Arquivo de 28 de Abril, 2008

28
Abr
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Por uma Ecologia Informativa | For an Information Ecology

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Quantas aplicações estão a usar neste exacto momento? Quantos serviços de comunicação online estão a dizer que têm uma mensagem nova no vosso ecrã? Quanto tempo perdem na net? Quanto desse tempo é realmente produtivo? Estes são alguns dos problemas levantados neste fantástico texto que alguém devia traduzir (não olhem para mim, o meu francês não é assim tão bom).

Como poderemos melhorar o nosso ambiente informático e a qualidade do tempo que passamos nele?

How many applications are you using right now? How many online communication services are notifying you on your screen about a new message? How much time do you spend on the web? How much of that time is really productive? These are some of the issues raised in this fantastic text that someone should translate (don’t look at me, my french is not that good).

How can we improve our digital environment and the time we spend in it?

Pour une écologie informationnelle

On pourrait faire le tour des technologies que nous utilisons chaque jour et voir, pour chacune, combien elles sont restées frustes. Combien les liens entre elles sont demeurés inexistants. Entraînés dans l’innovation constante, nous semblons oublier de rendre plus aisément exploitables les innovations passées, y compris les plus utilisées. Bien sûr, de nouveaux outils font leur apparition, ajoutent des couches supplémentaires d’utilisation, permettent des traitements inédits. Mais ils s’ajoutent à la surcharge informationnelle, ils croissent au-delà des capacités cognitives d’un internaute moyen, c’est-à-dire d’une personne qui ne passe pas toute la journée en ligne. Oui, les vrais gens n’ont pas le temps pour utiliser les médias sociaux, clame avec raison Sarah Perez du ReadWriteWeb. “Selon le temps qu’on est capable de passer, on joue un rôle différent sur le réseau”, explique Nina Simon, à l’origine de cette réflexion, distinguant les participants (qui passent 1 à 5 heures par semaine sur les sites sociaux), des fournisseurs de contenus (5 à 10 heures), aux animateurs de communautés (10 à 20 heures). A croire que nous sommes capables d’inventer des outils si consommateurs de temps, que seul le temps passé sera bientôt capable de distinguer les utilisateurs les uns des autres.

Pour une écologie informationnelle

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28
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“Where’s the Business Model for News, People?”

Jay RosenIt’s remarkable to me how many accomplished producers of those goods, the future production of which is in doubt, are still at the stage of asking other people, “How are we going to pay our reporters if you guys don’t want to pay for our news?” Recently I heard one such person say, “Society should be worried about this!”

At many a conference I have attended on new media and journalism, some old pro whose subsidy is fast disappearing will (mentally) place hands on hips and say about the Internet as a whole, “Well, that’s all very nice, very Web 2.0, but where’s the business model, people?” As if that were some kind of contribution. I can’t tell you how disconcerting–and weird–I find some of these performances.

Jay Rosen

Da pilha de artigos da semana passada este é dos mais interessantes. Jay Rosen coloca em discussão os modelos de negócio para a industria das notícias, e dá exemplos de como algumas das soluções podem estar no passado, e como a própria indústria da publicidade terá que se renovar para uma melhor eficácia na web.

Uma das questões mais interessantes que Rosen levanta é a do fim da fina cortina que separa o jornalismo da actividade empresarial, ou seja, porque não poderá uma empresa ligada a outra área de ter o seu próprio meio de comunicação? Será que agora que essa ligação é mais velada significa maior independência? As questões éticas são imensas.

Depois, noutro link, que não está directamente relacionado com este assunto (ou está?), fica o comentário de uma editora de um jornal americano que pensa que os utilizadores se acham muito espertos por estarem a ler o seu jornal online de borla. Pois,a esperteza deverá estar em pedir dinheiro para se dar acesso à mesma informação que se encontra gratuitamente, e provavelmente mais completa, noutro lado. Por acaso, ainda não recebi resposta do jornal AS BEIRAS…

Among last week’s article stack, this is one of the most interesting. Jay Rosen puts to discussion business models for the news industry, and gives some examples of how part of the solution can be found in the past, and how the advertising industry must renew itself for a better web efficiency.

One of the most interesting questions raised by Rosen is about the end of the thin curtain that separates journalism from businesses, or, why can a non-journalism company have it’s own media? Does it mean that now this connection is more veiled there is more independence at the newsrooms? The ethical issues around this are overwhelming.

Then, in another unrelated link about this subject(is it?), there’s a post by a local newspaper editor that thinks readers must feel pretty smart for reading her newspaper online for free. Yeah, smartness must be in asking for money to grant access to the same information that can be found for free, and probably better, someplace else.

This reminds me i never got an answer back from AS BEIRAS…


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“Onde?” | “Where?”

Das perguntas base para necessárias para a construção de qualquer notícia, o ONDE está a ganhar destaque. O crime é um dos assuntos mais fáceis de seguir, e vários sites utilizam mapas para indicar as zonas mais perigosas.

Um Google Map da cidade de Londres acabou por me fazer lembrar do jogo “Scotland Yard“, onde o Mr.X fugia aos seus perseguidores. Infelizmente, neste mapa os crimes são reais.

Alguém conhece em Portugal algum site que use um mapa para informação noticiosa?

Amongst the basic questions for writing a news story, the WHERE is starting to stand out. One of the subjects that is easier to monitor is crime, and many sites use maps to show the most dangerous areas.

A London Google Map reminded me of the “Scotland Yard” board game, where a Mr.X tried to escape his chasers. Unfortunately, in this map all the crimes are real.

Does anyone know other use for news maps?Leave links below.

Crime on Google Maps

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