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O Bruno Scartozzoni deixou-me um comentário, que me levou ao blog dele, onde vi este post onde ele diz: “As histórias sempre estiveram no núcleo da comunicação. A diferença é que só agora estamos nos dando conta disso e, nesse momento histórico, mais do que nunca precisamos delas.” É verdade. O que muda apenas é a forma como as contamos. Vale a pena ler o texto dele por inteiro. |
Bruno Scartozzoni wrote me a comment, that led me to his blog, where i saw this post in which he says: “Stories have always been at the core of communication. The difference is that only now we are becoming aware of it and, at this historical moment, we need them more than ever.” That’s true. What changes only is the way we tell them. His text is worth reading in full. |
Storytelling, ou “contar histórias”, foi o assunto de 2008 no Palais, mas não é exatamente uma tendência. Storytelling, na verdade, está mais para uma anti-tendência. Quando não existia escrita, imprensa, televisão e internet, quem já estava lá, desempenhando um papel essencial na comunicação entre seres humanos? Adivinha…
As histórias acompanham a humanidade desde os tempos mais remotos. Por meio das histórias nossos antepassados transmitiam conhecimentos, regras e valores. Não é à toa que toda história mitológica carrega algum tipo de ensinamento por trás, e o melhor de tudo, atravessam séculos ilesas. Agora estão descobrindo que essa mesma técnica também pode vender Coca-Cola. As histórias são consideradas a “next big thing” do mundo da comunicação.
Balela. As histórias sempre estiveram no núcleo da comunicação. A diferença é que só agora estamos nos dando conta disso e, nesse momento histórico, mais do que nunca precisamos delas. Em tempos onde é praticamente impossível controlar o que, onde e como as pessoas são impactadas, só uma (boa) história consegue, ao mesmo tempo, integrar todas essas opções, prender a atenção e conquistar envolvimento.











Muito obrigado pelo comentário!
Pelo visto esse assunto (storytelling) também está com bastante força aí em Portugal.