Arquivo de Abril, 2008

30
Abr
08

Encontro de Jornalistas Freelance e Precários a 3 de Maio

O Sindicato dos Jornalistas vai abrir as suas portas aos seus sócios e não sócios para um encontro nacional dedicado aos Jornalistas Freelance e Precários.

O Encontro destina-se a profissionais em regime de trabalho independente, situação de recibo verde, trabalho à peça, contrato a termo ou outras situações de precariedade, e realiza-se na sede do SJ, em Lisboa.

A iniciativa, de entrada livre e aberta a todos os jornalistas (sócios e não sócios do SJ), tem os seguintes objectivos principais:

1. Diagnóstico da situação quanto às condições dos freelance e às diversas formas de precariedade, a quantificação e a distribuição do fenómeno;

2. Caracterização de problemas específicos, designadamente a retribuição de trabalhos (tabela de honorários) de freelance e colaboradores à peça; as condições de entrega/aceitação de trabalhos realizados em regime de trabalho independente; os direitos de autor; a situação de falso “recibo verde”; e as garantias em domínios como os acidentes de trabalho, segurança social, saúde e fiscalidade;

3. Debate sobre medidas, especialmente soluções (individuais e colectivas, de curto, médio e longo prazo), como regulamentos sobre condições de entrega e aceitação de trabalhos, tabelas de honorários mínimos, as obrigações das empresas e as garantias dos jornalistas precários;

4. Melhoria do apoio do SJ aos jornalistas freelance e precários, especialmente quanto às obrigações do Sindicato face aos seus sócios, bem como soluções para a quotização específica dos precários e para serviços e benefícios específicos para estes grupos.

Programa:14h00 – Recepção dos participantes e entrega de documentação; 14h30 – Abertura dos trabalhos, com intervenções livres dos participantes; 17h00 – Intervalo para café; 17h10 – Debate; 18h00 – Conclusões e medidas; 19h00 – Encerramento.

Para mais informações, contactar o Secretariado do Sindicato dos Jornalistas:- Endereço electrónco: sinjor@mail.telepac.pt- Telefone: 213 464 354 / 213- Telefax: 213 422 583

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30
Abr
08

Recomendar as notícias

This post is the portuguese translation of the text Recommending news by Wilbert Baan at the OJB.

No seu primeiro post para o OJB, Wilbert Baan, designer de interactividade para o jornal holandês de Volkskrant, desenvolve a ideia de como as notícias podem ser items de partilha com a nossa comunidade pessoal. Ler texto original aqui.

Os websites como os conhecemos estão-se a desintegrar. Widgets,APIs e feeds levam a informação para outros lugares para além do domínio. Numa cultura de rede gostamos de levar a informação connnosco. No nosso telemóvel, desktop, widgets, websites, televisão digital, para todo o lado. Para o projecto do EN estou a reflectir sobre como podemos interagir com as notícias como objecto. Como podemos levar o artigo connosco ou usá-lo para criar novas colecções.

O artigo como objecto social

Por exemplo, no Flickr a fotografia é um objecto social. Temos uma página pessoal de contacto onde as fotografias relevantes para nós podem ser vistas. Todas estas fotos são provavelmente informação pública, mas é esta selecção baseada na nossa rede pessoal que torna esta página interessante para nós.

A mesma coisa acontece com o Del.icio.us, onde temos uma página com as páginas preferidas dos nossos amigos. Ou a Last.fm onde podemos saber que música os nossos amigos ouvem. E o Twitter, onde a sucessão de mensagens dos nossos amigos tornam este serviço valioso.

Hoje em dia os sites mais populares são criados em torno de nós.

Quase toda a informação nos sites da web 2.0 é informação pública. Links no Del.icio.us, artistas e canções na Last.fm, notas pessoais no Twitter. O que acrescenta valor a toda esta informação são as colecções que reunimos à nossa volta. Nós somos o centro e os nossos amigos virtuais estão à nossa volta. Os serviços da web 2.0 assentam em grupos de pessoas em que confiamos, tendo em conta quem eles são ou o que fizeram.

Notícias 2.0

As notícias raramente são apresentadas em torno de nós. São apresentadas de uma perspectiva em que o que é importante é definido pelos editores. Este é um sistema muito bom e fiável. Faz com que os sites e os jornais sejam diferentes e dá uma linha e personalidade às empresas de media.

Mas podem as notícias ser adaptadas a nós? Sabemos quais notícias são importantes para nós , certo? Confiamos nos nossos amigos? Pode a distribuição das notícias ser reduzida a um artigo (objecto) e ser sistematizada?

A maioria dos sites noticiosos já arrumam as notícias por popularidade e tempo. Isto é já uma forma mais sistematizada de distribuir as notícias e pode não ter nada a ver com a real importância da notícia. Eu não estou a defender que se deveria personalizar todo um site noticioso, pode ser apenas uma página como as páginas dos “amigos” no Del.icio.us, Flickr e Twitter.

As vossas ideias

Poderemos fazer às notícias o que a Amazon faz aos produtos? Gostariam saber que notícias os vossos amigos lêem? Ou estariam a perder a informação que é importante para vocês ou as surpresas? Alguns websites – como o Google News – estão já a fazer experiências com as recomendações. Gostaram? E conhecem mais algum website que crie uma experiência noticiosa valiosa em torno de vocês?

_______________________________________

Basicamente o que Baan defende é que as notícias podem ser mais um artigo de partilha dentro das nossas redes sociais, redefinindo-as da mesma forma que os outros artigos que costumamos partilhar. Isto implica talvez uma redefinição nas estruturas dos sites noticiosos e talvez na sua linha editorial. A personalização da agenda noticiosa é provavelmente umas das características mais revolucionárias no jornalismo do futuro próximo, que se neste momento se encontra a caminho do hiperlocal, assim se transformará no hiperpessoal.

Deixem as vossas sugestões e comentários a estas ideias do Wilbert. Podem também visitar o seu blog.

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29
Abr
08

Summer Institute 2008

O Summer Institute 2008 é um evento único organizado pelo programa UT Austin|Portugal que engloba workshops e palestras sobre diferentes áreas do Programa de Média Digital como Cinema (ficção e documentário), Design,Música e Jornalismo.

Inscrições aqui.

The Summer Institute 2008 is a unique event organized by the UT Austin|Portugal Program comprising workshops and talks that cover several areas of the Digital Media Program such as Cinema (fiction and documentary), Design, Music and Journalism.
Full program here.

Workshop Descriptions:

Collaborative Scriptwriting Workshop

A practical introduction to the “collaborative method” in scriptwriting. Over the course of the two weeks, the class will treat its members as a writing staff and, collectively, they will outline and work on writing the first act of multiple projects. Students will brainstorm the ideas together, and writers will be assigned particular scenes or acts to write.

Digital Documentary Workshop

In this short course students propose, produce and edit short videos documenting the City of Lisbon. The unifying theme for these short documentaries will be “hidden Lisbon.” In the process of the workshop participants will explore how film language, namely visuals, audio and editing, can be employed to achieve a desired affect.

Digital Hollywood Workshop

The “Digital Hollywood” workshop will present a macro-industrial perspective on the incorporation, innovation, and diffusion of digital technologies into the filmed entertainment industries’ production, distribution, and exhibition businesses. This workshop will assess the significance of digital technologies in terms of shifting business practices, revenue streams, digital aesthetics, and the increasing relevance of online markets.

Online Journalism Workshop

Through practical assignments, analysis of successful cases and specialized literature, this workshop will examine the transformations journalism currently faces in order to meet the Digital Revolution, particularly in what concerns the search for a multimedia language.

Creating Music and Audio for Film, Video and Games Workshop

This course will explore current technologies and techniques for the creation of music, audio and sound effects for film, video and games. It will be based primarily on the widely used Apple Logic Studio 8. Students will need to be comfortable with the Mac OS-X platform. However, no prior knowledge of Logic is required. The course will cover basic musical forms, looping and mixing, soft instrument plugins, synchronizing musical materials to video, acquiring and modifying audio effects files, advanced sound treatment using Logic plugins, game audio design, track layering, and surround mixing. Students will complete five short assignments and one longer project using video clips provided for the class or materials that the students may have.

The production facilities will include a suite of Intel iMac computers with Garage Band 4 and Logic Studio 8. Students will need to bring their own stereo headphones (1/8” stereo) for these workstations. The final project will be mixed on the teaching station using 5.1 surround audio.

Photorealistic 3D Graphics Rendering & Simulation Workshop

Photorealistic rendering assists problem solving in scientific, economic, instructional, entertainment, and artistic disciplines. This course surveys the uses of photorealistic 3D computer graphics which range from advertising campaigns to the modeling molecular structures, and delves into the process for creating such imagery. Students are introduced to 3DStudioMax and Mental Ray applications, but will be taught so that they can approach any type of 3D application.

Continue reading ‘Summer Institute 2008′

29
Abr
08

Que tipo de editores são? | What kind of editor are you?

Andy Dickinson fez um questionário bem humorado para descobrir em que fase estão os editores: papel ou ecrã? Respondam e vejam os vossos resultados.

Andy Dickinson created a funny questionaire to find out in which phase are the editors: print or screen? Answer and get your results.

How webby are you?
When you talk to other editors and the talk turns to the web do you wonder what it is they are talking about or do they look at you like your talking a foreign language?

Take this handy quiz to find out just how webby you are:

Does your publication have a website?

  1. A web what?
  2. Yes, we have just got one
  3. Yep, we’ve had one for a while – it’s very nice

Have you ever posted a story to the web before it made the paper or on air?

  1. Absolutely not. What would be the point of the newspaper
  2. Yes, but only the ones that aren’t an exclusive.
  3. Yes, we try and get stories on the web when they break but we go for depth in the paper

Has your website published a mobile phone picture from a reader?

  1. No one uses mobiles for pictures. I get my son to show me.
  2. We let users send in pictures of their nights-out and pets but that’s it
  3. We often put out calls for pictures when there is a big local event

Do more than 1% of your newsroom staff blog?

  1. Wash your mouth out. I run a clean newsroom
  2. They may do but I’m not sure
  3. We have one or two well known faces from the paper who blog as part of the website but know others have their own personal blogs as well

Has your newsroom ever posted a video to Youtube?

  1. I’m warning you! I’m a married man. Just the thought of it.
  2. We tried it once when the paper down the road did it?
  3. We try and get as much video on as we can.

Has your website published a slideshow?

  1. I once went to a slideshow about my brothers holiday…very dull…
  2. Yes, but it was a static one that you had to click through.
  3. Yep, we started with static ones but we just got soundslides for the photographers to play with.

Can readers comment on your stories?

  1. Yes, they can send letters for my secretary to read
  2. We have a forum that runs on the site
  3. We have just got a new system that lets people comment on each story

Do you allow people to share your stories on social networks?

  1. Well, obviously, we would like them to buy a paper each. But if they leave one at their friends house at least it still gets counted in the circulation figures.
  2. We have an email to a friend on the old system. But our new site has links to digg and facebook.
  3. Yep. We are currently working on a facebook app.

Resultados aqui | Results here

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29
Abr
08

MayDay Lisboa 2008

O Ferve voltou a enviar um mail a apelar à mobilização para dia 1 de Maio em Lisboa contra a precariedade. Inscrevam-se e participem.

Precári@s nos querem, REBELDES nos terão!!


:: Vamos à parada alternativa MAYDAY::

:: 1º MAIO, 13h, Largo Camões ::

O MayDay é uma parada de precári@s, que vem marcando o 1º de Maio em várias cidades por esse mundo fora, desde da estreia em 2001, em Milão. No ano passado, a iniciativa MayDay chegou a Lisboa, juntando algumas centenas de pessoas contra a precariedade no trabalho e na vida. Este ano, o MayDay Lisboa já começou: uma organização aberta a tod@s, que vai fazendo assembleias, acções públicas, festas, etc. Na parada MayDay cabemos tod@s: mais nov@s e mais velh@s, operadores de call-center, “caixas” de supermercado, cientistas a bolsa, intermitentes, desempregad@s, estagiári@s, contratad@s a prazo, a recibos verdes, estudantes que vivem ou pressentem a precariedade…

A 1 de Maio juntamo-nos contra a exploração, contra o emagrecimento dos apoios sociais e à habitação, desafiando o cinzentismo e continuando o percurso de mobilização e visibilidade. Contamos contigo?

No dia 1 de Maio vamos para a rua. Porque esta não foi apenas feita para albergar sedes de empresas, escritórios, restaurantes de comida rápida e outros locais onde decorre todo um estado de excepção laboral, onde a exploração, o abuso, a instabilidade e a ilegalidade se tornaram lei.

No dia 1 de Maio queremos transformar a rua num espaço em que desfila a alegria da recusa de uma vida aos bocados.

Do Porto, partirá uma camioneta a custo reduzido (€11 – ida e volta), para levar tod@s @s que queiram juntar a sua à nossa voz.

Inscrições em grupoferve@gmail.com.

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28
Abr
08

Por uma Ecologia Informativa | For an Information Ecology

//www.internetactu.net/wp-content/uploads/2008/04/twhirl-mania.png" não pode ser mostrada, porque contém erros.

Quantas aplicações estão a usar neste exacto momento? Quantos serviços de comunicação online estão a dizer que têm uma mensagem nova no vosso ecrã? Quanto tempo perdem na net? Quanto desse tempo é realmente produtivo? Estes são alguns dos problemas levantados neste fantástico texto que alguém devia traduzir (não olhem para mim, o meu francês não é assim tão bom).

Como poderemos melhorar o nosso ambiente informático e a qualidade do tempo que passamos nele?

How many applications are you using right now? How many online communication services are notifying you on your screen about a new message? How much time do you spend on the web? How much of that time is really productive? These are some of the issues raised in this fantastic text that someone should translate (don’t look at me, my french is not that good).

How can we improve our digital environment and the time we spend in it?

Pour une écologie informationnelle

On pourrait faire le tour des technologies que nous utilisons chaque jour et voir, pour chacune, combien elles sont restées frustes. Combien les liens entre elles sont demeurés inexistants. Entraînés dans l’innovation constante, nous semblons oublier de rendre plus aisément exploitables les innovations passées, y compris les plus utilisées. Bien sûr, de nouveaux outils font leur apparition, ajoutent des couches supplémentaires d’utilisation, permettent des traitements inédits. Mais ils s’ajoutent à la surcharge informationnelle, ils croissent au-delà des capacités cognitives d’un internaute moyen, c’est-à-dire d’une personne qui ne passe pas toute la journée en ligne. Oui, les vrais gens n’ont pas le temps pour utiliser les médias sociaux, clame avec raison Sarah Perez du ReadWriteWeb. “Selon le temps qu’on est capable de passer, on joue un rôle différent sur le réseau”, explique Nina Simon, à l’origine de cette réflexion, distinguant les participants (qui passent 1 à 5 heures par semaine sur les sites sociaux), des fournisseurs de contenus (5 à 10 heures), aux animateurs de communautés (10 à 20 heures). A croire que nous sommes capables d’inventer des outils si consommateurs de temps, que seul le temps passé sera bientôt capable de distinguer les utilisateurs les uns des autres.

Pour une écologie informationnelle

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28
Abr
08

“Where’s the Business Model for News, People?”

Jay RosenIt’s remarkable to me how many accomplished producers of those goods, the future production of which is in doubt, are still at the stage of asking other people, “How are we going to pay our reporters if you guys don’t want to pay for our news?” Recently I heard one such person say, “Society should be worried about this!”

At many a conference I have attended on new media and journalism, some old pro whose subsidy is fast disappearing will (mentally) place hands on hips and say about the Internet as a whole, “Well, that’s all very nice, very Web 2.0, but where’s the business model, people?” As if that were some kind of contribution. I can’t tell you how disconcerting–and weird–I find some of these performances.

Jay Rosen

Da pilha de artigos da semana passada este é dos mais interessantes. Jay Rosen coloca em discussão os modelos de negócio para a industria das notícias, e dá exemplos de como algumas das soluções podem estar no passado, e como a própria indústria da publicidade terá que se renovar para uma melhor eficácia na web.

Uma das questões mais interessantes que Rosen levanta é a do fim da fina cortina que separa o jornalismo da actividade empresarial, ou seja, porque não poderá uma empresa ligada a outra área de ter o seu próprio meio de comunicação? Será que agora que essa ligação é mais velada significa maior independência? As questões éticas são imensas.

Depois, noutro link, que não está directamente relacionado com este assunto (ou está?), fica o comentário de uma editora de um jornal americano que pensa que os utilizadores se acham muito espertos por estarem a ler o seu jornal online de borla. Pois,a esperteza deverá estar em pedir dinheiro para se dar acesso à mesma informação que se encontra gratuitamente, e provavelmente mais completa, noutro lado. Por acaso, ainda não recebi resposta do jornal AS BEIRAS…

Among last week’s article stack, this is one of the most interesting. Jay Rosen puts to discussion business models for the news industry, and gives some examples of how part of the solution can be found in the past, and how the advertising industry must renew itself for a better web efficiency.

One of the most interesting questions raised by Rosen is about the end of the thin curtain that separates journalism from businesses, or, why can a non-journalism company have it’s own media? Does it mean that now this connection is more veiled there is more independence at the newsrooms? The ethical issues around this are overwhelming.

Then, in another unrelated link about this subject(is it?), there’s a post by a local newspaper editor that thinks readers must feel pretty smart for reading her newspaper online for free. Yeah, smartness must be in asking for money to grant access to the same information that can be found for free, and probably better, someplace else.

This reminds me i never got an answer back from AS BEIRAS…


28
Abr
08

“Onde?” | “Where?”

Das perguntas base para necessárias para a construção de qualquer notícia, o ONDE está a ganhar destaque. O crime é um dos assuntos mais fáceis de seguir, e vários sites utilizam mapas para indicar as zonas mais perigosas.

Um Google Map da cidade de Londres acabou por me fazer lembrar do jogo “Scotland Yard“, onde o Mr.X fugia aos seus perseguidores. Infelizmente, neste mapa os crimes são reais.

Alguém conhece em Portugal algum site que use um mapa para informação noticiosa?

Amongst the basic questions for writing a news story, the WHERE is starting to stand out. One of the subjects that is easier to monitor is crime, and many sites use maps to show the most dangerous areas.

A London Google Map reminded me of the “Scotland Yard” board game, where a Mr.X tried to escape his chasers. Unfortunately, in this map all the crimes are real.

Does anyone know other use for news maps?Leave links below.

Crime on Google Maps

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26
Abr
08

Open Source: Ferramentas para a redacção | Newsroom Tools

The Gimp on Ubuntu Linux

Brian Boyer é um programador-jornalista financiado pela bolsa da Knight News Challenge. O Brian escreveu no seu blog um post dedicado a ferramentas open source para se usar na redacção.A ler. Já agora visitem o post que eu fiz sobre o mesmo assunto há uns tempos atrás.

Brian Boyer is a programmer-journalist financed by the Knight News Challenge scholarship. Brian wrote a post on his blog about open source tools to use in the newsroom. Read it, and since were at it, take a look to another post i wrote sometime ago about the same subject.

Free, as in free speech

I use free and open source software, almost exclusively, when I practice journalism.

Free and open source software is counter-intuitive to many, but the mantra of the free software movement uses terms that journalists should understand very well.

Free software is a matter of liberty, not price. To understand the concept, you should think of free as in free speech, not as in free beer.

It’s a philosophy. It’s about transparency, openness and honesty. You are encouraged to know the inner workings of your tools, and make them better when you find them lacking. There are no secrets, no magic, and no mysterious blue screens of death.

A Redacção OpenSource | The OpenSource Newsroom

Free, as in free speech

via A Coder Practices Multimedia Journalism — with Open Source Tools

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25
Abr
08

Social Networking Wars

dica de | tip by @remixtures

Hilariante video no Current.com: o que acontece quando somos disputados pelas nossas redes sociais.

Really funny video at Current.com: what happens when social networks fight over us.

ver video | watch video

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