Posts Tagged ‘emprego

07
Jan
09

(More) Advice for journalism students | (Mais) Conselhos para estudantes de jornalismo

http://whitneymcd7.files.wordpress.com/2008/03/job_000.jpg?w=330&h=350

yeah, but are you ready?

Suzanne Yada dropped by yesterday and left a comment to my post about new roles for journalists, regarding the part where i say “A journalist is a brand”:

The whole notion of branding and networking is something too many journalists are scared of, as if it meant to sell your soul. I wrote a lengthy blog about it here, and I got some interesting private responses like “Oh no, I don’t even want to think about this.” It’s too bad!

She wrote two brilliant posts with a list of resolutions for journalism students, that you must read if you’re still in school (and even if you are not), in which she talks about the importance of self promoting. I wrote about this too, and it worries me that professionals (and especially the younger ones) aren’t taking this seriously.

Reality check: you will hardly be recognized as the CNN, Rolling Stone, Time or Newsweek journalist because you’ll be a freelance most of your career. That is how the market will be working in the future for most of us. So, if you are going to be the manager of your own company (you) you better start thinking how to promote it.

The funny thing is that we do it everyday in real  life, in the way we show up for job interviews, the way we connect with teachers, other journalists, or other type of people that may land us a job. Now the goal is to take that online too. I have made more  professional connections in the last year just through my blog than in eight years answering to job ads. And the way i’m doing it, people are coming to me!

Alfred Hermida reminds us that this year will be rough everywhere for journalists. He gives the example of Azeem Ahmad, that despite being  considered the Birmingham University Student Journalist of the Year hasn’t found a job yet. I helped Azeem out once and i saw how dedicated and bright the guy is, and it’s a shame. But his chance will come.

So follow the advice on these posts, and start building your brand to get noticed.

A Suzanne Yada deixou ontem um comentário no meu post dedicado aos novos papéis dos jornalistas, pela parte em que digo que “Um jornalista é uma marca”:

Toda a noção de branding e networking é algo de que demasiados jornalistas têm medo, como se se tratasse de vender a alma. Escrevi um post longo sobre isso aqui e recebi algumas respostas privadas interessantes como “Oh não, nem quero pensar nisso”. É demasiado mau!

Ela escreveu dois posts brilhantes com uma lista de resoluções para estudantes de jornalismo, que devem ler se ainda estão na escola (ou não), nos quais ela fala da importância da auto promoção. Eu escrevi sobre isto também, e preocupa-me que os profissionais (especialmente os mais novos) não estejam a levar isto a sério.

Chamada à realidade: dificilmente serão reconhecidos como o jornalista da CNN, Rolling Stone, Time ou da Newsweek, porque serão freelancers a maior parte da carreira. É assim que o mercado vai funcionar para a maioria de nós. Por isso, se vão ser os gestores da vossa própria empresa (vocês) é melhor começarem a pensar como vão promovê-la.

O mais engraçado é que nós fazemos isso todos os dias na vida real, na forma como aparecemos nas entrevistas de emprego, como falamos com professores, jornalistas, ou outras pessoas que nos possa arranjar trabalho. Agora é praticar isso online. Fiz mais contactos profissionais no último ano através do meu blog do que em oito anos a responder a anúncios. E são eles que vêm ter comigo.

Alfred Hermida lembra-nos que este ano vai ser difícil para os jornalistas. Ele refere o caso do Azeem Ahmad, que, apesar de ter sido considerado o Estudante de Jornalismo do Ano da Universidade de Birmingham, ainda não arranjou trabalho. Eu ajudei uma vez o Azeem num trabalho e vi como ele é dedicado e talentoso, e é uma pena. Mas a oportunidade dele virá.

Por sigam os conselhos nestes posts, e comecem a fazer com que a vossa marca seja reconhecida.

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21
Nov
08

A vossa marca: CVs, dicas e recursos | Your brand: CVs,resumes, tips and resources

Alexandre Gamela CV

Alexandre Gamela CV (sample)

Então estamos à procura de emprego? Como defendi esta semana, nós somos o nosso próprio produto.  Quer andemos à procura de um emprego fixo ou trabalhar como freelancers, temos que nos destacar da multidão. E como? Criando uma marca própria, que tem duas vertentes essenciais: aspecto e conteúdo. O curriculo com o melhor design do mundo não vai longe se não tiver um bom recheio = trabalho de qualidade.

CV

Mas vamos começar pelo início. Primeiro é preciso saber duas coisas: o que sabemos fazer e o que queremos fazer. Façam listas de tudo que tenha sido relevante para a vossa formação, experiência profissional, e competências sociais. Os modelos de currículos normalmente têm uma série de items que valem a pena seguir para estruturar toda essa informação, mas, especialmente na área de comunicação, acho que vale a pena personalizar a coisa.

Os ingleses e os americanos usam mais o modelo de resume, que acho mais eficaz. Podem criar o vosso online nestes dois sites: Emurse.com e Razumé. Pelo menos podem perceber como arrumar a vossa informação.

Se quiserem dar um toque mais visual ao vosso currículo, e se não tiverem grande jeito para as artes gráficas, usem a vossa rede de contactos. O meu (ainda inacabado) currículo foi criado por uma amiga minha que é arquitecta da LangdonReisZahn (grande Anita!!) em troca de um press release.Já agora digam o que acham, ainda preciso de o melhorar.

Ou então podem usar como fonte de inspiração algumas propostas que há na net: eu vi muito estes -36 Beautiful Resume Ideas That Work e 38 More Beautiful Resume Ideas That Work ou então vejam os da concorrência, há sempre alguém com uma boa ideia, ou sempre  se pode aprender com os erros dos outros.

Outra coisa que acho fundamental é mostrar trabalho. Lá por causa de estarem desempregados não quer dizer que não produzam. Usem os blogs, escrevam, mostrem as vossas fotos, os vossos sites, os vossos designs. Aprendam com os outros. O Google é o princípio da vossa formação caseira, e as propinas são a mensalidade de net. O que produzirem passa a ser parte do vosso portfolio, por isso esmerem-se no que fazem. Aliás, a vossa presença online pode ser determinante no processo de selecção.

PRESENÇA ONLINE

Estamos todos à distância de um clique. Por isso é necessário manter a nossa presença online saudável. O António Dias tem um blog que aborda especificamente este assunto e oferece um Guia para Gestão da Reputação Online, em .pdf . Mas essa gestão é feita todos os dias: no Twitter, nas redes sociais, nos comentários a outros blogs. É muito fácil passar a ideia errada, por isso mais vale tentar ter uma presença positiva na web. Googlem o vosso nome e tirem as vossas conclusões.Usem essas ferramentas online para expandir a vossa rede de contactos, para além do Twitter recomendo um bom perfil profissional no Facebook e no LinkedIn.

PROCURAR

Agora que já têm a vossa informação ordenada e com bom aspecto, e são poucas as fotos que vos comprometem, está na hora de melhorar a vossa procura de emprego. Em Portugal há um site dedicado à área da comunicação,  o cargadetrabalhos.net mas é sempre bom diversificar, e ver noutros sites. E falem com os vossos amigos para estarem atentos a qualquer oportunidade de trabalho que vos assente. Façam auto-propostas às empresas onde gostariam de trabalhar, o pior que vos pode acontecer é enviarem o vosso CV para o lixo.

DICAS

Enquanto esperamos pela chamada para uma entrevista, podemos sempre ir criando mais trabalho, e melhorando o nosso CV. Há muitos sites que têm sempre boas ideias para o dia a dia de um freelancer (palavra fina para desempregado), mas eu gosto destes: o Lifehacker, que tem muitos artigos para freelancers, e para quem procura emprego. Recentemente descobri esta lista que me parece muito interessante – 101 Recursos Essenciais para o Freelancer. Mas há muitos mais, e se puderem, partilhem connosco.

MUNDO REAL

O que eu recomendo (mas nunca o faço) é ir bater às portas e falar directamente com as pessoas. É mais complicado porem o CV no lixo à nossa frente.Se trabalharam para alguém antes não falem mal deles. O último empregador é sempre a melhor referência e deverá ser alguém que esteja satisfeito com o nosso trabalho. Falem com as pessoas, online e offline, encontrem-se com amigos que trabalham no meio que vocês querem entrar.E acima de tudo, se puderem evitar estes passos todos e ter alguém que vos ponha a trabalhar, usem-no.

Têm mais algumas ideias sobre o assunto? É para isso que está a caixa de comentários abaixo. Obrigado.

Alexandre Gamela é escritor, jornalista freelancer e blogger, e está entre empregos neste momento. Se  o quiserem  conhecer mais o seu trabalho, vejam o seu CV e entrem em contacto com ele.

So, we’re looking for a job? Like i defended before this week, we are our own product. Wether we are looking for a steady job or just another gig as a freelancer, we have to find a way to stand out from the crowd. And how? By creating our own brand, that has two essential principles : looks and content. The world’s best designed resume won’t do you any good unless it has some yummy content = some decent quality work.

CV

But lets start at the beginning. First we must know two things: what we know and what we want to do. Write down a list with the relevant stuff for your education, professional experience, and social competences. There are resume models structured in items that may help you to gather all that information, but, especially in this communication related business, i believe we can make a more personal presentation.

The British and the Americans use the more effective (in my opinion) resume model, instead of the CV. You can create your own at these two websites: Emurse.com and Razumé. At least you get to understand how to manage your information.

If you wish to give a more visual touch to your resume, and you’re not that good at the visual arts, use your contact network. My (still unfinished) resume was designed by a friend of mine, who’s an architect of LangdonReisZahn (rock on Anita!!!) in exchange for a press release. Since we’re at it, tell me what you think, it needs some improving still.

Or you can use as an inspiration source some proposals that are hanging around in the web: i went through these 36 Beautiful Resume Ideas That Work and 38 More Beautiful Resume Ideas That Work, or check your competition out, there’s always someone with a good idea, or we can learn from other people’s mistakes.

Another thing that i find essential is to show some work. Just because you’re unemployed it doesn’t mean you are not working. Use your blogs, write, show your pictures, your websites, your design. Learn from others. Google is the starting point of your home schooling, and the tuition go as high as your internet connection bill. What you produce will become a part of your portfolio, so put some love in what you do. In fact, your web presence can be a determinant factor in the course of a selection process.

ONLINE PRESENCE

We all are only a click away. So it is extremely important to keep a healthy online presence. There are lots of guides regarding this subject online, so waste some time searching and reading them, look for online reputation management. But that management is done everyday : at Twitter, in social networks, when leaving comments in other people’s blogs. It is very easy to pass on a wrong idea, so you might as well make some effort to create a positive presence on the web. Google your own name and take your conclusions. Use those online tools to expand your contact network, and besides Twitter i recommend a good professional profile at Facebook and LinkedIn.

SEARCHING

Now that you have your info in order and looking sharp, and there aren’t that many photos of you in compromising situations online, it is time to improve your job search. There are many specialized job websites, directed to journalists, designers, communicators. Use them, sign them up, but don’t forget to diversify and visit other mainstream job websites. and talk to your friends, make them aware for any opportunity that might interest you. Send your CV to a company where you’d like to work, eve if they’re not hiring, the worst it can happen is to send your resume into the trashcan.

TIPS

So, while you’re waiting for that interview call, we can always create more work, and improve our resume. There are lots of good websites filled with good ideas for freelancers (which is a fancy word for unemployed), but i like these: Lifehacker, that has lots of articles for freelancers, and job seekers. Recently i found this list that looks quite interesting – 101 Essential Freelancing Resources. But there are many more and if you know others, share them with us.

REAL WORLD

What i recommend (but never do) is go knocking some doors and talk to people face to face. It’s harder for them to ditch our resume to the trashcan. If you worked for somebody before don’t speak bad of them. The last person who hired us must be our best reference and must be happy about our work. Talk to people, online and offline, get in touch with friends that work in what do you want to work. And above all, if can skip all this procedure and know someone who can give the job like that, use them.

Do you have any more ideas on this? That’s what the comment box below is all about. Thanks.

Alexandre Gamela is a writer, freelance journalist and blogger, and is currently between jobs. If you want to know him and his work, check his resume and  get in touch with him.

Creative Hire Tee

...ou arranjem uma destas | ...or get one of these

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08
Nov
08

Que jornalista eles querem que vocês queiram ser?

http://queroserjornalista.com/specific/queroserjornalista/images/logotipo.gifO Grupo Lena (Sojormedia) já tinha anunciado a sua intenção de lançar um novo projecto jornalístico em 2009, um diário posicionado no mesmo segmento do Público e do Diário de Notícias.

Eles lançaram um site com o curioso nome de QueroSerJornalista.com para captar os futuros profissionais que irão compôr a redacção, como estagiários.

De acordo com a notícia no Público “o objectivo será recrutar licenciados com idades até aos 26 anos, oriundos de várias áreas de formação e não apenas da comunicação social, e que tenham apetência pelas novas tecnologias.” Serão 25 finalistas que farão um curso de formação para depois integrarem a redacção. A sua formação poderá ser “da Matemática às Ciências Humanas, da Biologia à Gestão, da História à Comunicação Social”, como vem indicado na descrição do projecto.

Obviamente, estes não serão os únicos elementos da redacção, e a equipa de direcção anunciada há uns meses era de peso: “o grupo Lena convidou o antigo director do Diário Económico Martim Avillez Figueiredo, e conta já na administração do projecto com Francisco Camacho, que transita da revista Sábado e Sílvia de Oliveira ,subdirectora do Diário Económico, para os cargos de directores adjuntos, e Miguel Pacheco (editor executivo do DE) para a subdirecção.

Apesar de ser a maior oportunidade neste momento para jovens jornalistas no mercado nacional, não deixo de ter algumas reservas relativamente aos parâmetros de selecção presentes no formulário online disponibilizado para os candidatos.  Se por um lado revela uma abertura para se fazer um jornalismo moderno, por outro não são claros nas competências e conhecimentos específicos que os candidatos precisam de ter. Quando questionados sobre os conhecimentos, os candidatos têm que escolher entre três graus de competências em Internet e redes sociais, sem mais pormenores; mais uns passos à frente perguntam se os candidatos estão inscritos em redes sociais, se têm um blog, sem possibilidade de indicar os respectivos links (no final têm alguns campos onde poderão dar essas indicações, mas a sensação que dá é que os candidatos não serão avaliados nesta fase pelos conteúdos que produzem ou pela capacidade de gestão em redes sociais).

Ainda perguntam pelas capacidades dos candidatos em fotografia e vídeo, mas é manifestamente pouco. Levanto a clara possibilidade de estarem a recrutar especificamente profissionais especializados nessas áreas. Ou então os finalistas irão adquirir conhecimentos mais aprofundados na formação subsequente à fase de selecção, o que será o mais provável.

Eu já nem questiono a abertura a candidatos formados fora do âmbito da comunicação social – não é o curso que faz o jornalista, embora na teoria forneça mais habilitações e conhecimentos e uma maior solidez na execução da actividade profissional – mas questiono a definição do jornalista  imposta na candidatura. Parece que querem pessoas que saibam umas coisas de internet e não profissionais vocacionados para esta nova idade do jornalismo.

Depois, o facto de exigirem a carta de condução como factor sine qua non para a aprovação da candidatura é um bocado desfasada da realidade de uma redacção que aposte no online: há muitos jornalistas que podem desenvolver a sua actividade dentro de portas, e não acredito que tenham 25 carros disponíveis para todos. Além disso, estes 25 irão andar na rua todos os dias? Ou seja, serão eles que assegurarão o grosso da produção dos conteúdos do projecto? Parece-me um contra-senso relativamente às intenções demonstradas. A carta de condução é uma mais valia óbvia, mas creio que é um factor eliminatório pesado, ao menos que dissessem que era uma condição preferencial.

Nem quero entrar pela questão dos estágios, as indicações que tenho é que não se pretende que sejam mão-de-obra a preços baixos, e que se pretende valorizar os candidatos seleccionados.

Eu não estou por dentro do processo, e não gosto de ser pessimista sem ter mais informação,  mas educaram-nos a desconfiar de algumas coisas. Por isso, vou ressalvar dois pontos que me parecem positivos: é uma grande oportunidade para quem quer ser jornalista e recomendo que se inscrevam, não têm nada a perder; agora se é grande em quantidade apenas ou também em qualidade, não sei. Depois, vê-se que o Grupo Lena está prestes a dar um salto importante empresarialmente, o que em tempo de crise – económica, e particularmente no negócio do jornalismo – é admirável.

As impressões iniciais são de alguma reserva, mas acho que vamos todos ter que esperar pelos resultados.

Recepção de candidaturas:


De 8 a  16 de Novembro
Os candidatos deverão submeter os seus dados através do formulário disponível no site www.queroserjornalista.com.

Processo de selecção:

Primeira fase selecção – De 19 a 20 de Novembro;

Divulgação de resultados da primeira fase: 24 de Novembro.

Segunda fase de selecção: 24 e 25 de Novembro.

Divulgação de resultados da 2ª fase: 28 de Novembro.

Terceira fase de selecção: 28 de Novembro e 4 de Dezembro.

Divulgação de resultados da 3ª fase: 5 Dezembro.

Quarta fase de selecção: 9 a 12 Dezembro

Divulgação de resultados da 4ª fase apenas aos seleccionados.

Todas as fases têm timings definidos em termos de datas e horários e os detalhes de selecção das mesmas estão disponíveis online através do site www.queroserjornalista.com 24 horas/dia.

O cumprimento dos prazos de entrega das provas de selecção é obrigatório, pelo que o incumprimento é factor eliminatório.

www.queroserjornalista.com

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03
Nov
08

Anúncio para o futuro | Ad for the future

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01
Set
08

Novo diário no horizonte

O Grupo Lena planeia lançar um novo jornal diário que deverá chegar às bancas em Fevereiro de 2009.O segmento a que se destina é o mesmo do Público e do Diário de Notícias.

O grupo de Leiria já era detentor de alguns semanários locais, para além de outras empresas ligadas à comunicação:o  Região de Leiria, O Ribatejo, O Aveiro, O Eco, Jornal do Centro e Jornal da Bairrada , a rádio  Antena Livre  de Abrantes, a editora Imagens & Letras, e uma agência de venda de espaço publicitário – MeioRegional -aos quais acrescentou em Junho o Diário As Beiras e a Grafimondego de Coimbra, mais dois semanários regionais gratuitos  Aveiro 34 e Coimbra 39. Em Julho adicionou ao grupo a empresa RSF, proprietária de duas rádios locais em Viseu e Guarda . Está também previsto o lançamento de dois novos semanários regionais nas regiões do Grande Porto e Algarve.

Para liderar o projecto o grupo Lena convidou o antigo director do Diário Económico Martim Avillez Figueiredo, e conta já na administração do projecto com Francisco Camacho, que transita da revista Sábado e Sílvia de Oliveira ,subdirectora do Diário Económico, para os cargos de directores adjuntos, e Miguel Pacheco (editor executivo do DE) para a subdirecção.

As perspectivas são de que sejam criados cerca de uma centena de postos de trabalho nesta publicação. Esperam-se mais novidades ainda este mês. Por curiosidade, a promoção do projecto está ao cargo da Lift.

O Grupo Lena é o maior grupo privado da zona centro e reúne cerca de 60 empresas de vários ramos de actividade.

dados do Público de 30/08/08, e do leiriaeconomica.com

23
Jul
08

Por conta própria | On your own

http://www.inkcinct.com.au/Web/CARTOONS/2006/2006-378P-skills-shortage.jpg

You can be a journalist without a job at a mainstream news organization

That headline seems obvious, no?

Then why is it that when journalists see layoffs, buyouts, and newspaper companies in trouble, they sigh and say “Should I stop wasting my time and start applying to advertising agencies?

Really?

“You can be a journalist without a job at a mainstream news organization”, Ryan Sholin

————————

If you have the skills, people will call

Yes, it is a tough time for journalism graduates — or anyone looking for a journalism job — but there are jobs available for people with desirable skills.

Recent journalism graduate Kyle Hansen just accepted a job at the Las Vegas Sun. More noteworthy, is that in this terrible time for journalism companies and the economy, he had interviews in five different states with newspapers. Five different states.

What skills does Hansen have that most recent journalism graduates don’t? Well, for starters, he blogs. It doesn’t have to be the best or most popular blog, but having a blog shows potential employers that Hansen is willing to try out new tools and that he has an understanding of the power of blogging.

“If you have the skills, people will call” , Journalism Iconoclast

O que é que sabem fazer? A sério. Quais são as vossas competências? Porque é  que querem ser jornalistas (ou outra coisa qualquer) ? Eu ando a fazer estas questões a mim mesmo há já algum tempo, e há umas que vão tendo respostas mais concretas. Mas o que vejo é que muita gente não sabe que jornalismo é acima de tudo uma actividade. Não se diz que se gosta de correr, corre-se e pronto. Os profissionais estão cada vez mais por conta própria, e isso não é necessariamente mau. Façam um bom trabalho e mostrem-no. Com sorte, alguém há-de reparar.

What do you know to do? Really. What are your skills? Why do you want to be a journalist  (or anything else)? I’ve been asking myself these same questions for quite some time now, and there are a few which are getting some concrete answers. But what i’m watching is that there’s a whole lot of people that doesn’t know that journalism is an activity. You can’t say  you like to run, you just run. Professionals are more and more on their own, and that may not be a bad thing. Do the best work you can and show it. With luck, someone will notice.

Every single one of my interviews was a direct result of my experience blogging or editing video. Of course, another key is who you know. Two of the three places I was considering were places that I knew people working there. One of the others was a place that someone I knew recommended.

Kyle Hansen

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09
Mai
08

Anúncio de emprego (??!?!) | WTF job ad

Num site que gosto muito dedicado a empregos ligados à comunicação:

Revista regional online, precisa de colaboradores jornalistas.

Condições: Não remunerado

Exige-se: Conhecimento em jornalismo regional

Não pagam, exigem. Como estes vejo muitos. Vão gozar com outro.

In a website that i really like dedicated to communication job ads:

Online regional magazine, needs journalists

Conditions: not remunerated

Demanded: knowledge in regional journalism

So, they don’t pay,yet demand. I see plenty of this. Don’t mess with us.

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01
Abr
08

MayDay! Lisboa 2008

sticker_blog.gif
O Lago associa-se ao MayDay! Lisboa 2008, contra a precariedade e aos abusos por parte das empresas. Coloquem o sticker no vosso site, blog, ou perfil social e apoiem esta iniciativa.
E a precariedade está presente em muitos espaços das nossas vidas: quando o teu patrão recebe milhares e tu não tens dinheiro que chegue até ao fim do mês, quando trabalhas 10 horas por dia mas não sabes se vais ter emprego na próxima semana, quando o ensino superior está comprometido com interesses económicos e só estudas se puderes pagar (muito!), quando as rendas são tão altas que a tua independência é impossível, quando a cultura é para tão poucos, quando tens que viver e trabalhar clandestinamente e sem acesso aos direitos mais básicos, quando os cuidados de saúde públicos desaparecem da tua área, quando, pelo simples facto de seres mulher, recebes menos que O teu colega de trabalho, quando tens que esconder os teus afectos e relações… O Mayday!! é a revolta contra tudo isto no dia 1 de Maio. Com força. Com acção. Com alegria.
É juntar pessoas muito diferentes em torno de uma vontade comum: Viver! Não sobreviver.

 

O precariado rebela-se!!!

maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa

 

Continue reading ‘MayDay! Lisboa 2008′

28
Mar
08

Trabalho procura-se…mas como? | Job wanted…but how?

Assim não, espero… | Not like this, i hope…

Andam à procura de trabalho? Para saberem o que NÃO devem fazer visitem o site NotHired.com, onde podem ver as piores tentativas de candidatos a empregos. Via MerandaWrites.

Se por acaso estão à procura de trabalho em jornalismo, então o melhor é ler este post de Kiyoshi Martinez, onde ele dá ideias preciosas para quem se quer meter no negócio. Indispensável.

Are you looking for a job?To find out what you are NOT supposed to do visit the NotHired.com website, where you can see the poorest attempts of job applicants. Via MerandaWrites.

If by chance you are looking for a journalism job, the best you can do is to read this post by Kiyoshi Martinez, where he gives a few precious ideas for who wants to get into the business. Essential.

Journalism school graduates: How to increase your chance of finding a job and decrease your chance of having to vent on AngryJournalist.com

+ Get real about your situation

Make sure it makes financial sense for you to take an offer. Don’t bother applying to places that you know won’t meet your salary requirements. Have standards and stick to your guns.

+ Know the business and the industry
You might think you know journalism. It’s writing articles for a newspaper. Or shooting photographs. Or designing pages. Or maybe even that new media stuff people keep mentioning. Wrong. Those are skills.

+ Don’t be stupid
With Google and Wikipedia you no longer have any excuse to be stupid. Ever. Have a question or curious about something? Type it into Google.

+ Think of yourself as a brand

You might think you’re too young in your career to build a brand. Wrong. You need to start developing it now. Literally, your employer is purchasing your skills over someone else. You have to sell that idea to them. This requires you to think in marketing and advertising mode.

+ Stop blaming others

Screw them. Do it yourself. Buy a domain name, camcorder, digital camera, digital recorder, etc. or whatever you need and make it happen today.

 

Nothired.com

LOL @ nothired.com , MerandaWrites

Journalism school graduates: How to increase your chance of finding a job and decrease your chance of having to vent on AngryJournalist.com, Kiyoshi Martinez

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05
Fev
08

CVs New Media e RH | New Media Resumes and HR

wenger-85-swiss-army-knife.jpg

Ao ler este post de Paul Conley, pensei imediatamente em todos os CVs que enviei nos últimos oito anos, e no pouco resultado que me deram. Uma das perguntas que sempre a fiz mesmo foi: será que quem ler o meu cv percebe o que sei fazer?A ideia que tenho é que não. Se nem as empresas sabem do que andam à procura, como é que nós vendemos as nossas capacidades? A maioria parece querer um canivete suíço para usar a faca como chave de fendas.

A questão é: como é que se deve apresentar um CV de jornalista new media em condições?Alguém sabe?

While reading this post by Paul Conley, i immediatly thought about all the resumes i sent in the last years, and how did they amount to almost nothing. One of the questions i repeated to myself was: does anyone who read my resume fully understands what i can do? I don’t think so. If even the hiring companies aren’t aware of their own needs, how can we sell our own abilities? Most of them seem to want a swiss knife to use the cork screw as a screwdriver.

The question is: how should a proper new media resume look like? Any thoughts?




I moved | Mudei-me

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