Arquivo de 16 de Janeiro, 2009

16
Jan
09

Twitter Power

"Prevail Whale" by lemasney

"Prevail Whale" by lemasney

If there were any doubts about the power of Twitter as a communication tool and channel for breaking news, well, yesterday they were reduced to ashes. The Hudson Plane Crash incident proved (once again) that the Twitter mojo is strong.

There are a few good reasons to have worked so well: it was a midday incident in a densely crowded city, where every inhabitant has a portable communication device (a.k.a. cellphone), and many use the blue bird channel. So, in just few minutes after the plane went down, there were dozens of common New Yorkers that witnessed the event being retweeted and publishing photographs way before the mainstream media got hold of  the event. And why? The magic word here is “network”.

I knew about it through a @scobleizer tweet and almost immediatly through @breakingnewson and @fox40. The most effective at first was Robert Scoble’s tweets, that was taking advantage of his huge  Twitter network for gathering information (over 20,000), and pass it on to his followers (almost 50,000). It was word of mouth at the  speed of light! Among official updates, the timelines were filled with retweets for links to pictures from the scene, taken by the people on the shores of the Hudson, and on the ferries that went pick up the plane passengers!!! You just couldn’t get closer than that.

Se haviam dúvidas sobre o poder do Twitter como ferramenta de comunicação e canal para notícias de última hora, ontem foram reduzidas a pó. O incidente do Avião que Caiu no Hudson provou (mais uma vez) que a magia do Twitter é forte.

Há algumas razões para que tenha corrido tão bem: foi um incidente em pleno dia numa cidade densamente povoada, onde cada habitante tem um dispositivo móvel de comunicação (telemóvel), e onde muitos usam o canal do pássaro azul. Assim, apenas alguns minutos depois do avião ter caído,  dezenas de nova iorquinos que testemunharam o acontecimento estava a ser retweetados e a publicar fotos muito antes dos media tradicionais terem noção do que se passava. Porquê? A palavra mágica aqui é “rede”.

Soube de tudo por um tweet do @scobleizer,  seguido imediamente por outros do @breakingnewson e @fox40. O mais eficiente ao início foi o Robert Scoble, que estava atirar proveito da sua enorme rede de contactos no Twitter para recolher informação (ele segue mais de 20 mil utilizadores) e divulgá-la (quase 50 mil seguidores). É passar a palavra à velocidade da luz! Entre actualizações oficiais, as timelines estavam cheias de retweets para links de fotos do local, tiradas por pessoas nas margens do Hudson, e nos ferrys que foram resgatar os passageiros do avião!!! Era impossível estar mais perto.

Paulo Querido - O acidente de Nova Iorque acompanhado por um jornalista no Twitter

Janis Krums on an iPhone @ Twitpic

I began retweeting all the information available as soon as it happened, and  put my network up to speed on the event. And I was across the ocean, in my living room. Some used that effort of mine (and others) very well, like the  portuguese public television news cable channel – RTPN – that has a great Twitter presence. On a late night schedule, they turned to their network to provide them with pictures, video and maps of the crash. By crowdsourcing that work, they went beyond the live streams of distant shots of the airplane in the water surrounded by ferries.  They quickly found pictures and other visual data to show on air, as the situation unfolded. And it all only took one hour from beggining to end.

My small part delivering the information to my network, and through it, to all the networks that each one of them encompasses, got me thinking about a few items on my “Changes in Journalist’s Role” list:

4-A journalist must network.

It had to before, but there were geographical limitations, social and economical factors , and a whole sort of real world constraints. Online, the limit is in the number and the value of the contacts one has.(…)

9-A journalist is more a traffic cop than a private investigator.

Or even better:  there will be more traffic cops than private investigators.. .I’m sorry to destroy a romantic image of journalism, but there will be less Humphrey Bogarts, the rise in the volume of information will demand for more traffic managers. Their role will be essential to guide the masses in the search for information.(…)

10-A journalist is a DJ.

Remixes and makes the news flow coherent.

It was an excellent opportunity to apply Paul Bradshaw’s breaking news model. And another thought: we must be aware of all the ways we can present information on the fly, and have improvisation skills. Do you like Jazz? Start playing it. Robert Scoble tweeted just now -as i write this- he should have done things differently yesterday. Soon there will be another chance to test other ways to deliver and connect the dots of data.

This was  a great experience, for two reasons:  thanks to the pilot’s skills no one was really harmed in the crash, and it was professionally challenging and compensating for me. I’m not working for anyone nowadays , but i acted as a journalist for my network, which is my primary audience. My work was praised, and i got new followers. And most of all, i had a lot of fun.

Comecei a fazer retweets da informação disponível assim que aconteceu, e pus a minha rede a par do que se passava. E eu estava do outro lado do oceano , na minha sala. Alguns aproveitaram este meu esforço (e de outros) muito bem, como a RTPN, que usa muito bem o Twitter . Num horário tardio, eles viraram-se para a sua rede de contactos para os ajudar a encontrar fotografias, video e mapas do acidente. Ao recorrerem ao seu público para esse trabalho, eles foram além da transmissão em directo de imagens distantes do avião na água rodeado de ferrys. Rapidamente encontraram fotografias e outra informação visual para mostrar em directo, à medida que a situação se desenrolava. E tudo demorou uma hora, do início ao fim.

A minha modesta participação em distribuir a informação pela minha rede e, através dela, para todas as outras que elas comportam, fez-me pensar  sobre alguns itens da minha lista de “Mudanças no Papel dos Jornalistas“:

4-Um jornalista tem que estar em rede.

Já antes estava, mas era uma rede social limitada por factores geográficos, círculos sociais e económicos, todas os constrangimentos do mundo real. Online, a limitação está no número de contactos que se tem.(…)

9-Um jornalista é mais polícia de trânsito do que investigador privado.

Ou melhor: vão haver cada vez mais polícias de trânsito do que investigadores privados. Desculpem destruir uma imagem romântica do jornalismo, mas os Humphrey Bogarts serão cada vez mais raros, pelo volume de informação serão precisos mais polícias de trânsito. O seu papel é fundamental na orientação das massas na busca de informação.(…)

10-Um jornalista é um DJ.

Remistura e torna coerente o fluxo informativo.

Foi uma excelente oportunidade para aplicar o modelo de breaking news do Paul Bradshaw. E outra ideia: temos que saber que formas podemos usar para apresentar a informação no momento, e saber improvisar. Gostam de Jazz? Aprendam a tocar. O Robert Scoble tweetou agora mesmo -quando escrevo isto- que devia ter feito as coisas de outra forma. Em breve teremos outra oportunidade para testar diferentes maneiras  de distribuir e ligar os pontos de informação.

Foi uma boa experiência,por duas razões: graças à perícia do piloto ninguém se magoou a sério no acidente, e profissionalmente foi um desafio compensador para mim. Eu não estou a trabalhar para ninguém neste momento, mas fui jornalista para a minha rede, que é o meu público principal. O meu trabalho foi louvado, e ganhei novos seguidores. E acima de tudo, diverti-me.

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