Arquivo de 3 de Junho, 2009

03
Jun
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Tips: Evernote as a Clipping tool | Dicas: O Evernote como uma ferramenta de clipping

http://jacksiphone.files.wordpress.com/2009/03/evernote.jpg?w=500&h=312

Elephants never forget | Os elefantes nunca esquecem

I’ve become a more frequent use of the power virtual notebook Evernote, and i’m still finding new possibilities to make the best out of it. Recently i found out an application for a Evernote public folder that may be useful for some of you.

I was trying to organize my CV and portfolio, when i noticed there was some writing about my work that may be interesting for future employers, that a simple Google search would not supply. Some are articles that have already disappeared, or didn’t have an online existence; others are so buried deep down the search list that no one would ever get there. So i started compiling them with Evernote, in order to put  them all together at my website. But then i realised i could make my clipping folder public, and i quit the idea of self-hosting those references.

The folder items already come with a link to the original source, and with some patience we can tag and order them chronologically, and they are presented as thumbnails on the right side. Slap a disclaimer in the first clip of the list, and it’s done. Of course you may want to be more thorough and make an effort to make it look sharper, but this is a simple solution for an ongoing task like clipping, since it only takes a few seconds to update the list.

You can check my clippings page, and more suggestions at the Evernote tips blog.

Tornei-me um utilizador mais assíduo do super bloco de notas virtual Evernote, e ainda estou a descobrir formas de o rentabilizar. Recentemente descobri uma utilização usando a opção de publicar uma pasta que pode ser útil para alguns de vocês.

Estava eu a organizar o meu CV e portfolio quando reparei que havia algumas coisas escritas sobre o meu trabalho que poderiam ser interessantes para futuros empregadores, que uma simples busca no Google não fornecia. Alguns são artigos que já desapareceram, ou não existiam online; outros estão tão para o fundo da lista que ninguém chegaria lá. Por isso comecei a compilá-los com o Evernote, de forma a poder publicá-los no meu site. Mas depois percebi que podia tornar a minha pasta de clipping pública, e desisti de alojar essas referências.

Os items guardados nessa pasta já têm um link para a fonte original, e com alguma paciência podemos atribuir tags e ordená-los cronologicamente, e são apresentados como miniaturas do lado direito do ecrã. Metam uma explicação no primeiro clip da lista, e está feito. É claro que podem querer ser mais meticulosos e tentar embelezar  coisa, mas esta é uma solução simples para uma tarefa em continuidade como o clipping, já que demora apenas uns segundos para actualizar a lista.

Podem ver a minha página de clipping, e mais sugestões no blog de dicas da Evernote.

Continue a ler ‘Tips: Evernote as a Clipping tool | Dicas: O Evernote como uma ferramenta de clipping’

03
Jun
09

What does Multimedia mean? No, really. | O que é que significa Multimédia? Não, a sério.

While browsing  the latest addition to my Google Reader list, i found a very concise and elucidative lecture about online media. Kurt Lancaster does a good job explaining the different formats that make a multimedia story and explains what is the difference between scattered multimedia (which is what has been being sold to us as multimedia storytelling) and the paradigm of a true Multimedia story.

An interesting example of  integrated multimedia publishing is Flyp magazine. At a first glance it looks like another Flash flipping page magazines, but it has embedded video, interactive graphics, the works. It is not a perfect example, but it is a cool concept.

To take that leap means a few things: more technically skilled reporters (in audio, video, programming) and more reporters per story. If you want a unique perspective you’ll need good reporters, and they’ll just need time. Believe me, breaking news is the cheapest news commodity out there right now, and 99 % of the news companies won’t stand out trying to go after them. The money is in creating the long feature.

Enquanto esta a explorar a minha última aquisição para a lista do GoogleReader, encontrei uma palestra concisa e esclarecedora sobre que é media online. Kurt Lancaster faz um excelente trabalho a explicar os diferentes formatos que tornam uma história multimédia, e a diferença entre multimedia acessório (que é o que nos tem sido vendido como multimédia) e o paradigma de uma  história em Multimédia integrado.

Um exemplo interessante de uma edição em multimedia integrado é a Flyp magazine. À primeira vista parece mais uma revista para folhear em flash, mas tem vídeo incorporado, gráficos interactivos e outras coisas catitas. Não é um exemplo acabado, mas é um conceito original.

Dar o salto do acessório para o integrado siginifica algumas coisas: repórteres com mais competências técnicas (em video, áudio, programação) e mais repórteres por história. Se querem uma perspectiva única vão precisar de bons repórteres, e dar-lhes tempo. Acreditem, as notícias de última hora são o produto com menos valor aí fora, e 99% das redacções não ganham nada aí. O dinheiro está em contar histórias de fundo.

Continue a ler ‘What does Multimedia mean? No, really. | O que é que significa Multimédia? Não, a sério.’




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