Jeff Jarvis v Michael Tomasky
Should the internet’s new breed of ‘citizen journalists’ have the responsibilities of journalists or the rights of citizens?
Editor’s note: Earlier this month Barack Obama’s election campaign was shaken by a report that Obama had described rural, white voters as “bitter”. The news was broken by a “citizen journalist”, Mayhill Fowler, and was carried on the Huffington Post’s politics blog, Off The Bus. Last week Guardian America editor Michael Tomasky argued on CiF that Fowler’s reporting raised serious ethical questions and argued that blogging, like journalism, needed rules. CiF commentator Jeff Jarvis responded on his blog Buzzmachine that openness, not rules, was demanded in the era of the internet. The answer? Bring the two men together to thrash it out, right here.
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A discussão está aberta: deverão os bloggers ter uma linha de conduta igual à dos jornalistas? Estarão eles livres de códigos éticos e deontológicos? Será necessário definir um? E em último caso, um blogger é um jornalista, não nas funções mas na sua responsabilidade social? A seguir com atenção aqui. |
The debate is open: should bloggers have a line of conduct like journalists? Are they free of ethical and deontological codes? Is there a need to define one? And, in last resort, is a blogger like a journalists, not in it’s actions, but in it’s social responsability? To follow closely here. |
Há datas importantes para a nossa História, e esta é a mais importante das mais recentes. O dia de 25 de Abril possui um significado que ultrapassa a alteração de regime político, ou um ponto de viragem no nosso percurso como país. O sentido do 25 de Abril é universal e não pode ser esquecido, nele estão contidos o direito de cidadania, de opinião, de liberdade de expressão. De Liberdade. E por mais anos que passem sobre a data da Revolução, por mais que branqueiem, distorçam, confundam a História do antes e do depois, o mais importante é relembrar a quem o viveu e ensinar a quem não percebe, o porquê dos cravos, o porquê da festa, a razão do dia encerrada nele mesmo, apenas pelo facto de se poder vir para a rua e dizer o que se pensa. Qualquer ditadura começa o seu trabalho na eliminação do pensamento, essa arte perigosa quando exposta de viva voz, em papel, nas paredes, ou em qualquer sítio que toque os outros, qualquer ditadura começa em nós mesmos quando nos esquecemos que a nossa responsabilidade é manter os nossos direitos, a nossa voz.











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