Arquivo de Novembro, 2007

30
Nov
07

“Amazing video to study and emulate”

“I think it’s definitely something to feel extremely proud about. This is amazing photography and amazing storytelling. I have absolutely nothing bad to say about it. This is the type of video that journalism professors should show in class, and all of us professionals should try to emulate.”

in News Videographer

“On June 23, News & Observer photojournalists Travis Long, Takaaki Iwabu, Ethan Hyman, and Juli Leonard visited the Eno Quarry in Durham to shoot video and still images for an in-house project on the quarry. The group had envisioned a light piece on swimming hole culture.

A few weeks later, they were contacted by the family of 19-year-old Ian Creath, who had drowned in the quarry on July 9. The family sought the last-known video and photographs of him.

In the process of gathering images of Ian and his brother, Lance, the group got to know their mother, Shawn Bailey. Her strong spirit and thoughtful remembrance of her son inspired this project.”

 original size @  www.newsobserver.com

29
Nov
07

Eu, Jornalista Cidadã | I, Journalist Citizen

“It’s not you, the journalist, it’s the institution,” Ms. CJ tells Mr. MSM. “You’re not telling the whole story. . . . You’ve lost your credibility.”

“Citizen journalism is bringing folks, young and old, into the public square, giving voice to those who, in the pre-Internet era, may have felt voiceless.”

“We, the citizen journalists, are figuring it out. You mainstream media folks are figuring it out. But whatever it is, there’s no going back. We’re here. Get used to it.”

 

 

Jose Antonio Vargas, jornalista do Washington Post, entrevistou Faye Anderson, cidadã jornalista. Em causa, a credibilidade, importância e repercussões do jornalismo do cidadão. A ler também a resposta dada por Billy Dennis a uma opinião de um crítico à possibilidade de todos podermos ser editores.

Links:

Storming the News Gatekeepers

I, Citizen Journalist

Blogging: We have met Big Brother, and it is us

Washington Post‘s journalist Jose Antonio Vargas interviewed Faye Anderson, citizen journalist, about the credibility, importance, and effects of citizen journalism. Read also the answer given by Billy Dennis to a critic’s opinion of the idea of anyone could be an editor.

Links:

Storming the News Gatekeepers

I, Citizen Journalist

Blogging: We have met Big Brother, and it is us

28
Nov
07

Conteúdos Externos | Outside Contents

 

Três notícias convergentes:

 

A BBC acordou a permissão para que produtores externos de conteúdos e programas no sector multimédia detenham os direitos sobre o seu trabalho, como parte da sua estratégia no desenvolvimento de multi-plataformas. Isto vai permitir aos criadores de conteúdos mais direitos sobre como e onde o seu trabalho é usado em formatos móveis e online.

Numa sondagem feita pela Polopoly, os executivos dos jornais europeus acreditam que daqui a três anos 40% do seu conteúdo será gerado pelos utilizadores, em articulação com comunidades como o Facebook e o MySpace. A maioria também respondeu que dentro de cinco anos 50% das receitas de publicidade virão da Internet.

E para os utilizadores, uma novidade: a Avot Media lançou um novo serviço, uma plataforma de video de terceira geração, que vai melhorar a qualidade do vídeo para os utilizadores móveis. O Avot mV permite aos utilizadores procurar, ver e partilhar videos. Mas só está disponível apenas para alguns aparelhos.

Poder para o povo!

 

Three converging news:

 

The BBC has agreed a deal to allow third party programme and content makers in the interactive and new media sector to retain rights to their work, as part of the corporation’s development of multi-platform strategies. This will allow content makers to have more rights over how and where their work is used in mobile and online format.

A survey by Polopoly reports that European newspaper executives believe that within three years 40% of their content will be user-generated, articulated with communities such as Facebook and MySpace. A majority of the respondents believe that more than 50 per cent of their advertising revenue will come from the Internet within five years.

And for the users: Avot Media has announced its new mobile video service, calling it “third generation” video-streaming platform that attacks the issues of poor video quality for mobile Web users.Avot mV will allow users to search for, watch and share mobile videos in relative real time. But it’s only available for a few devices.

Power to the people!

 

Avot demo                        

27
Nov
07

Video | Video

Esta foi a última edição em video que fiz. A oportunidade surgiu quando um amigo meu quis participar num concurso em que ele tinha que enviar um solo de guitarra de um minuto, em video. Apanhei-o a meio do processo e aproveitei para sacar mais alguns planos. Como não era para complicar a coisa, acabámos por não demorar muito e a edição foi feita de uma forma simples. A faixa foi gravada e inserida à parte, aliás, é a correspondente ao take do plano geral. Se alguma vez editar como ele toca guitarra estarei mesmo muito bem.

This my latest vídeo edit. The chance came up when a friend of mine decided to participate in a web contest where he should send a video of him playing a one minute guitar solo. I found him in the middle of the process, and took a few extra shots. Since the goal was to keep it simple, we ended up not taking too long and the cutting was made in a quite simple fashion. The audio track was recorded on the side, and corresponds to the widest shot take. If someday I could edit just as good as he plays the guitar, I’d be awesome.

 

Editado com| Edited with: PremierePro 2.0

 

 

26
Nov
07

Escola do Jornalismo do Cidadão | Citizen Journalists School

A OhmyNews Citizen Journalism School é um centro comunitário de educação, dedicado ao ensino do jornalismo do cidadão e conteúdos produzidos por utilizadores, na Coreia do Sul. Esta escola está situada num ambiente rural, a hora e meia de Seoul, e foram precisos 4oo mil dólares para recuperar uma escola primária abandonada, e foi financiada pelo e planeada para (segundo dizem) o jornalismo do cidadão.

The OhmyNews Citizen Journalism School is a community education center focused on teaching citizen journalism and user created content, in South Korea. This school is placed in the countryside, 90 minutes from Seoul, and it took $400,000 to recover an abandoned elementary school, and it was funded by and planned for (so they say) citizen journalism.

A escola abriu no passado dia 24, e espera formar cerca de 60 mil jornalistas-cidadãos. As instalações incluem três salas de aula que podem acomodar cerca de 100 estudantes, uma residência com capacidade para albergar 50 pessoas, internet de banda larga em Wi-Fi e um campo desportivo.

Classes began last November 24th, and they aim for over 60,000 citizen journalists and netizens. Facilities will include three classrooms large enough to accommodate 100 students simultaneously and in-school lodging and dining capacity for 50 guests, broadband Internet access and blanket Wi-Fi coverage. It also has room for outdoor sports activities.

 

 

Os professores são jornalistas dos vários meios, cidadãos-repórter séniores da OhMyNews entre outros profissionais de diversas origens. O programa inclui introdução ao Jornalismo, workshops de escrita, e de fotografia e video digital. As aulas mais avançadas incluem técnicas de entrevista, workshops de jornalismo online para alunos universitários, e programas de reciclagem para jornalistas profissionais.

Será que seria possível fazer isto por cá?

The faculty will be composed of professional journalists from print, radio and television news and senior OhmyNews citizen reporters, with additional teaching staff with a variety of expertise and professional backgrounds.The education program will include journalism 101 classes for citizen reporters, writing workshops for new citizen reporters, and digital camera class customized for photo journalism and video news gathering. The advanced classes include interview techniques, internet journalism for college students and re-education programs for professional journalists.

Would this be possible around here?

Links: OhmyNews | Korea: OhmyNews! CitJ has a school

24
Nov
07

Entrevista| Interview:António Granado- O Jornalismo Online em Portugal | Portuguese Online Journalism

 

Read this interview @ Paul Bradshaw’s Online Journalism Blog 

(or click here to read the local english version )

2agranado.gifAntónio Granado é o editor da edição online do jornal Público. Eles têm estado sempre na vanguarda das novas tecnologias, e recentemente criaram uma equipa de vídeo e fizeram uma renovação gráfica no site do jornal.
Nesta pequena entrevista falámos com um ocupadíssimo António Granado sobre as suas perspectivas sobre o jornalismo online, um assunto de que ele trata no seu blog PontoMedia. António Granado dá também aulas na Universidade nova de Lisboa, e é uma das principais vozes em Portugal na discussão dos novos media.

 

Qual é a situação do jornalismo online em Portugal? Existe?

O jornalismo online em Portugal está a dar os seus primeiros passos. O investimento nesta área ainda é residual e os média começam agora a olhar com outros olhos para as possibilidades que a Internet lhes abre.

 

O Público foi o primeiro jornal de referência a investir na sua presença na Internet. Que mudanças é que estão a decorrer ao nível do jornalismo digital?

O PÚBLICO estreia hoje (19 de Novembro) vídeos no seu website e criou uma equipa de cinco pessoas para os fazer. Vamos alterar também a nossa homepage para dar destaque aos vídeos e passaremos a apostar mais nas imagens e nas infografias. O canal de Economia passou a ser assegurado em permanência pelos jornalistas da Economia, um primeiro passo para a necessária mudança no sentido correcto.

 

Que tipo de público é que lê a edição online do jornal?

Não temos estudos que nos permitam perceber quem são exactamente os leitores do Público.pt. Qualquer coisa que eu dissesse, estava apenas dar opiniões e não a apresentar factos.

 

Como professor, acha que preparação dada aos alunos de Jornalismo nas Universidades tem em conta as novas realidades?

É evidente que a maioria das universidades não está a preparar os estudantes para as novas realidades. A título de exemplo, ainda se faz uma divisão entre o ensino do jornalismo escrito, radiofónico e televisivo, uma aproximação tipo século XX, já desactualizada.

3agranado.gif

 

Os jornalistas portugueses, no geral, estão preparados para os novos media?

Os jornalistas portugueses não estão preparados para os novos média, porque os novos média estão a entrar muito devagar nas redacções e, às vezes, da pior maneira. É preciso treinar os jornalistas para as tarefas que o novo jornalismo exige, é preciso fazê-lo com o apoio dos jornalistas e não contra eles. Em muitos sítios isto não está a ser feito.

 

Há já um jornalismo de participação, ou citizen journalism em Portugal?

Penso que não há ainda jornalismo participativo em Portugal.

Há alguns anos atrás houve quem dissesse que não havia futuro nas publicações online. Este ano o director do El País disse que se abrisse o jornal agora seria apenas na versão digital. Que tipo de mentalidade existe no mercado editorial português e o que é preciso mudar?

A mentalidade é retrógrada. Há ainda muito medo do digital. Não se põem notícias online para não “queimar” as cachas do papel, não se investe no multimédia porque, no fundo, as pessoas ainda acham que, se calhar, a crise dos jornais não veio para ficar. É preciso mudar a atitude dos gestores perante o multimédia (os pequenos avanços não chegam, é preciso passos muito maiores); é preciso mudar a mentalidade dos responsáveis dos jornais, que não podem continuar a achar que uma notícia dura 24 horas; é preciso mudar a mentalidade dos jornalistas, que têm de perceber que a sua missão principal é informar seja de que forma for e não vender jornais no dia seguinte aos acontecimentos.

 

Os jornalistas têm uma imagem muito forte de si, talvez comparável à dos médicos, por existir uma noção ou sensação de poder. O que é que acontece a esta imagem do jornalista com a participação do leitor? O jornalismo do cidadão é realmente jornalismo?

O jornalista tem de se habituar à participação dos leitores. Jay Rosen chama-lhes “the people formerly known as the audience”, porque agora podem e querem participar mais no processo noticioso. Os jornalistas têm de perceber esta mudança radical e adaptar-se a ela. O jornalismo cidadão por vezes é, e por vezes não é, jornalismo. Como todos nós sabemos, também há jornalismo que não é jornalismo e que nos envergonha a todos.

Como é o jornalista do futuro?

O jornalista do futuro é alguém que consegue olhar para uma estória e contá-la da forma mais eficaz. Que se preocupa mais com os leitores e não tanto com as suas fontes.

 

E o leitor do futuro?1agranado.gif

O leitor do futuro é o leitor do presente. “Sabe mais do que eu”, como diz Dan Gillmor. Quer e pode participar mais. Não se contenta com texto. Quer as notícias de imediato, na plataforma que está a utilizar e não em qualquer outra que lhe queiram impor.

 

O cenário do jornalismo online português pode parecer desolador, mas as mudanças são inevitáveis. Os velhos hábitos custam a desaparecer, e a situação em Portugal é igual à de tantos outros países. É um processo lento que precisa de ser feito, como diz o António Granado, “com o apoio dos jornalistas e não contra eles”

 

 

Fotos Sandra Oliveira

 

Continue a ler ‘Entrevista| Interview:António Granado- O Jornalismo Online em Portugal | Portuguese Online Journalism’

21
Nov
07

“Making of a Multimedia Journalist”

David Dunkley Gyimah é um videojornalista que nos mostra aqui o que é que está a mudar no jornalismo multimédia e em especial no video jornalismo. A ler com atenção. Em baixo fica o integral do seu “Manifesto do VideoJornalista”.

O que é o Multimédia e porque é que nos devemos importar? e Perceber que existe uma mudança no paradigma são dois pontos essenciais nesta pequena dissertação. Um dos documentos mais interessantes que já encontrei sobre este assunto.

David Dunkley Gyimah is a videojournalist that shows us here what is changing in multimedia journalism and specially in videojournalism. Below is his “Video Journalists Manifesto”.

“So what is multimedia and frankly why should we care?” and Understanding there is a paradigm shift are two essential items in this work. One of the most interesting documents I ever came across with.

 

 

 

The video journalists Manifesto

WHATS’ NEVER BEEN DONE AWAITS TO BE DONE

1. I am a video journalist: I crave creativity, loathe that which is predictable. It is my job to look for truth.

2. I can move alone in any terrain. Experience is my blanket. Swarming (groups of Vjs coming together) increases my range.

3. I will be told by those who believe they know best that it can’t be done. I must accept that they don’t understand my job, my limitations. Nothing is impossible.

4. When they look at a blank piece of paper they see nothing, when I look at a blank canvas, I see the orgins of motion graphics, film and information coming together.

5. I start a dialogue. My packages can be open ended, begging further questions and dialogue. My work is never done. Each thread leads into a new tapestry of ideas and dialogue, which I relish. Herein lies the possibilities of deep video linking

6. My greastest allies are the hundreds of contacts I am yet to meet. I am surrounded by ideas, people, who have a story to share. And I often shoot-on-the-fly, unrehearsed; news in unpredictable.

7. Failure is an option. I must be allowed to fail. I do not court it, but is is a precondition of creativity. I am a researcher with a camera, experimenting with the template which has driven news production. I write my story as it unfolds and sometimes I know, just like a newspaper journalist, I may have to spike my story. Visually it just didn’t work.

8. I am lean. I carry no excess weight or baggage. I am a specialist. I kill only that which I can eat, lessening the load and burden which others artificially absorb. There are some shots such as court and “big game” reportage where I may be unsuitable. There are risks as a solo journalist, but discretion is on my side.

9. My job is never done. My camera is my third eye. My camera goes where I go.

10. Like an actor I crave new parts, Like a footballer I make endless runs into the goal mouth searching for scoring opportinities. My work rate is phenomenal. But I’m trained to undershoot so my work load is made lighter.

11. I am a child of a bygone era. There were others before me. The first film makers were VJs [ Victorian VJs] I respect and build on their skills. My fall back is history, convention; my milestone is the future.

12. I am a designer, an editior, a producer, a director, a reporter, photographer an designer. I am a jack of all trades and a master of them.

13. I represent a new discourse in story telling and journalism blurring the boundaries between technologist and artisan, the net and TV, a writer and visual blogger.

14. I hear pictures, see sound, absorb words and can visualise music -all of which makes me a more attuned VJ.

15. Mi6 Video journalism allows me to strip a story bare: the podcast, blog, article, video, and multimedia

16. The tools of my trade: a powerful laptop, editing software, rugged rucksack, collapsable tripod, High Definition DV Cam, water, pen, firewire cable, external 200 g hard drive.

17. My software includes: Final Cut Studio, Photoshop, Dreamweaver, Photoshop, In design, After Effects and Flash

18. It’s all in the story. My job is to craft it visually.

19. The Net – the most powerful broadcast media-in-waiting is my natural home.

20. The benefits of video journalism are many; but the ink definning video journalism is not dry. It is many things to all people. To me its is an aggressive, sometimes stealth way of shooting where the results of my labour will outdo those of bigger crew.

21. The work of Claudio Von Planta, Scott Rensberger, Rosenblum, Naka Nathaniel, Ruud – just some of the doyens of videojournalism illustrates the aforementioned point.

22. This manifesto is not complete

23. Belatedly added. Videojournalism is but another thread sowing the tapestry of our many stories, but what’s next? What will come to define in our contracted timeline the new discourse and new tools. Qu how might videojournalism evolve?




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