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Documentário | Documentary :Life in Second Life


Eu não gosto do Second Life, parece-me uma versão estilizada e pobre da vida a sério, apesar de achar que a plataforma tem potencialidades e características muito interessantes.  Conferências, aulas, reuniões, tudo poderia ter lugar neste mundo virtual. Imaginem um curso tirado na Linden University, independentemente do sítio onde estivessem no Mundo. Enquanto não passar de uma promenade de avatares, não me fascina. Mas como se vive no Second Life? A HBO comprou recentemente um documentário que fala do percurso de Molotov Alva, uma segunda versão de Douglas Gayeton, nas suas deambulações pela vida virtual do Second Life. E para além de o irem transmitir, vão propô-lo para os Óscares.

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I don’t like Second Life, it seems to me like a stylized shallow version of the First one, although i believe the platform has some interesting potential. Conferences, classes, reunions, all can occur in this virtual world. Imagine a degree taken at Linden U., regardless where you might be? While is still an avatar catwalk, i’m not into it. But how do you live the Second Life? HBO bought recently a documentary that follows the ramblings of Molotov Alva, the Second version of Douglas Gayeton, through the virtual Second Life. And they’re proposing it to the 2008 Academy Awards. 

 

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2 Responses to “Documentário | Documentary :Life in Second Life”


  1. 11 de Novembro de 2007 às 10:09 pm

    Talvez não tenhas reparado que mesmo em Portugal já se estão a dar cursos no Second Life, dados por universidades portuguesas — embora o primeiro mestrado português totalmente oferecido no Second Life esteja ainda por aprovar. Ironicamente, é justamente o curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto que estuda a utilização do Second Life para “colaborar e partilhar informação e construir um conhecimento de uma forma transversal”.

    Claro, o caso português ainda está um pouco longe do que se faz lá por fora, onde cursos de licenciatura, pós-graduação, mestrado, ou mesmo de doutoramento, usando o Second Life parcialmente ou integralmente, já são tão comuns para nem sequer serem considerados “novidade”. Já fazem parte do curriculum dessas universidades. Só em Inglaterra são centenas que efectuam trabalhos de investigação no Second Life; mundialmente serão milhares. Mas Portugal nem é dos países piores; a única coisa que se nota é uma enorme discrepância entre as universidades conservadoras de Lisboa, e as progressistas e inovadoras do norte do país, onde em quase todas — pelo menos nas principais (Porto, Aveiro, Minho, UTAD, Católica de Coimbra, e até Rio Maior/Santarém) — têm trabalhos efectuados (e papers apresentados) e umas largas dezenas de alunos a concluirem os seus trabalhos usando o Second Life.

    Não precisamos de “imaginar” que conferências e aulas “um dia possam ser possíveis” no Second Life… esta é a realidade de hoje. Diariamente há dezenas de conferências, reuniões, grupos de trabalho, discussões, seminários a decorrerem no Second Life — e esses são apenas os eventos públicos (desconhece-se evidentemente a extensão dos que são privados, de acesso exclusivo a alunos ou funcionários de empresas). Não é wishful thinking mas o dia-a-dia para centenas de milhares de pessoas que usam o Second Life praticamente em exclusivo para este tipo de actividades. A área da educação e investigação é uma das que mais domina, motiva, e incentiva a utilização do Second Life (não sendo, decerto, a única — o lazer e entretenimento ainda a ultrapassa).

    Depois, sim, existe a criação artística, entre as quais a produção de vídeos a partir do Second Life — que requer, no entanto, acesso a meios de edição videográfica profissional. Qualquer pessoa consegue fazer um vídeo no Second Life, com “qualidade YouTube”, mas documentários candidatos a prémios em festivais de cinema é algo que não é para todos. O que é fantástico é saber que, apesar disso, já existem de facto…

  2. 11 de Novembro de 2007 às 10:29 pm

    Sim, é fantástico e é verdade que esses projectos existem. Devia ter sido mais exacto. Mas continuo a não gostar do Second Life, especialmente com a velocidade de internet que tenho agora.
    De qualquer forma, continuo a defender que é uma plataforma excelente mas, pela experiência que tive, não me fascina pessoalmente.
    Quem conhecer projectos, actividades ou eventos que se destaquem no Second Life, diga. Não é por causa de não gostar que não me interesso.Mas por enquanto estou mais concentrado na Primeira.

    PS:Esqueci-me de agradecer pelo comentário, é de grande qualidade. Gostava de ter mais destes.


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