Blog…

Continue a ler ‘#jeecamp: it’s today | é hoje’

05
Mai
09

IAmNews.com (english version)

(ler versão portuguesa)

iamnews-logoThe news organizations are slimming down, firing and outsourcing, leaving many seasoned professionals out of steady work. At the same time, young journalism graduates see their chances of getting a job in the industry getting smaller and smaller. So freelancing is the option to consider. But where to find assignments, or people to do them? IAmNews is where both ends meet.

The concept is simple:  “For publishers it is a place to assign news tasks to an international network of reporters and photographers and view a pool of content created by those reporters. For freelance reporters it is a place to take assignments or to post their news wire.”

The description is by Nir Ofir, founder of IAmNews. “Basically we are trying to bridge the gap between what both sides want, to connect with each other, but cannot do it today due to language barriers and the lack of single central spot for both sides to get familiar with each other when needed.”

The website resembles a social network, where you can create a profile presenting your professional background, favourite coverage topics, and expertise (writer, photographer, cameraman). There is a “newsroom” area, which is where the job proposals and pitches will be presented. And if you want, you can post your story and wait for it to be bidded by a news outlet. But don’t take it as a freelance wire news service.

“We think that iamnews is different. It is different since it is focused on a solution that will connect publishers and reporters in real time”, says Ofir, “we are not taking a major editorial part in our daily work. We are focusing in connecting people to people and not just stories to the media.”

iamnews-what-is

How it works

And where does IAmNews take it’s cut? “Our business model is very simple. We act as the mediators and take a cut of the transactions between publishers and contributors.” And the only ones who get to pay anything are the publishers. “Registration is free, short and easy. Publishers will pay for the services of the journalists in our system per project or as a part of our awarding system.”

The project is still in Alpha mode, but you can already register and try out the current features. “By the end of the month we will open our newsroom that will enable publishers to create assignments (private and public) in our system. The system will act as an agent for all registered reporters and invite them to pitch their stories based on their location and expertise.”

Is IAmNews the foreboding of a new relationship model between the industry and the  pros, for the future world news order ?  “In times where most media companies shut down bureaus and cut down on resources, depending mostly on big generic wire companies, we see ourselves as a future alternative, bringing voices and footage that is cost effective and different.” Being the last the magic words.

Continue a ler ‘IAmNews.com (english version)’

03
Abr
09

4th international Journalism Meeting | IV JORNADAS INTERNACIONAIS DE JORNALISMO

The Fernando Pessoa University will hold the 4th International Journalism Meeting this Saturday, an event that will gather journalists and academics from Portugal, Spain and Brazil. You can follow it live at the Comunicamos blog.

A Universidade Fernando Pessoa vai receber as IV Jornadas Internacionais de Jornalismo este Sábado,  um evento que reúne jornalistas e académicos de Portugal, Espanha e Brasil. Podem seguir tudo em directo através do blog Comunicamos.

As Jornadas Internacionais de Jornalismo, cuja quarta edição se celebra em 2009, são um património da comunidade lusófona de pesquisadores em Jornalismo, incluindo aqui, em especial, os pesquisadores galegos, brasileiros e portugueses, mas também os pesquisadores dos países irmãos hispânicos, em especial da Espanha. Centenas de pesquisas e reflexões sobre jornalismo têm sido apresentadas durante as Jornadas e nos congressos que as antecederam (congressos luso-brasileiros e luso-galegos de estudos jornalísticos), por convite ou autoproposta, por pesquisadores de diferentes países, abarcando temas como: a teoria do jornalismo; a história do jornalismo; o direito, ética e deontologia do jornalismo; as análises do discurso jornalístico; jornalismo, cultura, sociedade e democracia; produtos jornalísticos e produção jornalística; gestão das empresas jornalísticas; marketing jornalístico; comunicação política e jornalismo; jornalismos especializados; jornalismo público; parajornalismos; assessoria de imprensa, etc.

As Jornadas Internacionais de Jornalismo transcendem, assim, a comunidade educativa da Universidade Fernando Pessoa, onde nasceram e onde têm sido albergadas. Prova disso, às IV Jornadas Internacionais de Jornalismo associaram-se, como parceiros na organização do evento, através dos seus cursos de Comunicação, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Escola Superior de Educação de Coimbra, a Escola Superior de Educação de Leiria e o Instituto Politécnico de Portalegre. Também a Escola Superior de Educação de Viseu, igualmente através do seu curso de Comunicação, embora não sendo parceira formal da organização, é uma instituição que desde sempre se tem associado à iniciativa, razão pela qual tem um estatuto especial.

Continue a ler ‘4th international Journalism Meeting | IV JORNADAS INTERNACIONAIS DE JORNALISMO’




I moved | Mudei-me

140char

Sharks patrol these waters

  • 122,371 nadadores|swimmers
who's online

Add to Technorati Favorites

View my FriendFeed



Twitter

Add to Technorati Favorites Creative Commons License

Naymz | LinkedIn

View Alex Gamela's profile on LinkedIn

View Alex Gamela's page at wiredjournalists.com


Videocast

a

Ouçam o meu podcast AQUI | Listen to my podcast HERE |


My del.icio.us

Use Open Source

LastFM

 

Dezembro 2014
S T Q Q S S D
« Out    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.