Arquivo da categoria 'Podcasts'

07
Mai

3 novos sites

Neste post vou dar destaque a 3 novos ciberespaços: um blog, um podcast e uma comunidade.

http://obciber.files.wordpress.com/2008/05/obciber_cabecalho.jpg?w=558&h=104

O Observatório do Jornalismo surge da actividade do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto, e promete “observar e analisar, regularmente, a evolução do Ciberjornalismo em Portugal e no Mundo.” Logo no primeiro dia de posts ficámos a saber da organização do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, a decorrer em Dezembro deste ano, com uma Comissão Científica de peso. Uma das pessoas que faz parte deste projecto é o Hélder Bastos, o que para mim é uma óptima referência. A ler com atenção o trabalho de Fernando Zamith sobre o Ranking ObCiber de aproveitamento das potencialidades da Internet , pelos media portugueses em Novembro 2007. Desejo a todos envolvidos no projecto um excelente trabalho e que o ObCiber se torne numa referência para o Jornalismo em Portugal.

http://triploexpresso.files.wordpress.com/2008/03/triploexpressoheader2.jpg?w=587&h=145

O TriploExpresso é um podcast criado por três pessoas bem maduras nas andanças da net :o David Rodrigues,a Maria João Valente e o Phil, que logo no seu episódio piloto mostram que a conversa se serve informal, forte e sem açúcar. Três personalidades em discussão sobre “computadores, internet e cybercultura.” O Episódio 0 pode ser ouvido aqui.

Cá ficamos a aguardar o número 1.

 

 

Comunic’Arte

 

 

Last, but not least, o Comunic’Arte é uma ideia do Carlos José Teixeira, autor do Comunicação Empresarial, que “pretende ser nada mais que um ponto de encontro. O fórum existe para que possam ser colocadas dúvidas e questões relacionadas com a Comunicação e é de livre acesso.” Por isso apareçam e juntem-se, para não terem que continuar a falar sozinhos. Eu sou o segundo inscrito e o Carlos adicionou-me como administrador, para além de me ter classificado como “aquisição de peso”. Não sei como é que ele adivinhou que estou com uns quilitos a mais hehe.

Aproveitem a oportunidade e ajudem a criar um espaço de diálogo em português para todos os que se interessam pela Comunicação nas suas diferentes formas.

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21
Abr

2 How to : Video edit & Podcasting

Two great “how to” posts: Tricks and Tips of Podcasting, by David Dunkley Gyimah, and How to make your video editing easier, by Colin Mulvany. Short, concise and great as any how to should be. Still i even added a post that could help out doing a better podcast by knowing what not to do.

_______________________________

Dois grandes posts para aprender: Tricks and Tips of Podcasting, por David Dunkley Gyimah, e How to make your video editing easier, por Colin Mulvany. Curtos, concisos e muito bons, como qualquer how to deve ser. Ainda adicionei mais dois posts para se aprender o que se deve evitar num podcast e um mini-guia em português.

Tricks and Tips of Podcasting, David Dunkley Gyimah

How to make your video editing easier, Colin Mulvany

6 Reasons I’m Not Hooked on Podcasts

Podcasts - Ferramentas De Gravação E Edição: Um Mini-Guia (tem um ano mas ainda é válido)

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17
Abr

Pixel #0 World Edition : PortugalDiário Makeover

English version for the first episode of Pixel, about the graphic (and structural) renewal of Portugal Diário, an exclusively online newspaper from… Portugal. This world edition comes especially after a reference by Mark Hamilton, and it shows why you shouldn’t edit sound over video. Oh, and I hope you find i’m a decent english speaker.

Please, do leave your comments and suggestions.

Soundtrack- doerren & walt - champagne, winterdisco 2 [id21] - www.interdisco.net (netlabel)

Check a full screen version here

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16
Abr

Videocast Pixel #0 : PortugalDiário Makeover

Esta é a minha primeira tentativa de podcasting em video. É um episódio zero, sem grandes aventuras, que me ocupou a tarde de ontem. Aliás, passei mais tempo na pós-produção (compressão e escolha de alojamento) do que a fazer o programa. Tenho alguns erros por aí, mas não estou muito preocupado, faz parte.

O assunto é a renovação gráfica (e estrutural) do Portugal Diário. Se tiverem sugestões e opiniões sobre este episódio estão à vontade. Aconselho a ver uma versão num leitor maior aqui, na página da blip.tv.

This is my first attempt into video podcasting. It’s a pilot, without many fireworks, that took my whole yesterday’s afternoon. In fact, i spent more time in post-production (compression and hosting choice) than actually doing the show. There are some mistakes in there, but i’m not worried, it’s part of it.

The topic is the graphic (and structural) renewal of Portugal Diário, an exclusively online newspaper. If you have any thoughts about this episode, please do share. It’s in portuguese though…I advise you to see the show in a wider screening version at the episode’s page on blip.tv.

Soundtrack- doerren & walt - champagne, winterdisco 2 [id21] - www.interdisco.net (netlabel)

Pixel#0- Portugal Diário wide screen

ver | watch

WordPress.com video embbed code:

[!blip.tv ?posts_id=836688&dest=-1]

Remove the > ! <

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25
Fev

Código Desconhecido Open Source : The Boy with a Broken Leg | Code Unknown Podcast

foot065_front.jpg
Listen to the English version

O Código volta em edição Open Source. Desta vez vamos conhecer um projecto que nasceu de um acidente, mas que ganhou autonomia e uma edição através de uma net label japonesa: The boy with a broken leg.

Músicas neste programa:
Special place
Know you better
Tunturia
Dead end


do álbum “Injuries”, Bump foot, 2007
Versão Portuguesa

A entrevista com Sérgio Rebola, o rapaz da perna partida.

Este projecto surgiu literalmente por acidente. Como foi?

O nome surgiu quando eu estava a recuperar de um dedo de pé partido, devido a um “acidente doméstico” pois dei um pontapé na cama involuntariamente. Durante esse período em que passava mais tempo em casa a descansar, tive dias bastante prolíferos e gravei imensas coisas (basicamente as minhas primeiras canções a sério) num gravador de cassetes muito mau. Então surgiu-me o nome. Apesar de ter partido um dedo do pé, “ The Boy with a Broken Leg” soou-me melhor que “The Boy with a Broken Toe”, e ficou até agora.

Tens participado em muitos projectos musicais.De que forma é que esse percurso te ajudou a desenvolver o teu próprio trabalho? Vejo que tens muitos amigos a tocar neste disco, por exemplo.

As minhas participações em 3 Blind Mice, Le Petit Point, Essay Collective e Puget Sound trouxeram-me muita experiência e aprendizagem! Felizmente, nestes projectos sempre houve liberdade criativa individual, portanto não foi nenhuma fuga aos trabalhos anteriores desenvolvidos em conjunto. Creio que esse percurso acabou por me ajudar a trilhar o caminho que segui. Os muitos amigos que tocam no disco tocavam comigo anteriormente, e convidei-os para aproveitar o seu potencial neste meu trabalho.

Porque é que escolheste a BumpFoot (que no site se define como “a non-profit netlabel in Japan(…) There are currently two main branches: bump - Techno, House; foot-Ambient, IDM, Electro Pops, etc.”), com tanta netlabel portuguesa ?

Não foi bem uma questão de escolha! Eu fiz uma proposta a várias net-labels e com a Bump Foot, foi tudo tratado num ápice. Gosto bastante da atitude deles, não estão preocupados com o género mas sim com a qualidade da música e o facto de ser non-profit, mostra que o que realmente lhes interessa é o mais importante: a Música!
Não editei por nenhuma net-label portuguesa porque não conheço nenhuma que edite a música que faço, e sinceramente, acho que uma label estrangeira, neste caso japonesa, traz maior visibilidade ao meu trabalho.

Até onde vai este Boy with a broken leg?

Até onde vai, não sei! O meu objectivo primordial é acabar as edições manuais do álbum, dar aos participantes deste e pôr as restantes a circular por aí! E depois tocar o máximo possível. De momento, vou tocar praticamente sozinho, acompanhado da guitarra. Espero conseguir reunir as condições para tocar com uma banda inteira. Ou seja, dar o máximo de concertos possíveis e quantos mais músicos melhor, é um retrato mais fiel ao álbum.
Quanto a futuras músicas, discos ou gravações, acho que isso surgirá de forma natural.




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