Arquivo de 5 de Maio, 2009

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IAmNews.com (versão portuguesa)

(read english version)

iamnews-logoAs empresas de comunicação estão a restruturar-se, a despedir e a recorrer ao outsourcing, deixando muitos profissionais veteranos sem trabalho fixo. Ao mesmo tempo, os recém licenciados em Jornalismo vêem as suas hipóteses de arranjar um emprego na indústria  ficarem cada vez mais  pequenas. Tornarem-se freelancers é, portanto, uma opção. Mas onde encontrar trabalhos ou pessoas para os fazer?  IAmNews é o ponto de encontro para ambos.

O conceito é simples: “Para os editores, é um local para distribuir trabalhos jornalísticos por entre uma rede internacional de repórteres e fotógrafos, e ver um conjunto de conteúdos criados por esses repórteres. Para jornalistas freelancer é um sítio para encontrar trabalhos ou publicar os seus próprios conteúdos informativos.”

A descrição é de Nir Ofir, fundador do IAmNews. “Basicamente estamos a tentar eliminar a distância entre  as necessidades dos dois lados, que é ligarem-se, mas que não o conseguem fazer hoje em dia devido a barreiras linguísticas e à falta de um ponto central para que os dois lados se familiarizem um com o outro quando necessário.”

A página assemelha-se a uma rede social, onde podemos criar um perfil descrevendo a nossa experiência profissional, os nossos tópicos favoritos, e especialidade (escritor, fotógrafo, cameraman). Há uma área intitulada de “redacção” que é onde as propostas de trabalho e conteúdos serão apresentados. E se quisermos, podemos publicar o nosso artigo e ficar à espera que seja licitado por um orgão de comunicação. Mas não pensem nisto como um serviço de agência com freelancers.

“Pensamos que o iamnews é diferente. É diferente porque se foca numa solução que irá ligar editores e repórteres em tempo real”, explica Ofir, “não estamos a assumir a parte editorial no nosso trabalho diário. Estamos interessados em criar ligações entre as pessoas e não em enviar histórias para os media.”

iamnews-what-is

Como funciona

E onde é que o IAmNews ganha o seu? “O nosso modelo de negócio é muito simples. Actuamos como mediadores e ficamos com uma parte das transações entre editores e contribuidores.” E só os editores é que pagam alguma coisa. ” O registo é gratuito, curto e simples. Os editores irão pagar pelos serviços dos jornalistas no nosso sistema por projecto ou como parte do nosso sistema de distinções.”

O projecto ainda está em fase Alfa, mas já se podem registar e testar as funções existentes. “No final do mês iremos abrir a nossa redacção, o que permitirá aos editores criar ofertas de trabalho (privadas e públicas) no nosso sistema. O sistema irá agir como um agente para todos os jornalistas registados e convidá-los a propor as suas reportagens, baseados na sua localização e especialidade.”

Será o IAmNews o prenúncio de um novo tipo de relacionamento entre a indústria e os profissionais, na futura ordem informativa mundial? “Numa altura em que a maioria das companhias de media fecham gabinetes e diminuem os recursos, dependendo maioritariamente de grandes agências genéricas, vemo-nos como uma futura alternativa, trazendo vozes e imagens que sejam rentáveis e diferentes.” Sendo estas últimas as palavras mágicas.

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05
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IAmNews.com (english version)

(ler versão portuguesa)

iamnews-logoThe news organizations are slimming down, firing and outsourcing, leaving many seasoned professionals out of steady work. At the same time, young journalism graduates see their chances of getting a job in the industry getting smaller and smaller. So freelancing is the option to consider. But where to find assignments, or people to do them? IAmNews is where both ends meet.

The concept is simple:  “For publishers it is a place to assign news tasks to an international network of reporters and photographers and view a pool of content created by those reporters. For freelance reporters it is a place to take assignments or to post their news wire.”

The description is by Nir Ofir, founder of IAmNews. “Basically we are trying to bridge the gap between what both sides want, to connect with each other, but cannot do it today due to language barriers and the lack of single central spot for both sides to get familiar with each other when needed.”

The website resembles a social network, where you can create a profile presenting your professional background, favourite coverage topics, and expertise (writer, photographer, cameraman). There is a “newsroom” area, which is where the job proposals and pitches will be presented. And if you want, you can post your story and wait for it to be bidded by a news outlet. But don’t take it as a freelance wire news service.

“We think that iamnews is different. It is different since it is focused on a solution that will connect publishers and reporters in real time”, says Ofir, “we are not taking a major editorial part in our daily work. We are focusing in connecting people to people and not just stories to the media.”

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How it works

And where does IAmNews take it’s cut? “Our business model is very simple. We act as the mediators and take a cut of the transactions between publishers and contributors.” And the only ones who get to pay anything are the publishers. “Registration is free, short and easy. Publishers will pay for the services of the journalists in our system per project or as a part of our awarding system.”

The project is still in Alpha mode, but you can already register and try out the current features. “By the end of the month we will open our newsroom that will enable publishers to create assignments (private and public) in our system. The system will act as an agent for all registered reporters and invite them to pitch their stories based on their location and expertise.”

Is IAmNews the foreboding of a new relationship model between the industry and the  pros, for the future world news order ?  “In times where most media companies shut down bureaus and cut down on resources, depending mostly on big generic wire companies, we see ourselves as a future alternative, bringing voices and footage that is cost effective and different.” Being the last the magic words.

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