19
Abr
08

Propaganda


Onde acaba a informação e começa a propaganda? Será que a nossa sociedade imersa no caminho da democratização da informação está a tornar-se mais imune e mais crítica em relação à informação que tem acesso? O meu grande amigo Nuno Loureiro escreveu um excelente post no seu GPI sobre as construção da realidade na sociedade de massas. Indicado especialmente para mentes jovens e impressionáveis.

O Nuno tem outras coisas muito boas no blog por isso façam um favor a vocês mesmos e explorem um bocado.

All over the place, from the popular culture to the propaganda system, there is constant pressure to make people feel that they are helpless, that the only role they can have is to ratify decisions and to consume.
Noam Chomsky

Sociedade de massas e propaganda

Excertos do Post:
Propaganda. Um conceito que remete automaticamente para a memória de um tempo em que os cidadãos eram desprovidos da sua individualidade e devidamente enquadrados numa massa acéfala e obediente, perante um Estado opressor. Que remete também para uma altura em que verdade e mentira, bem e mal, justiça e injustiça eram realidades moldadas e adaptáveis às conveniências de quem detinha o poder. Um conceito que, para o vulgar cidadão da sociedade ocidental, moderna e democrática, se apresenta como uma verdadeira aberração, símbolo de um passado que se quer definitivamente enterrado. Ou talvez não… A dúvida impõe-se.
Não se deve pensar, porém, e como é do conhecimento público, que a propaganda foi de uso exclusivo dos regimes ditatoriais. Na verdade, o seu uso foi igualmente regular entre os países que diziam defender a democracia, da Primeira Guerra Mundial às guerras do Golfo Pérsico. Foi e continua a ser, no entanto, nas ditaduras que a propaganda ganha a sua total dimensão, talvez porque, para além de um (cada vez menor) défice tecnológico, os seus propósitos sejam mais explícitos.
Agora, e enquanto se ainda se discute se as ideologias tradicionais estão ou não condenadas ao desaparecimento, é isso que continua a acontecer, em pleno século XXI. E se o cidadão não se apercebe, então é porque talvez os métodos propagandísticos utilizados pelo(s) “poder”(es) sejam mais sofisticados do que nunca. Controlado pela ditadura do bem-estar, o indivíduo não questiona, captando a realidade que lhe é transmitida pelos mass media e tornando-a sua.
Sobre esta realidade (será que o é, de facto?), Jon Wosencroft explica que técnicas desenvolvidas em tempo de guerra são agora aplicadas em tempo de paz, depois de terem sido devidamente testadas e aprovadas. «Hoje em dia, toda a comunicação que não for desenvolvida para além de uma segura conversa entre duas pessoas ou num pequeno ajuntamento (e que não for gravado) pode facilmente ser convertida em propaganda.
Para ler por inteiro aqui:

Sociedade de massas e propaganda


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