Posts Tagged ‘citizen journalism

05
Jun
09

Demotix signs with the Telegraph | Demotix é integrado no Telegraph

Demotix @ Telegraph

Demotix @ Telegraph

Demotix, the citizen-journalism website has signed with the Telegraph. Now their widget is available in the International  News page of the Telegraph’s website. This is a major breakthrough for the project, since its their major subscription in the UK. They sent out a press release i’m sharing with you below.

Demotix, o site de jornalismo do cidadão assinou com o Telegraph. Agora a sua widget está visível na página de notícias internacionais do site do jornal. Este é um avanço importante para o projecto, já que é a maior subscrição no Reino Unido. Eles enviaram um press release, que podem ler abaixo.

Demotix CEO, Turi Munthe, said: “For Demotix, this is really exciting. The Telegraph was our very earliest supporter, and immediately understood what we were trying to achieve. As for our contributors, the chance to get their stories out to so many people in the UK, US, Canada and elsewhere is fantastic. Demotix was founded to give a loudspeaker to the man and woman on the street. With this partnership, their voices just got louder.”

Justin Williams, Assistant Editor, The Daily Telegraph, said: “We’re delighted to showcase Demotix’s amazing images to telegraph.co.uk’s global audience. The Telegraph was the first UK media organisation to spot the immense potential of Demotix and its global network of correspondents and we’re looking forward to continuing the partnership as this innovative project continues to grow in size and influence.”

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04
Fev
09

Top5: Most annoying discussions | Discussões mais irritantes

Citizen Journalism | Jornalismo do Cidadão

http://www.nataliedee.com/123107/ugh-journalistic-integrity-is-BORING.jpg

The shift | A mudança

This one is going to be short and sweet. I have already witten a post about this, and much of the problems that applied earlier in the relationship between bloggers and journalists are easily transferred here, with a few more important details.

Citizen Journalism

The big question: can citizens be journalists? The short answer: yes. The difference is in a set of characteristics that separate the citizen journalism from the freelancer/hired/part time  journalist i defined in a previous post:

  • It’s casual, whoever practices the journalistic act can do it only once in a lifetime.
  • It is mainly spontaneous, not dependant of an incumbency or professional obligation. It can be provoked by opportunity, personal need or social responsibility.
  • It is disorganized/not sistematic – this can happen in more or less degree, specializing in a job implies the learning of a method, that the citizen journalist may or may not master.
  • It is related to the surrounding reality of the citizen journalist, wether it is in a geographical level, emotional, cultural, therefore there is a certain amount of partiality (but like we’ve seen before, impartiality doesn’t not objectively exist in traditional journalism).
  • It doesn’t follow the mainstream news agenda. Apart from calamities, terrorist attacks, or other high profile events, Citizen Journalism tends to reflect realities, subjects, or perspectives absent from the mainstream media coverage.
  • It can be done by people who have a greater specific knowledge about a given subject than a journalist (which happens frequently, one can’t just know about everything).
  • The purpose is not any sort of remuneration but simply the act of information. (this can change)

Still, many don’t believe that a citizen is capable of creating a journalistic piece. I could build a chair and not be a professional carpenter. And it could the most comfortable  reliable ass-sitting piece of furniture ever made, better than a pro would do, or  it could even be a wobbly one, good enough for the fireplace, that it would still be a chair. There is lots of of journalism that is good enough, for that: to burn. The point is, regular people can do it, with more or less skill. They won’t do it often, but i say their participation is important, and their input priceless.

This forced a whole new relationship between the once before isolated media and the passive, yet eager to participate audience. New forms of collaboration and new spaces where only the seasoned pros dwelled were created. Though sometimes it all looks like a joke to me – they reduce citizen journalism to candid camera – there are others who will gladly use citizen participation to create new contents otherwise impossible to make. The audience is shaping the agenda and the creation of contents in more or less subtle ways, sharing info, sending pictures, or just by suggesting new themes or funding stories. In the future, citizens will be actively shaping the journalistic activity in different manners:

-sending data, pictures, via Twitter or directly to the websites or mashups;

-organizing huge amounts of information that one journalist alone couldn’t fathom;

-proposing and/or funding stories;

-by being new distribution channels, sharing the news via social networking (this is a huge growing trend);

-by directly commenting, correcting, or updating the info, making the articles evolve and become more accurate;

-and many other things i’m not even imagining or remembering now, if you have any suggestions leave them in the comments;

Journalists will be organizing this flow of contribution / demand created by the audience (leaving this carefree attitude behind), who is no longer a mere holder of papers and remotes, but an active element of news creation and distribution. Does this makes a citizen a journalist? No, but more like an editor.

But back to the main issue, some argue that whatever a citizen may create it can hardly be considered as journalism, because journalism implies rules, certain objectives bla bla bla…we can also argue then that many journalism, by those standards, isn’t journalism at all.Not a good logic to apply here, nonetheless it is true.

This is not getting as short as i intended to so let me finish it sweet: Citizens can be Journalists (under the features i listed before). Now i’d just love to see some journalists become better citizens.

Este vai ser curto e meigo. Eu já escrevi um post sobre isto, e muitos dos problemas que se aplicaram antes à relação entre bloggers e jornalistas podem ser facilmente transferidas para aqui, com apenas mais uns pormenores importantes.

Jornalismo do Cidadão

A grande pergunta: podem os cidadãos ser jornalistas? A resposta curta: sim. A diferença está num conjunto de características que separam o jornalismo do cidadão do jornalista freelancer/contratado/part-time, que já listei num post anterior:

  • É casual, quem exerce o acto jornalístico pode fazê-lo apenas uma vez na vida.
  • É predominantemente espontâneo, não sujeito a encomenda ou obrigação profissional. Pode ser causado por uma questão de oportunidade, necessidade pessoal ou responsabilidade social.
  • É desorganizado/não sistematizado- aqui pode ser em maior ou menor grau, a especialização numa profissão implica a aprendizagem de um método, que o jornalista-cidadão  pode ou não dominar.
  • Está relacionado com a realidade próxima do jornalista-cidadão, seja a nivel geográfico, emocional, cultural, logo existe um certo grau de parcialidade (mas como já vimos, a imparcialidade não existe  objectivamente no jornalismo tradicional).
  • Está fora da agenda noticiosa tradicional. À excepção de calamidades, atentados, ou outros eventos de grande repercussão, o Jornalismo do Cidadão tem tendência a reflectir realidades, assuntos, ou perspectivas ausentes da cobertura mediática.
  • Pode ser feito por pessoas com mais conhecimento específico sobre um determinado assunto do que um jornalista (que é o que acontece muitas vezes, não se pode saber tudo).
  • O objectivo não é uma remuneração, mas apenas o acto de informar.(isto pode mudar)

Mesmo assim, muitos ainda não acreditam que um cidadão é capaz de criar uma peça jornalística. Eu podia fazer uma cadeira e não ser um carpinteiro de profissão. E até podia ser a mais confortável e estável peça de mobiliário para assentar o rabo jamais feita, melhor do que por um profissional, ou até podia ser uma toda torta, boa apenas para arder na fogueira, que ainda seria uma cadeira. Existe muito jornalismo que é tão bom como isso, para arder. A ideia é que pessoas normais podem fazê-lo, com maior ou menor capacidade. Não o farão muitas vezes, mas eu digo que a sua participação é importante, e o seu contributo valiosíssimo.

Isto impôs uma toda nova relação entre os antes isolados media e o passivo mas desejoso de participar público. Foram criados novas formas de colaboração e novos espaços apenas disponíveis antes para profissionais experientes. Apesar de às vezes me parecer uma enorme piada – eles reduzem o jornalismo do cidadão a uma espécie de “apanhados”- há outros que de bom grado usam a participação dos cidadãos para criar novos conteúdos que de outra forma seriam impossíveis de fazer. O público está a moldar a agenda e a criação de conteúdos de forma mais ou menos subtil, partilhando informação, enviando imagens, ou apenas sugerindo novos temas ou financiando reportagens. No futuro, os cidadãos irão activamente moldar a actividade jornalística de várias formas:

-enviando dados, imagens, via Twitter ou directamente para os sites ou mashups;

-organizando enormes quantidades de informação que um só jornalista não conseguiria tratar;

-propondo e/ou financiando reportagens;

-sendo mais um canal de distribuição, partilhando as ntícias via redes sociais (esta é uma tendência em crescimento);

-comentando, corrigindo ou actualizando a informação directamente, fazendo evoluir os artigos e a torná-los mais correctos;

-e muitas outras coisas que nem imagino ou me lembro agora,se tiverem sugestões deixem nos comentários;

Os jornalistas irão organizar este fluxo de contributos/procura criados pelos utilizadores, (deixando esta ideia despreocupada para trás) que não são mais apenas  suportes de jornais e comandos de televisão, mas um elemento activo na criação e distribuição de notícias. Isto faz deles jornalistas? Não, talvez mais editores.

Mas de volta à questão principal, alguns podem dizer que o que um cidadão cria dificilmente pode ser considerado como jornalismo, porque isso implica regras, certos objectivos, blá blá… também posso argumentar que muito jornalismo, por esses padrões, também não pode ser considerado como tal. Não é uma boa lógica para se aplicar aqui, todavia é verdade.

Isto não está a ficar tão curto como queria, por isso vou terminar meigo: os Cidadãos podem fazer de Jornalistas (dentro das características listadas antes). Agora adorava ver alguns jornalistas ser melhores cidadãos.

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The Death of Newspapers | A morte dos Jornais

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17
Dez
08

Features of Citizen Journalism | Características do Jornalismo do Cidadão

João Canavilhas vision | A visão de João Canavilhas

João Canavilhas vision on CitJ | Visão de João Canavilhas sobre Jornalismo do Cidadão

During his presentation at the International Cyberjournalism Congress, João Canavilhas used two similar images to the ones above to express his scepticism regarding the existence of a real citizen journalism. I understand his point of view, but totally disagree.

It’s true that the umbrella of what is called “Citizen Journalism” covers a lot that isn’t journalism. But is a picture taken by a professional more valid than any other taken by a mere mortal? Or can’t the factual reporting via Twitter of someone who is experiencing the event be considered as journalism? Lets go step by step.


What is Journalism?

Journalism is the profession of writing or communicating, formally employed by publications and broadcasters, for the benefit of a particular community of people. The writer or journalist is expected to use facts to describe events, ideas, or issues that are relevant to the public. Journalists (also known as news analysts, reporters, and correspondents) gather information, and broadcast it so we remain informed about local, state, national, and international events. They can also present their points of view on current issues and report on the actions of the government, public officials, corporate executives, interest groups, media houses, and those who hold social power or authority. Journalism is described as The Fourth Estate.

Wikipedia

For  starters, and from this point of view, there are lots of things considered as journalism that couldn’t be. But that is not the subject of today. What has always scared the Citizen Journalism slanderers was the possible lack of quality and impartiality of the journalistic reports submitted by the non-professional. This coming from an industry that has been making a living out of the reproduction of press releases. It’s not a matter of education, we have scientists, economists, lawyers etc, practising journalism. It is not a matter of having a contract with a communication company, since many journalists are in precarious situations, or developing their activity on their own. How can we define the features of Citizen Journalism then?

The possibility of a more active participation with the media comes with the technological revolution of democratization of information gathering and distribution devices. Which means, when it became possible to take pictures and write text and publish it on the web in a matter of minutes and without costs. Ever since we could distribute contents to a wider audience without recurring to the traditional channels, Citizen Journalism became possible. And this is just the logistics that allowed the common user to make Citizen Journalism, which doesn’t mean it will, of course. What defines the act of Jornalism by citizens is exactly the same that defines traditional Journalism, but with peculiar characteristics.

Citizen Journalism features

  • It’s casual, whoever practices the journalistic act can do it only once in a lifetime.
  • It is mainly spontaneous, not dependant of an incumbency or professional obligation. It can be provoked by opportunity, personal need or social responsibility.
  • It is disorganized/not sistematic – this can happen in more or less degree, specializing in a job implies the learning of a method, that the citizen journalist may or may not master.
  • It is related to the surrounding reality of the citizen journalist, wether it is in a geographical level, emotional, cultural, therefore there is a certain amount of partiality (but like we’ve seen before, impartiality doesn’t not objectively exist in traditional journalism).
  • It doesn’t follow the mainstream news agenda. Apart from calamities, terrorist attacks, or other high profile events, Citizen Journalism tends to reflect realities, subjects, or perspectives absent from the mainstream media coverage.
  • It can be done by people who have a greater specific knowledge about a given subject than a journalist (which happens frequently, one can’t just know about everything).
  • The purpose is not any sort of remuneration but simply the act of information.

Taking these features into account and the volume of already created contents, can we still in good mind deny the existence of a true journalism made by common citizens? I’m not defending that it exists unflawed, nor that it is better than the professionaly (=as a profession) made journalism, but i won’t say either that most of the professional reports is better than some cases of citizen journalism. Journalists are paid professionals, specialists in the gathering, construction and distribution of information, and their role – as long as it is well performed – is inquestionable in this society of communication en masse.

What other features can also define Citizen Journalism? Is it just a subterfuge for media companies to obtain free contents? Does it really exist or not?

Durante a sua apresentação no Congresso Internacional de Jornalismo, João Canavilhas usou duas imagens semelhantes às de cima para mostrar o seu cepticismo relativamente à existência de um jornalismo do cidadão. Eu percebo a perspectiva dele, mas não concordo.

É verdade que se chama “jornalismo do cidadão” a muita coisa que não o é. Mas uma imagem obtida por um profissional sobre um acontecimento que faz notícia é mais válida que outra obtida por um comum mortal? Ou o relato factual via Twitter por quem está a assistir ao acontecimento não pode ser considerado como jornalismo? Vamos por partes.

O que é Jornalismo?

Jornalismo é a profissão de escrever ou comunicar, formalmente usada por publicações e distribuidores de informação, para benefício de uma comunidade específica de pessoas. Do escritor ou jornalista espera-se que use factos para descrever eventos, ideias ou assuntos, que sejam relevantes para o público. Os Jornalistas (também conhecidos por analistas de informação, repórteres ou correspondentes) recolhem informação, e distribuem-na para que possamos estar informados sobre acontecimentos locais, nacionais e internacionais. Eles também podem apresentar os seus pontos de vista em assuntos correntes e informar sobre actividades do Governo, funcionários públicos, executivos empresariais, grupos de interesse, os media, e aqueles que detém poder ou autoridade social. O Jornalismo é descrito como o Quarto Poder.

Traduzido da Wikipedia

Para já, e por este ponto de vista, há muita coisa que é considerada como jornalismo que não o podia ser. Mas o assunto não é esse. O que sempre assustou os detractores do Jornalismo do Cidadão foi a possível falta de qualidade e a parcialidade dos relatos jornalísticos enviados por não-profissionais. Isto vindo de uma indústria que tem vivido da reprodução de press releases. Não é uma questão de formação, temos cientistas, economistas, advogados etc, a fazer jornalismo. Não é uma questão de contrato com uma empresa de comunicação, pois muitos jornalistas profissionais estão em situações precárias ou desenvolvem o seu trabalho por conta própria. Como é que se pode caracterizar então o Jornalismo do Cidadão?

A possibilidade de uma participação mais activa junto dos orgãos de comunicação surge com a revolução tecnológica da democratização de equipamentos de recolha e distribuição de informação. Ou seja, quando se pode tirar fotos e escrever um texto e colocá-los na web no espaço de minutos e sem grandes custos. Assim que se pode distribuir conteúdos para uma grande audiência sem recorrer aos canais tradicionais, surgiu a possibilidade de fazer  Jornalismo do Cidadão. Esta é apenas a  parte logística que permitiu ao utilizador comum fazer jornalismo, o que não quer dizer que o faça, claro. O que define o acto de Jornalismo por cidadãos é exactamente o mesmo que define o Jornalismo tradicional, mas com características particulares.

Características do Jornalismo do Cidadão

  • É casual, quem exerce o acto jornalístico pode fazê-lo apenas uma vez na vida.
  • É predominantemente espontâneo, não sujeito a encomenda ou obrigação profissional. Pode ser causado por uma questão de oportunidade, necessidade pessoal ou responsabilidade social.
  • É desorganizado/não sistematizado- aqui pode ser em maior ou menor grau, a especialização numa profissão implica a aprendizagem de um método, que o jornalista-cidadão  pode ou não dominar.
  • Está relacionado com a realidade próxima do jornalista-cidadão, seja a nivel geográfico, emocional, cultural, logo existe um certo grau de parcialidade (mas como já vimos, a imparcialidade não existe  objectivamente no jornalismo tradicional).
  • Está fora da agenda noticiosa tradicional. À excepção de calamidades, atentados, ou outros eventos de grande repercussão, o Jornalismo do Cidadão tem tendência a reflectir realidades, assuntos, ou perspectivas ausentes da cobertura mediática.
  • Pode ser feito por pessoas com mais conhecimento específico sobre um determinado assunto do que um jornalista (que é o que acontece muitas vezes, não se pode saber tudo).
  • O objectivo não é uma remuneração, mas apenas o acto de informar.

Tendo em conta estas características e  o volume de conteúdos criados, podemos nós continuar a negar a existência de um verdadeiro jornalismo feito por cidadãos comuns? Não defendo que existe sem defeitos, nem que seja melhor do que o jornalismo feito por profissionais, mas também não defendo que muito trabalho profissional é melhor que alguns casos de jornalismo do cidadão. Os jornalistas são profissionais pagos, especialistas na recolha, construção e distribuição de conteúdos e o seu papel – sempre que for bem desempenhado – é inquestionável nesta sociedade de informação em massa.

Que outras características vocês acham que podem definir o Jornalismo do Cidadão? Será apenas uma forma encapotada de obter conteúdos gratuitos por parte das empresas de comunicação? Existe realmente ou não?

Citizen journalism

From Wikipedia, the free encyclopedia

Citizen journalism, also known as public or participatory journalism or democratic journalism, is the act of non-professionals “playing an active role in the process of collecting, reporting, analyzing and disseminating news and information,” according to the seminal report We Media: How Audiences are Shaping the Future of News and Information, by Shayne Bowman and Chris Willis. They say, “The intent of this participation is to provide independent, reliable, accurate, wide-ranging and relevant information that a democracy requires.” Citizen journalism should not be confused with civic journalism, which is practiced by professional journalists. Citizen journalism is a specific form of citizen media as well as user generated content.

Mark Glasser, a longtime freelance journalist who frequently writes on new media issues, gets to the heart of it:

The idea behind citizen journalism is that people without professional journalism training can use the tools of modern technology and the global distribution of the Internet to create, augment or fact-check media on their own or in collaboration with others. For example, you might write about a city council meeting on your blog or in an online forum. Or you could fact-check a newspaper article from the mainstream media and point out factual errors or bias on your blog. Or you might snap a digital photo of a newsworthy event happening in your town and post it online. Or you might videotape a similar event and post it on a site such as YouTube.

Wikipedia

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09
Jun
08

A agenda participativa | The participatory agenda

http://blog.provokat.ca/uploads/love_me.jpg

Eles estão aí,nós fazemos parte deles, eles têm o poder, e nós temos que saber lidar com eles. O Dan Schultz escreveu mais um dos seus brilhantes artigos sobre como é que os utilizadores podem participar na agenda noticiosa e como essa participação pode ser gerida. Recomenda-se.

They’re here, we are a part of them, they have the power, and we must know how to deal with it. Dan Schultz wrote another of his brilliant articles on how users can participate in the construction of the news agenda, and how that participation can be managed. Highly recommended.

We all know that the “audience” analogy no longer represents the way journalism should work. We know that the people reading the news have opinions, perspectives, and facts that are relevant to the conversation. Some of them just have observations, but others are reporters at heart or maybe they have the wordsmithing abilities of a columnist.

This post is about how the news system I’ve been blogging about can be driven by user generated content and collective intelligence. In a larger sense, however, it is about the way in which any news organization can make the move past the one-sided “audience” view of things and incorporate the voices and minds of its readers to better serve the public.

A Participatory News Agenda, Dan Schultz

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17
Mai
08

Como o jornalismo do cidadão transformou o jornalismo| how has citizen journalism transformed journalism

Paul Bradshaw gravou 3 videos a explicar que influência tem o jornalismo do cidadão no jornalismo tradicional. Uma aula grátis e muito interessante.

Paul Bradshaw recorded three videos explaining the influence of citizen journalism in traditional jourrnalism. A free and very interesting class.


how has citizen journalism transformed journalism pt3


how has citizen journalism transformed journalism pt2

Q&A: how has citizen journalism transformed journalism pt2

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09
Mai
08

Não é o lucro | It´s not about the profit

BBC citJ

O site holandês Skoeps.nl dedicado baseado em jornalismo do cidadão fechou a semana passada por não se ter tornado lucrativo. Nicolas Kayser-Bril explica as razões num post para o OJB.

O que levanta a questão: o jornalismo do cidadão envolve lucro?

—————————-

The citizen journalism based dutch website Skoeps.nl closed down last week because it didn’t turn out profitable.Nicolas Kayser-Bril tells us why in this OJB post.

Which raises the question: is citizen journalism about the profit?

Skoeps closure: CitJ is not about money

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07
Mai
08

How Portuguese News Websites (don’t) use Citizen Journalism

Versão blog para o artigo que escrevi para Oliver Carter, da Birmingham City University. A adaptação em português foi publicada em duas partes: ler Parte 1 | ler Parte 2

This post is a version of an article i wrote for Oliver Carter,  lecturer at the Birmingham City University. Since lately i’ve been working on the Interactivity Index for OJB, I thought now was appropriate to post it.

Citizen journalism embedded on online media 
 
 How Portuguese News Websites (don’t) use Citizen Journalism

We’ve been watching a significant change in the Portuguese news media, for the last few years. From national to local newspapers, radios and TV channels, everyone is building their presence online, with more or less aptitude or quality. Still, the effort is noticeable.

Video thumbnail. Click to play Portugal Diário is a exclusively online outlet that has recently gone through a deep redesign.

But this investment in new platforms of communication doesn’t mean the companies are following the latest trends, or leaving their somewhat conservative approach to the full possibilities of the web. The news websites in Portugal are mostly a repository for print content, since many don’t have exclusively online journalists, and the resources for online content are rather limited, especially as multimedia content is concerned, though slowly the tide is turning, mainly due to the efforts of major newspapers, that are trying to improve and take the step forward in online content.

keep reading

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13
Fev
08

CNN iReport

ireport1.gif

A CNN está prestes a lançar o iReport, uma página dedicada a conteúdos noticiosos criados pelos utilizadores. A aposta da empresa neste género de conteúdos já existe há já algum tempo, e teve os seus pontos altos a queda da ponte da I-35W no Rio Mississippi, nas perguntas enviadas pelo YouTube para os debates das primárias norte-americanas e, mais recentemente, no massacre na Virginia Tech.

De acordo com a Wikipedia o serviço que surgiu na página principal da CNN em 2 de Agosto de 2006 vai passar a ser autónomo e só o domínio custou 750,000 dólares. Basicamente o serviço permite ao cidadão comum enviar vídeos,fotografias e texto de acontecimentos, capturados por telemóvel, como está no formulário. O objectivo é promover a participação do público. Ou será uma forma da CNN ter exclusivos sem custos de maior?

Entre as críticas que vão surgindo na net sobre o iReport, estão a ausência de creditação dos conteúdos a um URL, o que permitiria o aumento de tráfego para o site do contribuinte, a ideia de que os utilizadores estão a ser usados num falso esquema de colaboração, já que se prevê que grande parte da informação não será transmitida (apesar de não conhecer os termos de utilização, pressinto que se estiver no iReport não poderá estar em mais lado nenhum), e que a compensação será nula na esmagadora maioria dos casos – como se diz aqui, ” é pena que a CNN não ahe que os cidadãos que enviem material que venham a transmitir não seja compensado de forma alguma, mesmo que fossem T-shirts, canecas de café ou outra coisa qualquer não-monetária”.Também não se sabe que tipo de moderação poderá existir, se é que está prevista.

Mark Hopkins também tem as suas dúvidas, já que a CNN está cega com as previsíveis receitas que daí podem advir. Aquilo que a CNN considera como “o próximo passo” está a causar desconforto nas alas tradicionais do jornalismo,que atribui zero credibilidade aos conteúdos criados pelos utilizadores, que com o iReport ganham o peso fornecido pela instituição CNN. O que se estão a esquecer é que esta é uma forma de se obter imagens do momento, qualquer que seja esse momento.

Duvido que para além dos relatos das testemunhas do acontecimento se aproveite mais alguma coisa do que as imagens, sempre dramáticas, capturadas por um telemóvel (que vieram substituir as imagens esverdeadas de night vision de há 10 anos atrás). Por isso deixo a seguinte questão: será o iReport uma verdadeira institucionalização do jornalismo do cidadão, ou uma forma de se obter o momento em exclusivo e sem custos?E aproveitando uma pergunta deixada noutro blog: não será isto uma outra forma de cleptocracia?

Susan Grant, vice presidente executiva da CNN News Services diz “Gostamos de ser os primeiros.Esta é uma oportunidade de criar uma relação com um público global.”

CNN is on the verge of launching iReport, a webpage dedicated to user gnerated news contents. The company has been betting in this sort of contents for a while now, and had it’s highlights with the I-35W Mississippi River bridge collapse, with the questions sent through YouTube for the north-american primaries elections debates and, more recently, the Virginia Tech massacre.

According to Wikipedia the program, which was launched on August 2, 2006, is now becoming autonomous and the domain only cost $750,000. Basically this service will allow common citizens to send videos, pictures and text about events, as the form says, captured by cell phone. The goal is to promote audience participation. Or is it just a way to CNN get more exclusives without further expenses?

Amongst the critical opinions that are surfacing on the internet about iReport, are the lack of URL credits over the broadcasted contents, which would allow the generation of traffic to the contributors websites,the idea that users are being used in a fake scheme of collaboration, since it’s foreseeable that most contents won’t be used by CNN (although i’m not aware of terms of use, i predict that if it’s on iReport it can’t be anywhere else), and that the compensation will be none most of the times – like it’s said here “it’s unfortunate CNN doesn’t feel that citizens submitting material that they use on air shouldn’t be compensated in any way, even if it’s only T-shirts, coffee cups or something non-monetary.” Still unknown is what kind of moderation will exist, if any.

Mark Hopkins also has his doubts, since CNN is blinded with the predictable revenues that may come. And what CNN considers “the next step” is causing some discomfort among the tradicional wings of journalism, that give zero credibility to user generated content, that gains with iReport a institutional weight provided by CNN. What they’re forgetting is that this is a way to obtain images of the moment, whichever moment it is.

 

I doubt that besides the witness testimonials on the events, not much more will be used than the always dramatic pictures captured by a cell phone (that came to replace the greenish footage on night vision of 10 years ago). Hence,i leave the following question: is IReport a true institutionalization of citizen journalism, or a way to get the moment exclusively without further expenses? And picking up a question left on another blog: Isn’t this just another form of kleptocracy?

Susan Grant, executive vp of the CNN News Services says “We like being first. This is an opportunity to create a relationship with a global audience.”

ireplogo.jpg ” By submitting your material, for good and valuable consideration, the sufficiency and receipt of which you hereby acknowledge, you hereby grant to CNN and its affiliates a non-exclusive, perpetual, worldwide license to edit, telecast, rerun, reproduce, use, syndicate, license, print, sublicense, distribute and otherwise exhibit the materials you submit, or any portion thereof, as incorporated in any of their programming or the promotion thereof, in any manner and in any medium or forum, whether now known or hereafter devised, without payment to you or any third party. You represent and warrant to CNN that you have the full legal right, power and authority to grant to CNN the license provided for herein, that you own or control the complete exhibition and other rights to the materials you submitted for the purposes contemplated in this license and that neither the materials nor the exercise of the rights granted herein shall infringe upon or violate the right of privacy or right of publicity of, or constitute a libel or slander against, or violate any common law or any other right of, any person or entity.” Terms of Use

 

24
Jan
08

Guia para jornalismo do cidadão | Cit-J Guide

Download – Citizen Media: An Introduction (English, PDF, 489 KB)

Global Voices é um projecto global de jornalismo do cidadão sem fins lucrativos, criado na Harvard Law School’s Berkman Center for Internet and Society. O seu objectivo é dar voz a pessoas comuns sobre sítios e situações sem visibilidade mediática.

Eles publicaram um pequeno guia para cidadãos jornalistas, com muitos recursos e dicas interessantes. Via New guide for citizen journalists ,por Mindy McAdams.

Global Voices Global Voices is a non-profit global citizens’ media project founded at Harvard Law School’s Berkman Center for Internet and Society. Their goal is to aggregate, curate, and amplify the global conversation online – shining light on places and people other media often ignore.

They published a useful guide for citizen journalists, with lots of tips and resources. Via New guide for citizen journalists , by Mindy McAdams.

 

 

08
Jan
08

JE Review- Sweeble.com

Mais uma das minhas reviews para o Journalism Enterprise

Another one of my Journalism Enterprise reviews

Rating: ★★★☆☆

What do they say it is?

Sweeble.com
was born out of the bottom of a bottle of wine at the dog end of a bad day in the newsroom.

It was the end result of hundreds of people’s stories rejected because they didn’t quite fit editorial standards – because they were too small, too personal, too one-sided or a story we’d already done and didn’t fancy doing again.

The news we tell each other as individuals, the stories we want to share, are rarely the ones we see in our newspapers, or on our TVs or hear on our radios. It shouldn’t be like that on the web too. The web needs an open space for news where anyone can tell everyone what’s going on around them, in their own bit of the world.

[…] Sweeble is the future of news on the net. It’s a future that will be built by its users. You decide what is news, you rate the writers, you choose what stories you see when you log on. That first eureka moment of designing sweeble’s editor-free concept was the start, from that we’ve built this cleverer-than-it-looks platform to let you run the asylum. Enjoy.”

What do I say it is?

Sweeble is a UK based website, in which all content is generated by users. The main idea is to allow people to present their news stories in an editor free environment, without restraints on subject or approach. In fact, the goal is to provide a space for personal approaches to off-mainstream stories. It’s more of a personal/individual project rather than a corporate effort. Hard-core Citizen Journalism.

What’s great about it?

You can post a text, with or without pics, and/or video. The page structure is quite simple and they tell you all you need to know in their tips and FAQ’s, from how to post to a quick guide about how to write your story, which you don’t see often. This shows that who’s running the place knows the job and aspires to have quality content.

You can personalize your account, so you can have your preferred subjects on your Sweeble’s homepage, and the idea of an ad section is good to create a community, but that part doesn’t seem to have much activity yet. But what caught my eye was the stark simplicity of the website.

What could be better?

Video is a strong argument for Sweeble, but there are some limitations: you can upload it to Sweeble, but not place it from YouTube, for example. Since you have to upload it, your video must be up to 50mb, which may not suffice to hold a longer interview or a home edited report (not really a problem now, but as users get more evolved in their storytelling this may happen). One annoying thing is that you can’t send the stories to a friend by email, nor embed the videos someplace else, though I managed to get them with VodPod. This happens due to the simple programming of the website, which handles well most features, but needs to be reviewed to allow Sweeble to grow (it’s still beta, I know). Another feature that could come up in the future is (audio)slideshows, but this is just a suggestion.

The user homepage options also suffer from the simple programming: few choices and radio buttons won’t do in the future.

One thing that annoyed me is the amount of times they emphasize legal implications over content, and how systematically they shake off any sort of responsibility. I know they must protect the website from any sort of legal liability, but it sounds too defensive. One short, clear disclamer would do.

How is it going to make money?

Google AdSense is there, along with smaller ads, and more publicity may come if they target the right companies: audio and video gear retailers or companies, mobile phone manufacturers, all that work with the semi-pro fringe. The citizen journalist is an expanding market niche.

Should I pay it any attention?

For sure. Sweeble is a good model for citizen journalism, that needs more promoting and live outside their own website – this means that they must, for instance, find some sort of synergy with other independent news projects, and reach the public. And, why not, promote basic journalism courses among their users. The aim is free, personal, quality stories, and I believe that they can go further than their original inebriated born of frustration idea, and build a true citizen news website. It all depends on what sort of effort they are willing to apply to truly make a difference.




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