Arquivo da categoria 'Blogs'

16
Mai

Links Emprestados | Borrowed Links

Do Mark Hamilton | From Mark Hamilton

…+1.

Links para o fim de semana | Links for the weekend

 

 

Mark Hamilton tem sempre boas sugestões. Da sua lista de quarta-feira escolhi duas: “The newspaper disease” por Roger Black e uma lista de definições de Jornalismo (a minha favorita é a do Charlie Beckett, ando a ler o livro dele, e recomendo que o façam também). Depois tropecei com um interessante post “Blog como subversão do Jornalismo padrão” do blog brasileiro Coffee’n'Cigarrettes. Amostras e links abaixo. Bom fim de semana.

Mark Hamilton always has great suggestions. From his Wednesday Squibs i chose two: “The newspaper disease” by Roger Black, and a list of nine definitions for journalism ( my favorite is by cahrlie Beckett, i’m reading his book and i recommend you to do the same). Than i came across with an interesting post called “Blogs as a subversion of standard Journalism” from the brazilian blog Coffee’n'Cigarrettes. Samples and links below. Have a nice weekend.

INSIDE AND OUTSIDE of the paper, there’s no confusion about who the paper belongs to. Not the editors who built it, not the reporters who fill it with articles, but the men who bought and paid for it. - David Carr

This was the killer graph of David Carr’s mournful recent column, At the Journal, the Words Not Spoken.” There are two big assertions here—ones that helped cause the great slide in the newspaper business. First, Carr implies newspapers are for the newsroom, not for the readers. And second, he suggests that there’s something wrong with the owners of a paper actually running it.

These are wrong ideas, ones that have tripped up journalism over the last 50 years, setting a fluid, dynamic business like concrete, into a stiff, unresponsive institution. J-school defined the methodology; the unions dictated the job descriptions; and the big chains, with their organization charts and greed did the rest.

The newspaper disease, Roger Black

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1. Networked says Charlie Beckett

‘A kind of journalism where the rigid distinctions of the past, between professional and amateur, producer and product, audience and participation, are deliberately broken down. It embraces permeability and multi-dimensionality.’ (Beckett via Reportr.net)
8. A conversation says Dan Gillmor

‘Tomorrow’s news reporting and production will be more of a conversation or a seminar.’

Journalism: what is it now and where next?

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A internet é hoje não apenas um meio de comunicação, como os jornalistas esperavam que ela fosse, mas também um meio de relacionamento. Entre estas novas formas de se relacionar proporcionadas pela internet, podemos citar os blogs. Estes são considerados fenômenos da comunicação e não fenômenos jornalísticos.

Blog como subversão do Jornalismo padrão

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07
Mai

3 novos sites

Neste post vou dar destaque a 3 novos ciberespaços: um blog, um podcast e uma comunidade.

http://obciber.files.wordpress.com/2008/05/obciber_cabecalho.jpg?w=558&h=104

O Observatório do Jornalismo surge da actividade do Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto, e promete “observar e analisar, regularmente, a evolução do Ciberjornalismo em Portugal e no Mundo.” Logo no primeiro dia de posts ficámos a saber da organização do I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, a decorrer em Dezembro deste ano, com uma Comissão Científica de peso. Uma das pessoas que faz parte deste projecto é o Hélder Bastos, o que para mim é uma óptima referência. A ler com atenção o trabalho de Fernando Zamith sobre o Ranking ObCiber de aproveitamento das potencialidades da Internet , pelos media portugueses em Novembro 2007. Desejo a todos envolvidos no projecto um excelente trabalho e que o ObCiber se torne numa referência para o Jornalismo em Portugal.

http://triploexpresso.files.wordpress.com/2008/03/triploexpressoheader2.jpg?w=587&h=145

O TriploExpresso é um podcast criado por três pessoas bem maduras nas andanças da net :o David Rodrigues,a Maria João Valente e o Phil, que logo no seu episódio piloto mostram que a conversa se serve informal, forte e sem açúcar. Três personalidades em discussão sobre “computadores, internet e cybercultura.” O Episódio 0 pode ser ouvido aqui.

Cá ficamos a aguardar o número 1.

 

 

Comunic’Arte

 

 

Last, but not least, o Comunic’Arte é uma ideia do Carlos José Teixeira, autor do Comunicação Empresarial, que “pretende ser nada mais que um ponto de encontro. O fórum existe para que possam ser colocadas dúvidas e questões relacionadas com a Comunicação e é de livre acesso.” Por isso apareçam e juntem-se, para não terem que continuar a falar sozinhos. Eu sou o segundo inscrito e o Carlos adicionou-me como administrador, para além de me ter classificado como “aquisição de peso”. Não sei como é que ele adivinhou que estou com uns quilitos a mais hehe.

Aproveitem a oportunidade e ajudem a criar um espaço de diálogo em português para todos os que se interessam pela Comunicação nas suas diferentes formas.

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01
Mai

A Revolução Digital veio para ficar

This text is about a great portuguese written post Eu faço parte da revolução (I´m part of the revolution) by Marco Gomes, that works as a manifesto supporting the changes digital evolution has brought upon our lives. If it gets translated i’ll let you know.

http://marcogomes.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/2042511156_f47ed6db51_m.jpg

Marco Gomes escreveu um texto fantástico sobre a revolução que está a decorrer nas nossas vidas, na nossa sociedade, nas nossas relações pessoais, culturais, económicas. Esta revolução está a redefinir a nossa identidade, a nossa imagem, a nossa expressão: é a Revolução Digital. Leiam o texto e comentem. Abaixo ficam alguns excertos.

Eu sou um revolucionário, faço parte da revolução digital.

Estamos mudando a forma como as pessoas se relacionam e se comunicam, destruindo monopólios e inventando maneiras de interagir.

Aparelhos móveis inteligentes nos ajudam a acabar com prisões ilegais. Apresentam mapas com detalhamento que, nos anos 70, seriam considerados problema de segurança. Com um smartphone conectado à Internet posso fazer mais que todos os computadores de 20 anos atrás juntos. Trocando mensagens de texto, rapidamente conseguimos organizar eventos que aparentam não ter objetivo claro, mas têm: Mostrar que podemos.

Nós fazemos muitos hiperlinks, recriamos conteúdo já existente, misturamos animê japonês com música infantil norte-americana, colocamos contrabaixo do duo guitarra-bateria vermelho e branco, misturamos o album preto com o album branco. Recriamos nosso idioma, inventamos novos e mantemos os antigos vivos. Remixamos cultura, é como Larry Lessig disse: Vocês nos aceitam ou nos criminalizam. Nos mostram para o mundo ou nos mandam para o underground. Vocês só não conseguem nos parar.

Obrigamos jornais e revistas a liberar grátis seu conteúdo, antes só acessível sob pagamento.

Muitas das coisas que fazemos não são inéditas, mas nós estamos agindo uma escala global, computadores são cada vez mais baratos, em breve serão gratuitos e não haverá discriminação no acesso a informação.

Eu sou guerrilheiro nessa revolução, e você?

Eu faço parte da revolução

dica de @remixtures

Continue a ler ‘A Revolução Digital veio para ficar’

20
Abr

Best Of

Escolhi alguns dos posts que mais se destacaram aqui no Lago. É uma pequena amostra de todo o trabalho que tenho feito por aqui neste último ano. Divirtam-se.

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I made a list with some of the best posts here at The Lake, it’s a small sample of all the work i’ve been developing here for the last year. Enjoy

Best of

Continue a ler ‘Best Of’

19
Abr

Propaganda

Onde acaba a informação e começa a propaganda? Será que a nossa sociedade imersa no caminho da democratização da informação está a tornar-se mais imune e mais crítica em relação à informação que tem acesso? O meu grande amigo Nuno Loureiro escreveu um excelente post no seu GPI sobre as construção da realidade na sociedade de massas. Indicado especialmente para mentes jovens e impressionáveis.

O Nuno tem outras coisas muito boas no blog por isso façam um favor a vocês mesmos e explorem um bocado.

All over the place, from the popular culture to the propaganda system, there is constant pressure to make people feel that they are helpless, that the only role they can have is to ratify decisions and to consume.
Noam Chomsky

Sociedade de massas e propaganda

Excertos do Post:
Propaganda. Um conceito que remete automaticamente para a memória de um tempo em que os cidadãos eram desprovidos da sua individualidade e devidamente enquadrados numa massa acéfala e obediente, perante um Estado opressor. Que remete também para uma altura em que verdade e mentira, bem e mal, justiça e injustiça eram realidades moldadas e adaptáveis às conveniências de quem detinha o poder. Um conceito que, para o vulgar cidadão da sociedade ocidental, moderna e democrática, se apresenta como uma verdadeira aberração, símbolo de um passado que se quer definitivamente enterrado. Ou talvez não… A dúvida impõe-se.
Não se deve pensar, porém, e como é do conhecimento público, que a propaganda foi de uso exclusivo dos regimes ditatoriais. Na verdade, o seu uso foi igualmente regular entre os países que diziam defender a democracia, da Primeira Guerra Mundial às guerras do Golfo Pérsico. Foi e continua a ser, no entanto, nas ditaduras que a propaganda ganha a sua total dimensão, talvez porque, para além de um (cada vez menor) défice tecnológico, os seus propósitos sejam mais explícitos.
Agora, e enquanto se ainda se discute se as ideologias tradicionais estão ou não condenadas ao desaparecimento, é isso que continua a acontecer, em pleno século XXI. E se o cidadão não se apercebe, então é porque talvez os métodos propagandísticos utilizados pelo(s) “poder”(es) sejam mais sofisticados do que nunca. Controlado pela ditadura do bem-estar, o indivíduo não questiona, captando a realidade que lhe é transmitida pelos mass media e tornando-a sua.
Sobre esta realidade (será que o é, de facto?), Jon Wosencroft explica que técnicas desenvolvidas em tempo de guerra são agora aplicadas em tempo de paz, depois de terem sido devidamente testadas e aprovadas. «Hoje em dia, toda a comunicação que não for desenvolvida para além de uma segura conversa entre duas pessoas ou num pequeno ajuntamento (e que não for gravado) pode facilmente ser convertida em propaganda.
Para ler por inteiro aqui:

Sociedade de massas e propaganda

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